domingo, 12 de dezembro de 2010

Conspiração por trás das guerras mundiais

Um ex-agente dos Serviços Secretos Britânicos, Willian Guy Carr, publicou em seu livro Paws in The Game (Peões no Jogo) parte da correspondência mantida entre 1870 e 1871 entre Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike, que hoje se conserva nos arquivos da Biblioteca do British Museum, em Londres. Em uma das cartas, datada de 15 de agosto de 1871, Pike comunica a Mazzini o plano a ser seguido pelos Illuminati durante os séculos 20 e 21: "Fomentaremos 3 guerras que envolverão o Mundo inteiro: a primeira delas (1ª Guerra Mundial) permitiria derrotar o poder dos czares na Rússia e transformar esse país na Fortaleza do Socialismo ateu de Karl Marx, necessária como antitese na Teoria Dialética Hegeliana" (ver capítulo sobre Guerra Fria). Um Mundo esgotado pelo conflito não interferirá no processo de constituição da "Nova Rússia", que futuramente será utilizada para "destruir outros governos e debilitar as religiões".

O segundo conflito (2ª Guerra Mundial) seria desencadeado aproveitando as diferenças entre o nazi-fascismo e o movimento sionista judeu. Em primeiro lugar, seria dado apoio financeiro e político aos regimes europeus para que se transformassem em ditaduras férreas, opondo-se à Democracia e provocando uma nova convulsão mundial, cujo fruto mais importante será o estabelecimento do Estado de Israel na Palestina, como foi determinado pela ONU no pós-guerra, representando um evento que tem repercussões graves até hoje. As comunidades judaicas reivindicam este território desde há tempos imemoriais.

A terceira e definitiva guerra mundial (3ª Guerra Mundial), prognosticada por Pike, se desencadearia a partir dos enfrentamentos entre sionistas judeus e dirigentes muçulmanos (Judaismo X Islamismo). Este conflito deve orientar-se de tal forma que o Islã e o sionismo político destruir-se-ão mutuamente, obrigando outras nações a entrar junto na luta, até o ponto de haver esgotamento físico, mental, espiritual, financeiro e político absoluto no planeta. Ao final da terceira guerra, os Illuminati terão desencadeado o maior cataclisma social jamais visto no Mundo, lançando uma onda revolucionária que, comparativamente, reduzirá a Época do Terror na França a uma ingênua brincadeira de criança.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente ai então, segundo Pike, " a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Síntese.

Nos últimos anos de sua vida, Mazzini se correspondeu com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a Guerra de Secessão. Mas sabemos que, além disso, foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro ativo, com o cargo de chefe de justiça do Ku Klux Klan, ou Clã do Círculo. O KKK foi fundado por outro maçom, chamado Nathan Bedford Forrest. A importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos EUA é bem comprovada por alguns de seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver em vida um governo mundial, sua intensa atividade e sua eficácia o levaram, em 1859, a alcançar o cargo de responsabilidade máxima dos Illuminati.

Um documento de junho de 1889 e intitulado Associação do Demônio e dos Iluminados, em que Pike dirigia algumas instruções secretas aos 23 conselhos supremos da maçonaria mundial, traz alguns detalhes desse novo rito, partindo da primeira advertência a seus membros: "A vós, Instrutores Soberanos do Grau 33, os décimos: Tens que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, a quem oramos sem superstição. Só nós, os iniciados do Grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçônica, preservando pura a doutrina de Lúcifer".

No mesmo documento, Pike fala: Ele sim, Lúcifer, é Deus! Desgraçadamente, Adonai (referindo-se ao Deus judaico-cristão) também é Deus, porque segundo a lei eterna, não há luz sem escuridão, beleza sem feiura, branco sem preto. O absoluto só pode existir na forma de duas divindades diferentes, assim como a escuridão funciona como fundo para a luz, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de um freio". E acrescentou: " A verdadeira e pura religião é a fé em Lúcifer". Essa é a fé Illuminati.

Quem realmente governa o mundo?

David Icke
Eu sou um ex-jornalista e apresentador de televisão da Inglaterra que passou os últimos dez anos descobrindo o maior segredo - quem realmente controla o mundo e tem feito assim por milhares de anos.

Eu escrevi dez livros, inclusive "O Maior Segredo", " ...e a verdade o libertará", e "Eu Sou Eu, Eu Sou Livre". Bridge of love Publications, minha editora, também produziu vários vídeos inclusive "A Estrada da Liberdade", "Mudando o Curso", "Revelações de uma Deusa Mãe", e "A Agenda Reptiliana".

Eu revelo como uma sociedade secreta global chamada Illuminati ("Os Iluminados" como eles se chamam) tem segurado as rédeas do poder no mundo desde tempos antigos, expandindo o seu poder pra fora do Oriente Médio e Próximo Oriente (e outros centros) para controlar primeiro a Europa e então, graças ao Império britânico e outros impérios europeus, assumir o controle das Américas, África, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, e em outros lugares.

Quando esses impérios pareceram se retirar destas regiões, a Illuminati deixou para trás as redes de sociedade secretas e a sua linhagem genética e estes continuaram a controlar e orquestrar eventos desde então. Há dois tipos de prisões ou ditaduras. Há a variedade pública, que são ditaduras claras (comunismo, fascismo, etc) e então há a variedade mais efetiva de todas - a ditadura coberta, a que se mascara de liberdade.

As pessoas não se rebelam contra o fato de não serem livres quando elas pensam que são!

A Illuminati têm trabalhado para uma agenda longamente planejada e coordenada para criar um governo mundial, um banco central, um exército, e uma população micro-controlada ligada a um computador global. Qualquer um com um cérebro operacional pode ver que todas estas coisas estão emergindo agora, sempre mais rapidamente.

Debaixo deste edifício de poder global, super estados são projetados como a União européia (evoluída da CEE), a União Americana (a ser evoluída do NAFTA), e a União do Pacífico (a ser evoluída da APEC). a OTAN (fundindo-se com a operação de pacificação da ONU) é planejada para ser o exército mundial, a força policial mundial, para manter na linha os países que não desejam conceder sua soberania ao governo mundial da Illuminati, o qual é planejado para evoluir através das Nações Unidas.

A estrutura de controle global consiste em pirâmides dentro de pirâmides. Muito parecido com bonecas russas, uma boneca dentro da outra. Se você olhar para qualquer organização hoje você verá que é estruturada como uma pirâmide. Aqueles na base da pirâmide não têm nenhuma idéia do que a organização para a qual eles trabalham está realmente fazendo. Eles apenas fazem o seu trabalho e vão para casa todo dia. Eles não sabem como o que eles fazem se conecta com a contribuição de outras pessoas para criar um padrão e direção muito óbvio e sinistro. Só os poucos no topo sabem disso. Desse modo, poucos podem manipular milhares em uma organização para avançar uma agenda que esses milhares nem sabem que existe. Há uma versão global disto que manipula bilhões da mesma maneira.

Essas organizações "individuais", sejam elas bancos, corporações trans-nacionais, impérios de mídia, OTAN, etc., ajustam-se então em pirâmides até mesmo maiores. assim, por exemplo, você descobre que no topo da pirâmide bancária global, todos os bancos são, no final das contas, controlados pelas mesmas pessoas - os Illuminati. O mesmo com as corporações transnacionais, mídia, e assim por diante. Há uma pirâmide global que cerca as pirâmides dos bancos, dos negócios, da mídia, do exército, da política, e das outras instituições que movem o planeta. No topo desta pirâmide você encontra a elite da Illuminati que orquestra a sua agenda para o controle global através de todas as suas organizações aparentemente desconectadas.

É por isso que houve um movimento incessante para a centralização do poder global em todas as áreas de nossas vidas, bancos, negócios, mídia, política, o que quer que seja. Isto é orquestrado pelas MESMAS pessoas em conformidade com a MESMA agenda. Você achará uma corrente de artigos neste site que lhe dará um pano de fundo detalhado para esta agenda e há informações infinitas em meus livros que você poderá encomendar do meu website.

