quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vale do Anhangabaú, o vale do mau espírito

O vale do Anhangabaú é envolto em mistérios, em seu subsolo passa o rio Anhangabaú que em tupi-guarani significa mau espírito, ou seja rio do mal espírito, ou onde mal espírito bebe água.

Ele nasce no atual bairro do Paraíso, no subsolo de onde hoje fica a Avenida 23 de Maio, segue pela própria Avenida 23 de Maio, Vale do Anhangabaú até desaguar no rio Tamanduateí na Avenida do Estado.

Na época da colonização de São Paulo, indígenas tinham medo de cruzar o rio, diziam que sofreriam ataques do Anhangá, uma criatura maligna da mata.

O Anhangá se apresenta sob a forma de vários animais, entre eles galinha do mato, morcego, macaco, rato, humano mas principalmente como um veado branco com olhos de fogo e uma cruz na testa entre os olhos. Quando tem contato com algum humano, traz para quem o viu a desgraça e os lugares freqüentados por ele são ditos mal-assombrados. Ele protege os pequenos animais e plantas dos seres humanos, ou seja, não deixavam nem os índios caçarem para subsistência.


Vale do Anhangabaú atual

Na atualidade o vale do Anhangabaú abriga em sua volta centenas de prédios altos e alguns centenários, dentre esses são tidos como mal-assombrados o prédio dos correios, o teatro municipal, o edifício Martinelli, Edifício Joelma o Edifício Andraus e a câmara dos vereadores de São Paulo. Os 4 últimos são palcos de grandes desgraças, que são os incêndios do Joelma e Andraus e a morte do garoto que caiu de vários andares no poço do elevador do edifício Martinelli e a câmara dos vereadores de São Paulo foi por onde ficáramos corpos dos mortos do incêndio do Edifico Joelma. Até o famoso castelinho da Rua Apa, não fica tão distante do Vale do Anhangabaú.

É a única região urbana do Brasil que concentra tantos casos sobrenaturais em seu entorno, seria a ação do Anhangá por os seres humanos terem destruído toda a natureza em volta do rio Anhangabaú? Sensitivos afirmam que o vale do Anhangabaú emite energia muito ruim, o que faria com que seu entorno absorveria parte dessa energia.


Representação mais conhecida do Anhangá.


Outra representação do Anhangá, com faces mais humanas

Por isso fica o tema a analisar: Existe relação entre essas desgraças e o vale e seus espíritos? Porque os maiores incêndios com vitimas da cidade aconteceram no entorno do Rio Anhangabaú? Porque a Avenida 23 de Maio, onde o rio Anhangabaú passa é uma das avenidas com maior número de acidentes com morte de São Paulo? Porque há vários prédios em seu entorno tidos como mal-assombrados?

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ganzfeld: a máquina de alucinar

O experimento Ganzfeld do alemão "Campo Total" é uma técnica para alcançar estados alterados de consciência e induzir alucinações sem o uso de drogas. Baseia-se no princípio da privação sensorial, pois a mente privada dos estímulos naturais proteja nos sentidos suas próprias impressões. O aparato Ganzfeld usa estímulos sonoros e visuais homogêneos para produzir um efeito psicológico similar ao da completa ausência de sentidos. Trata-se de uma técnica completamente segura e reversível.

A técnica foi desenvolvida pelo Dr. Wolfgang Metzger em 1930 que atendeu diversos casos de mineiros que no isolamento de suas minas e no silêncio e escuridão completa alegavam sofrer diversos tipos de alucinações, que aliados ao