A Illuminati manipula a humanidade pela mente e pelas emoções. Há muitas pessoas e poucos Illuminati para controlá-las fisicamente, exceto em uma escala pequena. Eles têm que manipular o modo que as massas pensam e sentem, assim nós vivemos nossas vidas e vemos o mundo do modo que a Illuminati quer que nós vejamos. Por exemplo, a mais poderosa das técnicas de manipulação é uma que eu chamo Problema-Reação-Solução. Ela funciona assim:

Você quer introduzir algo que você sabe que as pessoas não vão gostar. Esse algo pode ser mais poder para a polícia, uma erosão adicional de liberdades básicas, até mesmo uma guerra. Você sabe que se você oferecer estas políticas abertamente as pessoas reagirão contra elas. Assim você cria primeiro um PROBLEMA, uma taxa de crime ascendente, mais violência, um atentado terrorista, um colapso do governo, ou você pega uma de suas marionetes, como Saddam Hussein, para ir à guerra.

Você assegura-se que outra pessoa seja culpada por este problema e não você (que na verdade é quem está por trás de tudo). Assim você cria um "bode expiatório", como eles os chamam na América, um Timothy McVeigh ou um Lee Harvey Oswald. Então, você usa sua mídia para dizer as pessoas o que eles devem pensar sobre seu evento fabricado e quem eles devem culpar por isto. Isto nos traz para o estágio dois, a REAÇÃO das pessoas: "Isso não pode continuar, o que ELES vão fazer sobre isto?

Então, isto permite que ELES ofereçam abertamente a SOLUÇÃO aos problemas que eles criaram - nova legislação que avança a agenda deles de centralização do poder global ou a erosão de mais liberdades básicas. Esta técnica está sendo usada todo o tempo na mente e nas emoções humanas, não menos com uma corrente de crianças e adultos mente-controlados que enlouquecem com armas ao redor do mundo e imediatamente incitam leis de controle de armas.

Eu digo isto como alguém que não tem armas e acredita apaixonadamente em não-violência. Mas se nós vamos ser sábios, nós precisamos olhar além de nossas próprias convicções e perceber que a Illuminati está buscando sistematicamente desarmar aqueles que USARIAM armas contra eles. Logo antes de Adolf Hitler começar a encher os campos de concentração ele introduziu a mesma legislação anti-arma que nós estamos vendo hoje no mundo inteiro.

Nós estamos agora em um momento crucial na história desta agenda. Tantas cartas estão esperando para serem jogadas pela Illuminati nos próximos 12 meses. Nós estamos em uma encruzilhada na história humana. Nós podemos escolher liberdade ou cair sobre o controle de um estado global fascista, uma versão global da Alemanha nazista.

Isto não tem que acontecer, mas para parar isto muitos traseiros precisam ser removidos de muitas cadeiras. Este website e os meus livros lhe darão o pano de fundo detalhado de tudo isso, com o qual escolhas informadas podem ser feitas.

O que você leu aqui é uma mera fração do que há para saber e o quadro é de longe maior e mais extraordinário do que este breve esboço pôde detalhar. Olhe em qualquer lugar neste site ou em meus livros e você verá o que eu quero dizer!

Fonte: http://www.davidicke.com/icke/visitor.html

Dinheiro Vindo do Nada: Saiba a Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial

“Quanto maior for a mentira, mais pessoas acreditarão nela.”

Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.

Pergunte às pessoas porque elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a idéia: se você pode inflar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.

Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.

Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com "dinheiro" teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.

A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito... Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10,000?

Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.

A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e freqüentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.

Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.

Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação - não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.

Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.

Um "boom" econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos "bons tempos" da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos "líderes" políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.

Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.

Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!

Todo mundo envolvido em um processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc... Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram "emprestado". Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca é somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional deWestminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: "Banco Nacional de Westminster - nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.

Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!

É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.

Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?

O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.

Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.

O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.

Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.

O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?

Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.

Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.

Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”

Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem se beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento".

Por exemplo: quem se beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?

Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e, como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.

O Que Foi Destruído em Alexandria

A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi rematada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras, e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é particularmente significativo.

A biblioteca de Alexandria parece ter sido fundada por Ptolomeu I ou por Ptolomeu II. A cidade foi fundada, como seu próprio nome diz, por Alexandre, o Grande, entre 331 e 330 a.C. Escoou-se quase mil anos antes de a biblioteca ser destruída.

Alexandria foi, talvez, a primeira cidade do mundo totalmente construída em pedra, sem que se utilizasse nenhuma madeira. A biblioteca compreendia dez grandes salas, e quartos separados para os consultantes. Discute-se, ainda, a data de sua fundação e o nome de seu fundador, mas o verdadeiro fundador, no sentido de organizador e criador da biblioteca, e não simplesmente do rei que reinava ao tempo de seu surgimento, parece ter sido um personagem de nome Demétrius de Phalère.

Desde o começo, ele agrupou setecentos mil volumes e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às expensas do rei.

Esse Demétrius de Phelère, nascido entre 354 e 348 a.C., parece ter conhecido Aristóteles. Apareceu em 324 a.C. como orador público, em 371 foi eleito governador de Atenas e governou-a durante dez anos, de 317 à 307 a.C.

Impôs um certo número de leis, notadamente uma, de redução do luxo nos funerais. Em seu tempo, Atenas contava 90.000 cidadãos, 45.000 estrangeiros e 400.000 escravos. No que concerne à própria figura de Demétrius, a história no-lo apresenta como um juiz de elegância em seu país; foi o primeiro ateniense a descolorir os cabelos, alourando-os com água oxigenada.

Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas. Lá escreveu um grande número de obras, uma com título estranho: Sobre o feixe de luz no céu, que é, provavelmente, a primeira obra sobre os discos voadores.

Em 297 a.C., o faraó Ptolomeu persuadiu Demétrius a instalar-se em Alexandria. Fundou, então, a biblioteca. Ptolomeu I morreu em 283 a.C. e seu filho Ptolomeu II exilou Demétrius em Busiris, no Egito. Lá, Demétrius foi mordido por uma serpente venenosa e morreu.

Demétrius tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciências e das artes, em nome do Rei Ptolomeu I. Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciências, sobretudo pela zoologia. Nomeou como bibliotecário a Zenodotus de Éfeso, nascido cm 327 a.C., e do qual ignoram as circunstâncias e data da morte.

Depois disso, uma sucessão de bibliotecários, através dos séculos, aumentou a biblioteca, aí acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos crer em certas tradições. A biblioteca continha, portanto, documentos inestimáveis. Colecionou, igualmente, documentos dos inimigos, notadamente de Roma.

Pela documentação de lá, poder-se-ia constituir uma lista bastante verossímil de todos os bibliotecários até 131 a.C.:

Bibliotecários de a.C.
Demétrius de Phalère - à 282
Zenodotus de Éfeso 282 à 260
Callimanchus de Cyréne 260 à 240
Apolonius de Rodes 240 à 230
Eratosthenes de Cyréne 230 à 195
Aristophanes de Bizâncio 195 à 180
Apolonius, o Eidógrafo 180 à 160
Aristarco da Samocrácia 160 à 131

Depois disso, as indicações se tornam vagas. Sabe-se que um bibliotecário se opôs, violentamente, à primeira pilhagem da biblioteca por Júlio César, no ano 47 a.C., mas a história não tem seu nome. O que é certo é que já na época de Júlio César a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado.

Quando Júlio César chegou a Alexandria, a biblioteca tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Quais? E por que se começou a temer alguns deles?

Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéia precisa. Havia lá livros em grego. Evidentemente, tesouros: toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso.

Ao contrário, o conjunto de obras de Bérose é que poderia inquietar. Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou um relato de um encontro com extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos.

Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na Babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios do Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre a interferência da luz. Podemos fixar as datas de sua vida em 356 a.C., nascimento, e 261, sua morte. Uma lenda contemporânea diz que a famosa Sybila, que profetizava, era sua filha.

A “História do Mundo”, de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.

Encontrava-se em Alexandria, também, a obra completa de Manethon. Este, sacerdote e historiador egípcio, contemporâneo de Ptolomeu I e II, conhecera todos os segredos do Egito. Seu nome mesmo pode ser interpretado como “o amado de Toth” ou “detentor da verdade de Toth”.

Era o homem que sabia tudo sobre o Egito, lia os hieróglifos, tinha contato com os últimos sacerdotes egípcios. Teria ele mesmo escrito oito livros, e reuniu quarenta rolos de pergaminho, em Alexandria, que continham todos os segredos egípcios e provavelmente o Livro de Toth. Se tal coleção tivesse sido conservada, saberíamos, quem sabe, tudo o que seria preciso saber sobre os segredos do Egito. Foi exatamente isto que se quis impedir.

A biblioteca de Alexandria continha igualmente obras de um historiador fenício, Mochus, ao qual se atribui a invenção da teoria atômica.

Ela continha, ainda, manuscritos indianos extraordinariamente raros e preciosos.

De todos esses manuscritos não resta nenhum traço. Conhecemos o número total dos rolos quando a destruição começou: quinhentos e trinta e dois mil e oitocentos. Sabemos que existia uma seção que se poderia batizar de “Ciências Matemáticas” e outra de “Ciências Naturais”. Um catálogo geral igualmente existia. Também este foi destruído.

Foi César quem inaugurou essas destruições. Levou um certo número de livros, queimou uma parte e guardou o resto. Uma incerteza persiste ainda em nossos dias, sobre esse episódio, e 2.000 anos depois da sua morte, Júlio César tem ainda partidários e adversários. Seus partidários dizem que ele jamais queimou livros na própria biblioteca; aliás, um certo número de livros prontos a ser embarcados para Roma, foi queimado num dos depósitos do cais do porto de Alexandria, mas não foram os romanos que lhes atearam fogo.

Ao contrário, certos adversários de César dizem que grande número de livros foi deliberadamente destruído. A estimativa do total varia de 40.000 à 70.000.

Uma tese intermediária afirma que as chamas provenientes de um bairro onde se lutava, ganharam a biblioteca e destruíram-na, acidentalmente.

Parece certo, em todo caso, que tal destruição não foi total. Os adversários e os partidários de César não dão referência precisa, os contemporâneos nada dizem e os escritos mais próximos do acontecimento lhe são posteriores de dois séculos.

César mesmo, em suas obras, nada disse. Parece que ele se “apoderou” de certos livros que lhe pareciam especialmente interessantes.

A maior parte dos especialistas em história egípcia pensa que o edifício da biblioteca deveria se de grandes dimensões para conter setecentos mil volumes, salas de trabalho, gabinetes particulares, e que um monumento de tal importância não pôde ser totalmente destruído por um princípio de incêndio. É possível que o incêndio tenha consumido estoques de trigo, assim como rolos de papiro virgem. Não é certo que tenha devastado grande parte da livraria, não é certo que ela tenha sido totalmente aniquilada. É certo, porém, que uma quantidade de livros considerados particularmente perigosos, desapareceu.

A ofensiva seguinte, a mais séria contra a livraria, parece ter sido feita pela Imperatriz Zenóbia. Ainda desta vez a destruição não foi total, mas livros importantes desapareceram. Conhecemos a razão da ofensiva que lançou depois dela o Imperador Diocleciano (284-305 d.C.). Documentos contemporâneos estão de acordo a este respeito.

Diocleciano quis destruir todas as obras que davam os segredos de fabricação do ouro e da prata. Isto é, todas as obras de alquimia. Pois ele pensava que se os egípcios pudessem fabricar à vontade o ouro e a prata, obteriam assim meios para levantar um exército e combater o império. Diocleciano mesmo, filho de escravos, foi proclamado imperador em 17 de setembro de 284. Era, ao que tudo indica, perseguidor nato e o último decreto que assinou antes de sua abdicação em maio de 305, ordenava a destruição do cristianismo. Diocleciano foi de encontro a uma poderosa revolta do Egito e começou em julho de 295 o cerco a Alexandria. Tomou a cidade e nessa ocasião houve massacres inomináveis. Entretanto, segundo a lenda, o cavalo de Diocleciano deu um passo em falso ao entrar na cidade conquistada, e Diocleciano interpretou tal acontecimento como mensagem dos deuses que lhe mandavam poupar a cidade.

A tomada de Alexandria foi seguida de pilhagens sucessivas que visavam acabar com os manuscritos de alquimia. Eles continham, ao que parece, as chaves essenciais da alquimia que nos faltam para a compreensão dessa ciência, principalmente agora que sabemos que as transmutações metálicas são possíveis. Não possuímos lista dos manuscritos destruídos, mas a lenda conta que alguns dentre eles eram obras de Pitágoras, de Salomão ou do próprio Hermes. É evidente que isto deve ser tomado com relativa confiança.

Seja como for, documentos indispensáveis davam a chave da alquimia e estão perdidos para sempre: mas a biblioteca continuou. Apesar de todas as destruições sistemáticas que sofreu, ela continuou sua obra até que os árabes a destruíssem completamente. E se os árabes o fizeram, sabiam por que o faziam. Já haviam destruído, no próprio Islão – assim como na Pérsia – grande número de livros secretos de magia, de alquimia e de astrologia.

A palavra de ordem dos conquistadores era “não há necessidade de outros livros, senão O Livro”, isto é, o Alcorão. Assim, a destruição de 646 d.C. visava não propriamente os livros malditos, mas todos os livros. O historiador muçulmano Abd al-Latif (1160-1231) escreveu: “A biblioteca de Alexandria foi aniquilada pelas chamas por Amr ibn-el-As, agindo sob as ordens de Omar, o vencedor”. Esse Omar se opunha aliás a que se escrevessem livros muçulmanos, seguindo sempre o princípio: “o livro de Deus é-nos suficiente”. Era um muçulmano recém-convertido, fanático, odiava os livros e destruiu-os muitas vezes porque não falavam do profeta.

É natural que terminasse a obra começada, por Júlio César, continuada por Diocleciano e outros.

Se documentos sobreviveram a esses autos-de-fé, foram cuidadosamente guardados desde 646 d.C. e não mais reapareceram. E se certos grupos secretos possuem atualmente manuscritos provenientes de Alexandria, dissimulam isso muito bem.

Retomemos, agora, o exame desses acontecimentos à luz da tese que sustentamos: a existência desse grupo que chamamos de Homens de Preto e que constitui uma organização visando a destruição de determinado tipo de saber.

Parece evidente que tal grupo se desmascarou em 391, depois que procurou, sistematicamente, sob Diocleciano, e destruiu as obras de alquimia e de magia.

Parece evidente, também, que tal grupo nada teve a ver com os acontecimentos de 646: o fanatismo muçulmano foi suficiente.

Em 1962, foi nomeado para o Cairo um cônsul francês chamado de M. Maillete. Ele assinalou que Alexandria é uma cidade praticamente vazia e sem vida. Os raros habitantes, que são sobretudo ladrões, se encerram em seus esconderijos. As ruínas das construções estão abandonadas. Parece provável que, se livros sobreviveram ao incêndio de 646, não estavam em Alexandria naquela época; trataram de evacuá-los.

A partir daí, fica-se reduzido a hipóteses.

Fiquemos nesse plano que nos interessa, isto é, o dos livros secretos que dizem respeito às civilizações desaparecidas, à alquimia, à magia ou às técnicas que não mais conhecemos. Deixaremos de lado os clássicos gregos, cuja desaparição é evidentemente lamentável, mas escapa a nosso assunto.

Voltemos ao Egito. Se um exemplar do Livro de Toth existiu em Alexandria, César apoderou-se dele como fonte possível de poder. Mas o Livro de Toth não era certamente o único documento egípcio em Alexandria. Todos os enigmas que se colocam ainda sobre o Egito teriam, talvez, solução, se tantos documentos egípcios não tivessem sido destruídos.

E entre esses documentos, eram particularmente visados e deveriam ser destruídos, no original e nas cópias, depois os resumos: aqueles que descreviam a civilização que precedeu o Egito conhecido. É possível que alguns traços subsistam, mas o essencial desapareceu, e essa destruição foi tão completa e profunda que os arqueólogos racionalistas pretendem, agora, que se pode seguir no Egito o desenvolvimento da civilização do neolítico até às grandes dinastias, sem que nada venha a provar a existência de uma civilização anterior.

Assim também a história, a ciência e a situação geográfica dessa civilização anterior nos são totalmente desconhecidas. Formulou-se a hipótese que se tratava de uma civilização de Negros. Nessas condições, as origens do Egito deveriam ser procuradas na África. Talvez tenham desaparecido em Alexandria, registros, papiros ou livros provenientes dessa civilização desaparecida.

Foram igualmente destruídos tratados de alquimia os mais detalhados, aqueles que permitiriam, realmente, obter a transmutação dos elementos. Foram destruídas obras de magia. Foram destruídas provas do encontro com extraterrestres do qual Bérose falou, citando os Apkallus. Foram destruídos... mas como prosseguir enumerando tudo o que ignoramos! A destruição completa da biblioteca de Alexandria é, certamente, o maior sucesso dos Homens de Preto.

Geradores psicotrônicos

Parapsicologia na União Soviética

“O poder da fé recebe uma aplicação direta e especial na ação magnética; por ela o homem age sobre o fluido, agente universal, que lhe modifica as qualidades e lhe dá umas impulsão, por assim dizer, irresistível.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, p. 5.)

Ainda as pesquisas na ex-Tchecoslováquia – O ponto culminante da estada na Tchecoslováquia parece fantástico e é fantástico – mas pode ser autêntico. Deparou-se-nos (são as autoras da obra ora resumida que o dizem) uma galeria de objetos – polidos e brilhantes, ásperos e granulados, de aço, bronze, cobre, ferro, ouro – "geradores psicotrônicos", que fazem o impossível. Vimo-los apresentados num filme exibido pêlos cientistas tchecos na Conferência Internacional de Parapsicologia em Moscou. Sopesamos os geradores psicotrônicos com as mãos. Nós mesmas operamos um deles.

Que são eles, afinal? A resposta não é fácil. Os tchecos começam por explicá-los da seguinte maneira:

– Os seres humanos e todos os seres vivos estão cheios de uma espécie de energia até recentemente desconhecida para a ciência ociden­tal. Essa bioenergia, que nós denominamos energia psicotrônica, parece implícita no PK; pode ser a base da rabdomancia. Talvez se revele envolvida em todos os fatos psíquicos. Os geradores psicotrônicos a extraem de uma pessoa, acumulam-na e usam-na. Depois de carregados com a nossa energia, os geradores fazem algumas coisas que um médium é capaz de fazer.

Foi essa a primeira porta que abriram para nós e que dava para o mistério. Haveria corredores à nossa espera.

O gerador psicotrônico, ou gerador de Pavlita, como é chamado em homenagem ao seu inventor, nasceu, em parte, de antigos manuscritos e descobrimentos esquecidos, velhos conhecimentos combinados com a ciência moderna. Não é de hoje a idéia de uma bioenergia.

Diziam os antigos chineses que não somos uma coleção de peças, à semelhança de uma máquina, senão uma central elétrica de insólita energia. Eles lhe chamavam Força da Vida ou Energia Vital. E acres­centavam que o Universo também está impregnado de Energia Vital, de modo que estamos assim ligados ao cosmo.

Os nossos vizinhos da Índia, os antigos hindus, falaram nessa força vital existente em nós, a que davam o nome de Prana. A Ioga moderna se baseia na idéia do Prana. Mas se a energia vital ou energia "X" é mais que um simples conceito filosófico, como se dá que ninguém no Ocidente a tenha encontrado? Encontrou, sim, afiançam os tchecos. Muitos "descobrido­res" provocaram uma comoção momentânea com a sua nova energia, mas foram esquecidos ou, quando muito, relembrados como brilhantes manía­cos, à proporção que a ciência ocidental corria para o seu grande florescimento tecnológico.


O que a kirliangrafia possibitou - A lista seguinte enumera os descobridores mais famosos. Mas houve muitos outros. Todos chegaram às suas descobertas por caminhos diferentes, todos deram a "ela" um nome diferente, mas o que mais surpreende é que concordam muito amiúde quanto às características da nossa suposta energia.


Descobridor Nome atribuido
Chineses Chi
Hindus Prana
Polinésios Mana
Paracelso Munis Magnale
Eliphas Levi
Luz Astral
Van Helmont Magnum
Mesmer Magnetismo animal
Reichenbach Odd
Keely Força motora
Blondiot Raios-N
Radioestesistas Força etérica
L. E. Eeman Força "X"
Medicina atual Psicossomática
URSS
Energia bioplasmática
Cientistas tchecos Energia psicotrônica

Hoje em dia, na União Soviética, grupos de cientistas puros estão estudando um "novo descobrimento" – uma energia vital, até agora desconhecida, ligada aos seres vivos. Energia bioplasmática é o nome que lhe dão. Mas os russos têm uma grande vantagem a seu favor. Graças à descoberta de Kirlian, a energia bioplasmática pode ser vista por qualquer pessoa em fotografia e microscópios eletrônicos. Pode ser cientificamente observada e estudada ao torvelinhar em rútilos clarões coloridos. Os cientistas do século XX, com os seus dispositivos rastreadores e regis­tradores, arrancaram o antigo átomo grego do reino da filosofia e o trouxeram para o reino do real, convertendo-o numa energia prática. Pode ser que os soviéticos, começando com o aparelho de Kirlian, venham a fazer o mesmo com a energia vital das antigas culturas. Ou talvez o façam os tchecos, com os seus geradores psicotrônicos. Eles também são responsáveis pela redescoberta.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

EUA criarão mosca-robô assassina

Pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas para melhorar a estabilização de voo e navegação dos MAVs

mosca-assassina - queverdadeeessa.com A USAF, a Força Aérea dos Estados Unidos, está trabalhando em um projeto de desenvolvimento de robôs do tamanho de insetos, desenhados para missões de espionagem, reconhecimento e até assassinato.

Segundo o pronunciamento feito nesta quarta-feira pelo Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea - AFOSR, os engenheiros dos laboratórios da Califórnia irão aprender como construir pequenos robôs voadores - chamados de Micro Air Vehicules (MAVs) - que podem voar através de portas, aberturas e coberturas, conta o site The Register.

Para tanto, os pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas em túneis com muitos obstáculos, buscando medidas para melhorar a estabilização de voo e navegação em veículos deste tamanho, explica o Dr. William Larkin, do AFOSR.

Para seguir as moscas durante seu voo, os pesquisadores construíram um sistema de rastreamento 3D, que tem o incrível desafio de localizar quase que instantaneamente os insetos dentro da arena de testes.

Ainda segundo o The Register, se os cientistas da USAF conseguirem compreender os mecanismos utilizados pelas moscas para se orientarem durante o voo, eles poderão utilizar as mesmas ideias para melhorar as manobras com os MAVs onde o sinal de GPS não chega.

NAVES DE 30 ANDARES "PIRÂMIDES DO BRASIL"

PIRÂMIDES DO BRASIL"



Entrevista com Bob Pratt
Estive em diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, Niterói, Varginha, Belo Horizonte, Belém, Natal, Campinas, Curitiba, Londrina, Maringá, Florianópolis e Pelotas. Sempre procurando por relatos de avistamentos de UFOs. Os casos que envolviam ferimentos eram os que eu considerava os mais interessantes e, por causa disso eu continuei voltando ao Brasil. Mas foi somente depois de ter investigado a casuística brasileira por vários anos que eu percebi que os casos de Pinheiro e Colares fizeram parte de uma longa e vasta onda de UFOs, que cobriu uma enorme parte da área do norte do país, provavelmente de São Luis até Manaus. Em julho de 1981 eu saí da revista e retornei imediatamente ao Brasil, às minhas próprias custas. Fui direto à Belém para encontrar com Hollanda, que tinha mantido contato comigo durante este período. Ele, eu e um outro pesquisador norte-americano voamos para Colares aonde, utilizando Hollanda como intérprete, entrevistamos várias testemunhas da onda de 1977 e 78. Meu amigo e eu alugamos um avião Cesna, contratamos um piloto e, tendo Hollanda como co-piloto, voamos para Monte Alegre e Santarém. Passamos muitos dias viajando de avião ou barco para vários vilarejos ao longo do rio Amazonas até a cidade de Óbidos. Mais tarde, nesta mesma viagem, eu retornei até São Luis e fui à Fortaleza, aonde trabalhei com Reginaldo de Athayde e Jean Alencar. Deste então, estive no Brasil mais nove vezes, quase sempre retornando à região Norte. Muito do meu tempo foi dedicado à pesquisa de casos ocorridos nos Estados do Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. Alguns dos mais incríveis ocorreram nestes Estados, incluindo levitação, tentativas de abdução, abduções, ferimentos e mortes. O Estado do Rio Grande do Norte era o meu local preferido, porque casos realmente estranhos aconteceram por lá. Eu também realizei pesquisas no vale do Rio das Velhas, em Minas Gerais, ao norte de Belo Horizonte. Esta é uma outra área impressionante no que se refere à atividade de UFOs e, provavelmente há mais de 50 anos.
Este vale é, com certeza, minha segunda área favorita para a pesquisa de UFOs. Se eu fosse mais jovem, sem compromissos com ninguém (quero dizer, sem família e podendo ficar quanto tempo quisesse) e tendo dinheiro suficiente, faria uma pesquisa em cada um dos estados do Brasil, porque eu acho que os UFOs têm atuado em todas as partes deste país. No total estive em Belém 6 vezes e 4 vezes em Colares. Todas essas visitas tiveram o objetivo de obter mais informações sobre a onda de UFOs na área de Colares. Também fiz uma viagem à região de Monte Alegre, Santarém e Óbidos, junto com Hollanda.


E agora a parte mais surpreendente: Um homem na Baía do Sol declarou ao Coronel Uyrangê que certo noite foi despertado por uma intensa luz vermelha, pulsando através da sua janela. Chegando a ela, avistou uma nave enorme - "como um helicóptero sem rotores". E a tal luz vermelha pulsava justamente no seu topo! Três seres apareciam nitidamente e bem próximo no seu interior: eram altos, cerca de 1,80 metro, com cabelos louros e olhos azuis - usavam roupas brancas com barretes azuis. Pareciam estar operando algum instrumento, assim como um computador! Na ilustração acima (não pertencente à Operação Prato), vemos o raro tipo de ocupantes de UFOs dotados de tipologia "humana", conforme avistado em várias partes do mundo, o que corresponde plenamente ao relato daquela testemunha! Aliás, trata-se de um tipo de Ufonautas por vezes conhecido como (vejam só!)..... NÓRDICOS!!!


Nórdicos"? Nesse estranho particular, e somente para refrescar a sua memória, lembremos que durante a Segunda Guerra Mundial, 1939/1945, Adolf Hitler despachou para as selvas brasileiras cerca de 2 mil militares, através de uma operação ultra-secreta que visava a estabelecer BASES e encontrar um certo objeto deixado pelos "deuses" em uma antiqüíssima cidade perdida, situada em meio à Amazônia - justamente à procura da qual muitas décadas depois foi misteriosamente assassinado o jornalista alemão Karl Brugger na Cidade do Rio de Janeiro (assuntos, aliás, já extensivamente abordados neste Site)! E principalmente convém recordar que todos os Discos Voadores nazistas do Terceiro Reich (foto) - produzidos em estreita cooperação com entidades alienígenas - desapareceram..... Misteriosamente e assim como num passe de mágica, um pouco antes do término daquele grande conflito mundial! Muitos deles foram transportados ou, mais acertadamente, seguiram por MEIOS PRÓPRIOS, conduzindo cientistas e os altos dirigentes do nazismo para Neu-Schwabenland, uma base ultra-secreta situada nas profundezas dos gelos antárticos. Mas.... E os outros Discos?



Revelação e repreensão
Hollanda confessou que acompanhava discreta mas entusiasmadamente as atividades da Ufologia Brasileira desde o surgimento de Ufo, em 1985. Já naquela época, oito anos após a realização da Operação Prato, e ainda com memória fresca sobre os inúmeros casos ufológicos que viveu, a então revista Ufologia Nacional & Internacional, antecessora de Ufo, recebeu de uma fonte confidencial ligada à Aeronáutica uma série de fotos de naves alienígenas que teriam sido tiradas pela FAB, na Amazônia. Pouco ou nada, além disso, sabíamos sobre esse material, mas mesmo assim o publicamos.
Sabíamos na época, e Hollanda depois nos confirmou – que eram fotografias secretas, obtidas oficialmente pelos militares que compunham a Operação Prato. Esse material tinha que ser publicado a todo custo, para que a Comunidade Ufológica Brasileira soubesse de sua existência, mesmo que isso pudesse trazer problemas legais para a revista. E trouxe: tal atitude resultou em repreensão do editor da revista por um certo comando militar. De qualquer forma, as fotos e um texto sobre o pouco que sabíamos na época a respeito da operação foram publicados. Evidentemente, os oficiais que integraram a operação não apreciaram tal fato, em especial o comandante do 1º COMAR, que havia determinado a criação do projeto e estabelecido que o mesmo fosse mantido em segredo. Mas nenhum militar foi punido em razão da publicação daquele material em Ufologia Nacional & Internacional, pois nunca se soube quem era nossa fonte de informação. Não era Hollanda, ao contrário do que muitos pensaram.
Apesar das dificuldades inerentes a uma revelação como aquela, nos primórdios de nossa trajetória, nossos leitores tomaram conhecimento de que uma missão de investigação oficial de objetos voadores não identificados, conduzida pela FAB, foi realizada na Amazônia em sigilo, resultando em experiências diversas vividas pelos militares envolvidos e na confirmação não só da realidade do fenômeno em si, mas também de sua origem extraterrestre. Nem o próprio Hollanda, que não conhecíamos na época, chegou a se irritar com a publicação do material, pois julgou importante que todos soubessem dos fatos, como admitiu anos depois, na entrevista que daria à Revista Ufo, em 1997. “A publicação fez seu papel, doa a quem doer. Tem gente que não gostou, é claro. Mas, assim como eu, vários outros militares acharam que a medida foi acertada”, disse Hollanda ao editor Gevaerd.
Alguns meses depois, já baixada a poeira, Hollanda, ainda com patente de capitão, passou a acompanhar as edições da revista, discretamente, constatando de longe a seriedade do trabalho desenvolvido pela Equipe Ufo. Nosso interesse por informações mais detalhadas sobre a Operação Prato nos levou a contatá-lo em Belém, em 1988, em seu posto no 1º COMAR. O capitão nos recebeu com formalidade, mas amigável. Evidentemente, não pôde nos dar os dados que buscávamos, mas notou nossa insistência em ver o assunto disseminado através da publicação. Por isso, tentamos ainda um novo contato no início dos anos 90, já no Rio de Janeiro, quando o oficial estava em vias de se aposentar. Nessa ocasião, num encontro casual, trocamos algumas idéias sobre o Fenômeno UFO, mas nada mais consistente. Ainda não seria dessa vez que teríamos conhecimento dos detalhes das descobertas da FAB na Amazônia.
A hora certa chegaria em junho de 1997, por iniciativa do próprio Hollanda, motivado por uma reportagem que assistira no programa Fantástico. Numa matéria específica sobre o sigilo imposto aos discos voadores pelos governos – especialmente no Brasil – o editor de Ufo declarou fatos sobre a Operação Prato e mostrou alguns poucos documentos que a equipe tinha na época. Na segunda-feira imediatamente após o programa ter ido ao ar, Hollanda, já na reserva, viu que era hora de quebrar o silêncio.
Missão cumprida
Aposentado desde 1992, ele nos telefonou para elogiar a atuação da revista e para retomar o contato e colocar-se à nossa disposição. Disse que já havia passado bastante tempo desde a operação, e que julgava ter chegado a hora de romper o silêncio. “Estou na reserva, cumpri minha missão para com a Aeronáutica. O que eles podem me fazer? Prender? Duvido!”, disse, quando questionamos sobre a possibilidade dele sofrer punições de seus superiores quanto à atitude de nos revelar os fatos.
A decisão de Hollanda era corajosa e absolutamente sem precedentes na Ufologia Brasileira. Nunca, em momento algum, um militar tinha tomado tal resolução. Assim, com seu consentimento, colocamos o repórter e editor do Fantástico Luiz Petry e a jornalista Bia Cardoso, da Manchete, em contato com ele. Esses profissionais foram os primeiros a chegar em Cabo Frio e entrevistar Hollanda. Com isso, cumpríamos nossa obrigação de informar à imprensa fatos significativos dentro do mundo ufológico. Tínhamos consciência de que, por mais que pudéssemos – e fôssemos tentados – a guardar para a Revista Ufo a exclusividade de tais informações, numa espécie de “furo” mundial de reportagem, não tínhamos esse direito. Ufo tinha, sim, a obrigação de dar todos os detalhes, todas as minúcias ao seus leitores. Mas a imprensa precisava levar tais fatos, ainda que de maneira bem mais reduzida, à toda população. Seguindo esse mesmo princípio, a publicação consentiu que a entrevista que fez com Hollanda fosse inúmeras vezes reproduzida em revistas e sites da internet, em todo o mundo.
Mais do que um entrevistado, Hollanda transformou-se num querido amigo de vários integrantes da Equipe Ufo e aceitou, sem vacilar, o convite que formulamos para vir a ser um dos consultores da publicação, o que não chegou a se efetivar em razão de seu suicídio. Experiência não lhe faltava, pois, em seus quatro meses de
Operação Prato, além de muitos outros passados na selva em missões onde o Fenômeno UFO estava presente, teve a oportunidade não apenas de conhecer detalhes íntimos sobre o assunto, mas de viver pessoalmente dezenas de espetaculares experiências com objetos enormes e à curta distância.
Naves de 30 andares
Hollanda se recorda dos detalhes de ocorrências assustadoras passadas na selva, onde avistou diversos UFOs, desde “objetos cilíndricos do tamanho de prédios de 30 andares, que se aproximavam a não mais do que 100 m de onde estava”, disse, até as enigmáticas e onipresentes sondas ufológicas. Na época em que o entrevistamos, Hollanda estava casado pela segunda vez e vivendo uma vida pacata de aposentado em Cabo Frio, após 36 anos de atividade militar – nos quais desenvolveu funções que vão desde chefe do Serviço de Intendência do 1º COMAR a comandante do Serviço de Operações de Informação (A2) e coordenador de Operações Especiais de Selva.
Hollanda era um homem realizado – poucos tiveram a vida que ele teve. E era bastante franco também. “Gevaerd, a Operação Prato tinha o objetivo de desmistificar aqueles fenômenos na Amazônia. Eu mesmo era cético a respeito disso”, disse, logo no princípio da entrevista, informando que ele fora designado por conhecer como nenhum outro militar a região afetada. “Mas depois de algumas semanas de trabalho na área, quando os UFOs começaram a aparecer de todos os lados, enormes ou pequenos, perto ou longe, não tive mais dúvidas”, desabafou, admitindo que se convenceu da realidade dos fatos na Amazônia.
É esse incrível personagem, agora eterna referência na Ufologia, quem deu a maior contribuição que essa disciplina receberia em nosso país, em mais de cinco décadas de atividades. Porém, a Comunidade Ufológica Brasileira mal chegou a conhecer o homem a quem passou a dever tanto desde junho de 1997, quando ele resolveu romper o sigilo. Quatro meses depois, em 02 de outubro, o coronel Uyrangê Hollanda cometeu suicídio. Tinha feito outras três tentativas anteriores, pois era vítima de depressão – sendo que, da última, adquiriu um problema na perna que o levara a andar mancando. O coronel deixou filhos de seus dois casamentos, em Belém e no Rio de Janeiro.
Hollanda foi-se desse mundo sem saber que enorme benefício o causara. Talvez, se a primeira parte de sua entrevista tivesse sido publicada um pouco antes, ele se sentiria menos deprimido ao ver o respeito com que seus depoimentos e sua coragem foram tratados na Revista Ufo.
Infelizmente, por problemas inerentes a uma publicação de circulação nacional, a entrevista com Hollanda só pôde ser divulgada na edição 54, de outubro de 1997, indo às bancas no dia 12 daquele mês – precisamente 10 dias após seu falecimento. Já não havia mais tempo de parar as máquinas gráficas para incluir, na edição, a triste nota. Ela teve que ser publicada junto da segunda parte do material, na edição 55, de novembro. “Carrego comigo até hoje a impressão de que, se tivesse conseguido publicar a entrevista pelo menos uma edição antes, em Ufo 53, Hollanda, ao ver o que escrevi a seu respeito e a contribuição que estava dando à Ufologia Brasileira, não teria tirado sua vida”, declara o editor Gevaerd. Lamentavelmente, a história não pode ser mudada.


Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa?
Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.
A Operação Prato consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca.
No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada. O coronel que estava afastado daFAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO.
o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. DESCONHECIDO
Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado "vazio cartográfico", uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um "arco de desconhecimento" que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá.
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal - cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.

FONTE: Internet http://www.bobpratt.org/oprato.html

A IMATÉRIA

DO OUTRO LADO DO ESPELHO [A IMATÉRIA]
O mundo real e o irreal tem um intermediário, uma passagem a que poderemos denominar conduto, que une o mundo imaterial com o mundo material ou físico, Berguier, em sua obra “ Os Livros Malditos” , recopila o desaparecimento de pessoas que, inexplicavelmente, de um dia para outro, “ foram-se “ sem deixar rastro, é que no outro lado o espelho não só projeta a imagem, se não que as vezes, permite a passagem do que estava sendo projetado. Isto se dá tanto na terra como no cosmos. Está comprovado que a mente humana é igual ao reflexo da luz. E se seguíssemos ao inverso o circulo luminoso de uma lanterna chegaríamos, sem duvida a lanterna mesma. Porque um pequeno objeto cientifico transportado por óvnis deixado na terra, seria de igual valor que aqueles que nossos astronautas deixaram na Lua, para justificar sua primazia e posse, se nada deixaram de tipo cientifico não significa sua não existência, e sim sua falta de imaterialidade, no sentido em que nos conhecemos a matéria e a detectamos, a distancia que separa a Terra nosso planeta físico de outras estrelas ou planetas de igual tipo de matéria, é de milhões de anos luz.Mas que a mencionada distancia se encurta quando conseguimos penetrar nos mundos paralelos dessas outras dimensões, os veículos que unem os mundos distantes utilizam o mesmo caminho pelos que se comunicam com mundos paralelos, sabemos que o homem não é uma casualidade da combinação de alguns elementos da atmosfera terrestre, como afirmam alguns cientistas materialistas, as formas anatômicas do homem e sua consistência biológica, são motivadas pelas necessidades de aclimatação ao ambiente em que vão se desenvolver, existindo trilhões de estrelas que tem seus próprios planetas e satélites, nos quais devem existir formas de vida, há uma equivalência s nosso planeta Terra, e podem existir seres idênticos a nós.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Criatura Estranha.

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“Moradores de uma cidade no Canadá estão intrigados após o corpo de uma criatura estranha ter sido encontrado em um lago. O animal com o corpo pelado e sem pelos na cabeça foi achado por duas enfermeiras em Kitchenuhmaykoosib durante uma caminhada”.
Do G1: Criatura estranha achada em lago intriga cidade no Canadá

A notícia e as fotos foram divulgadas originalmente no sítio oficial da cidade, com o detalhe que falta na maior parte das reproduções da nota: “o rabo da criatura é como o de uma ratazana e ela tem em torno de 30 centímetros de comprimento”. Com estas informações e uma simples olhada nas bizarras imagens, não há motivo para mistério.

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Mesmo o “Morning Starr” cita a identificação mais prosaica e simples à “criatura estranha”. Antes de ser um chupacabras ou um novo Monstro de Montauk, seria “apenas uma lontra morta em que parte dos pêlos caiu”.

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Uma lontra morta.

O próprio Monstro de Montauk, sensação na rede em 2008, consistia simplesmente a carcaça de um guaxinim. Mais recentemente, o Monstro do Panamá também mostrou ser apenas a carcaça de um bicho-preguiça.

Em todos estes casos, a decomposição em meio à água causa certo inchaço, descoloração e a perda da pelagem, dando um aspecto um tanto diferente aos animais.

ATUALIZAÇÃO 22/05/2010: Seria em verdade um mink, um vison? Através da amiga Maria Guimarães, ouvimos a opinião do doutor James L. Patton, curador e professor emérito do Museu de Zoologia de Vertebrados da Universidade da Califórnia.

“[A] criatura misteriosa parece mais um mink do que uma lontra para mim (dedos mais longos, não palmeados). Estava claramente morto na água por um período prolongado, daí a face e cabeça sem pêlos e a aparência um tanto inchada”, escreveu Patton.

“Se qualquer pessoa tivesse se importado em olhar os dentes, a identificação teria sido fácil, mas…”, ele lamenta, enfatizando que esta identificação provável foi feita apenas através das fotos publicadas na rede, sem a evidência necessária para uma conclusão mais certa.

Assim, parece uma lontra, mas era provavelmente um mink. Seja como for, nenhum monstro, ambas criaturas, lontras e minks, são muito parecidas e nada assustadoras, nisto todos podemos concordar. [com agradecimentos a Maria Guimarães e James Patton!]

Atualização 29/05/2010: O italiano Giorgio Castiglioni envia comentários adicionais:

“O dente mais visível na mandíbula superior parece um canino, e sua posição também é muito anterior para que seja um incisivo. Desta forma, podemos descartar o muskrat como foi sugerido (por exemplo, pelo criptozoologista Loren Coleman) em uma solução possível (roedores não possuem dentes caninos). Observando os dentes e a forma do corpo e patas, parece claramente um mustelídeo. Desta forma, sua primeira hipótese de uma lontra era um bom chute, mas também é minha opinião de que seja um Mink Americano (Neovison vison)”.

Castiglioni ainda atenta:

“Sem querer ser chato, mas a lontra na foto usada em seu blog é uma lontra européia (Lutra lutra) encontrada na Europa e Ásia, mas não no Canadá. A lontra do Canadá pertence a outra espécie e gênero, Lontra canadensis”.

Para compensar nosso erro, abaixo uma imagem de um mink americano:

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Descobrimento

Em 1944 Waldemar Julsrud, comerciante de ferragens de origem alemã, descendo a cavalo o mais baixo declive da montanha de El Toro, deparou-se com uma parte de um objeto cerâmico enterrado parcialmente na terra. Julsrud de forma alguma era um desconhecido de artefatos de civilizações antigas: possuía uma das maiores e mais valiosas e extensas colecções de cerâmica Chupicuaro em existência, com várias centenas de peças. Tinha, também, noções de arqueologia e imediatamente percebeu que essas peças eram diferentes de tudo que já havia visto.

Ele fez um arranjo com um de seus empregados, Odilon Tinajero, para escavar na área, a fim de encontrar mais peças. Julsrud concordou em pagar Tinajero um peso para cada estatueta que estivesse completa, ou pudesse ser facilmente reparada.

As estátuas escavadas variavam de 2 cm a 1,8 metro de comprimento. Alguma destas mostravam estranhas criaturas em associação ativa com humanos – geralmente os devorando (mordendo). Aproximadamente 10% destas criaturas se assemelhavam a dinossauros e foram encontradas em grupos de 20 a 30 peças.

Waldemar Julsrud lotou completamente sua mansão de doze cômodos com a coleção de mais de 33 500 peças. Havia ídolos, instrumentos musicais como flautas, curiosas máscaras, ferramentas e utensílios que indicavam conexões culturais com egípcios e sumerianos, assim como estatuetas esculpidas em barro em diversas cores e humanos de diferentes povos: asiáticos, africanos, caucasianos barbados, esquimós, mongóis, como também de criaturas monstruosas, misturas curiosas de humanos com animais, e muitas outras até hoje inexplicáveis criações.

Argumentos pela autenticidade

Posteriormente aspectos considerados erroneamente representados nas esculturas, como por exemplo os serrilhados das costas, mostraram-se corretos com a descoberta recentes de impressões fósseis da pele dos dinossauros, fato desconhecido na época das descobertas. Relatos de observadores da escavação indicam que havia crescimento de raízes antigas por entre as peças.

Evidências de fraude e realidades

As circunstâncias da “escavação” das figuras são motivo de suspeita. Julsrud afirma que pagou a camponeses por cada figura que lhe entregaram, pelo que é plausível, pode ser que estes fabricaram as estatuetas e as fizessem passar por relíquias autênticas.

Segundo Charles C. DiPeso, a superfície de algumas figuras evidenciava que eram de factura recente. Não mostravam as características habituais de elementos que teriam permanecido enterrados durante milhares de anos. Se realmente fossem relíquias autênticas estariam arranhadas e desgastadas como o restante dos artefatos encontrados nessa área do México.

Também é estranho o grande número de figuras recuperadas em tão bom estado e inclusive as que parecem gastas têm fraturas limpas, que se deduz serem recentes.

As Figuras de Acámbaro

















As figuras de Acámbaro são uma coleção de mais de 32 mil peças encontradas em Acámbaro, no estado de Guanajuato, México, por Waldemar Julsrud. Essas estatuetas parecem representar dinossauros, animais extintos e pessoas de culturas dovelho continente. Determinações não oficiais de carbono 14 estimam sua idade em 6000 anos.

Dado que lembram dinossauros, as figuras são algumas vezes citadas como anacronismos. Alguns criacionistas afirmam a existência de tais figuras como uma evidência para a coexistência de humanos e dinossauros, em uma tentativa de colocar em dúvida os métodos científicos de datação e potencialmente oferecer apoio a uma interpretação literal da Bíblia.

Entretanto, não há evidência confiável para a validade das figuras de Acambaro como artefatos verdadeiramente antigos ; eles são aceitos por meios não acadêmicos de arqueologia e paleontologia (incluindo-se aí pseudoarqueologia), e os motivos de muitos que os apoiam são questionáveis.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Alien encontrado no México

No final de 2009 os cientistas ficaram malucos com um fato que deixou o
mundo perplexo.O fazendeiro Marao Lopez entregou uma criatura que ele capturou em 2007 em uma armadilha para animais.Ele ficou tão assustado que tentou matar a criatura por afogamento.Ele levou mais de uma hora até conseguir mata-lo.


O que mais intrigou os cientistas foi que o exame de DNA feito na criatura, deram resultados de uma criatura desconhecida para a humanidade.A polêmica ficou ainda maior quando o fazendeiro que havia matado o alien bebê foi encontrado morto.Ele havia sido queimado dentro de seu carro.Especialistas dizem a temperatura com que o carro foi queimado era muito mais alta que o normal.
As pessoas que não acreditam em alienigenas garantem que essa criatura não passa de um macaco subdesenvolvido.
Verdade ou não, o mundo se voltou para esse alien bebê.

Incriveis e Chocantes praticas do passado.

É impressionante o modo como a humanidade mudou o seu pensamento nos últimos 50 anos. Antes de várias descobertas científicas e, principalmente, no campo da medicina, fazíamos coisas absurdas! Mas se você acredita que ainda vivemos como nossos avós, é bom dar uma olhada nessa lista. Se você não acredita, pode ler e escolher qual é a prática que acha a mais bizarra.

10. Venda de esposas

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkZ18_N9SdF9WZ4s_cxZW-faMXX3tInKAeHM3oPls2v8Jp_8TWH6rkNDb3tdShV1-bVANto69yRFA6feLycS3zt78h_ZPMnZ2d761ThPpHLhz5uf2pNARXgW2CohA69AEr3GcFCIwpppI/É claro que isso ainda acontece em alguns países, mas antigamente era um evento “um pouco” mais humilhante. Durante a época medieval, quando um homem e uma mulher se casavam, eles se tornavam uma “entidade” literalmente. Tudo o que a mulher possuía, incluindo ela mesma, passava a ser do seu marido. E, se ele quisesse, poderia vendê-la em um leilão público, que era anunciado por todos os cantos da cidade. Em alguns casos (e você pode até imaginar quais) a própria mulher arranjava sua “venda” e levava o dinheiro ao ex-marido.

9. Enema de tabaco

Era realmente um procedimento médico colocar um tubo “lá” e soprar fumaça de cigarro para dentro do sujeito doente. E isso aconteceu até o século XIX. O tratamento era usado para aliviar dores de cabeça, de estômago, cólicas e, ironicamente, problemas respiratórios.

8. Exames de gravidez bizarros

Como saber se você realmente está grávida sem ter que esperar pelo próximo mês? As moças da antiguidade tinham vários métodos. No Egito e na Grécia antigos elas faziam xixi sobre um saco de trigo. Se ele germinasse, é porque ela estava grávida. Hipócrates, um dos pais da medicina, sugeria que a mulher tomasse água com mel antes de dormir. Se tivesse cólicas, o teste deu positivo. Mas um dos testes mais bizarros era o dos coelhos, desenvolvido em 1927. A urina da moça supostamente grávida era inserida no útero das coelhas. Se os ovários delas respondessem, é porque um certo hormônio estava presente e a moça estava grávida.

7. Xarope calmante Mrs. Winslows

Entre os séculos XIX e XX, várias substâncias foram testadas e, algumas, mostraram ter um impacto no cérebro. Um bom exemplo é o xarope calmante Mrs. Winslows, que era usado para acalmar crianças pequenas. Ele diminuía o batimento cardíaco dos pequenos e isso fazia com que eles dormissem rápido. Só que alguns bebês começaram a morrer após a ingestão da mistureba. E, apesar de denúncias, o xarope continuou a ser vendido até 1930.

6. Lobotomia

Você já deve ter ouvido falar de lobotomias, mas você sabe realmente do que se trata? Ela é uma terapia extremamente invasiva e radical, muito praticada na primeira metade do século XX, para tratar as pessoas que tinham problemas mentais. A lobotomia simplesmente cortava as conexões do córtex pré-frontal do cérebro com outras partes do órgão. Os médicos furavam os crânios dos pacientes e destruíam os tecidos que cercavam os lobos frontais. Obviamente, os pacientes que sofriam de esquizofrenia, depressão e outros problemas mentais, aparentavam mudança significativa no comportamento. Só que isso porque o paciente, além de sua doença, passava a sofrer com lesões cerebrais que o incapacitavam. Apesar de seus efeitos colaterais, estima-se que centenas de milhares de lobotomias tenham sido feitas. Hoje, ela é uma prática ilegal.

5. Bibliopegia antropodérmica

A Bibliopegia antropodérmica é uma prática deveras perturbadora. Basicamente, consiste em encapar um livro usando não couro ou outro material, mas pele humana. No século XIX, onde ocorriam muitas dissecações de cadáveres, essa se tornou uma prática comum e várias universidades ainda possuem alguns exemplares de livros encapados com pele. No fim dos anos 1800, vários criminosos apareceram nos EUA – um deles era conhecido como Big Nose George (ou George Narigudo). Ele foi capturado e, posteriormente, morto. Seu corpo foi doado para pesquisa científica e acabou nas mãos de Thomas Maghee e John Eugene Osborne, médicos. Eles dissecaram o corpo, ofereceram o topo de seu crânio para uma menina de 15 anos chamada Lilian Heath (que, mais tarde, se tornaria a primeira mulher a exercer a medicina no estado americano de Wyoming) que o usou como cinzeiro, peso de papel e de porta. A pele do criminoso foi removida e usada para fazer sapatos para John Eugene e uma mala. Ele usou o sapato quando foi eleito governador do estado. Hoje, os sapatos estão em exposição, juntamente com o topo do crânio de Big Nose George.

4. Drapetomania

Drapetomania foi um “distúrbio” descoberto por um médico americano em 1851 que causava aos escravos negros uma “misteriosa” vontade de fugir das fazendas onde trabalhavam. Segundo o médico Samuel A. Cartwright isso era culpa dos proprietários dos escravos, que, frequentemente, os tratavam como iguais e não como seres inferiores. Para curar essa “doença”, o médico sugeria que os proprietários punissem os escravos até que eles fossem completamente submissos.

3. Direito divino dos reis

Basicamente, é a premissa de que os reis podem governar porque têm direito divino – ou seja, suas ações seriam justificadas porque Deus estava por trás delas. A teoria foi especialmente usada em governos europeus. Exemplos são James VI da Escócia(1567–1625), James I da Inglaterra (1603–1625) e Louis XIV da França (1643–1715). Só que isso causava um problema para os educadores dos príncipes. Como você não poderia punir o representante de Deus na Terra, se um príncipe jovem fazia alguma besteira, os seus colegas eram punidos na frente dele. Como, normalmente, os filhos do rei eram educados isoladamente, amizades não eram formadas. Para isso, usava-se alguns meninos de classes mais baixas, que, supostamente, formariam amizades com o futuro rei e, quando ele não obedecesse, havia esse menino especialmente contratado para ser chicoteado na frente dele. Então se considerava que punir um amigo do príncipe era uma maneira de atingi-lo sem machucá-lo. O problema é que nem todos os reis e príncipes eram tão benevolentes com pessoas de classes sociais inferiores.

2. Mimizuka

No período da história japonesa conhecido como Sengoku, havia muitas disputas militares. Uma das práticas após os conflitos era que o lado vencedor poderia levar “troféus” da batalha – normalmente as cabeças decepadas dos inimigos. Normalmente, a recompensa que os lordes davam aos seus guerreiros era baseada na quantidade de cabeças inimigas que eles traziam de volta. Quando o Japão invadiu a Coréia, era mais prático trazer de volta não as cabeças inteiras, mas uma orelha ou um nariz, que eram trazidos ao Japão em barris. Estima-se que cerca de um milhão de pessoas foram mortas. Templos que continham essas partes foram erguidos e o maior deles se chama Mimizuka – estima-se que ele guarde os restos de 38 mil coreanos.

1. Histeria feminina

A histeria feminina já foi um diagnóstico comum que, hoje, está completamente desacreditado. Em 1859, um médico chegou a dizer que um quarto de todas as mulheres sofria com histeria feminina. Outro médico catalogou 75 páginas de sintomas que caracterizavam a histeria feminina. De acordo com o documento, quase todos os males que o corpo humano sofre, independente do motivo, poderiam ser caracterizados como sintomas da doença. Acreditava-se que a “vida moderna” do século XIX fazia com que as moças fossem mais suscetíveis a desenvolver histeria. E isso não é o mais chocante. Como a histeria era associada com insatisfação sexual, o médico fazia “massagens pélvicas” na moça até que elas passassem por “paroxismo histérico” – em outras palavras, o médico masturbava a paciente até que ela tivesse um orgasmo. E, estranhamente, eles diziam que apesar das pacientes não terem risco de morte, elas precisavam de tratamento constante – não vamos esquecer que eles eram pagos pelas massagens pélvicas. Em 1873, o primeiro vibrador foi inventado para propósitos médicos – eles eram apenas disponíveis para os médicos que os usavam e não para as moças insatisfeitas diretamente. Posteriormente, o aparelho se popularizou e as moças puderam comprar seus companheiros sem a “interferência médica”.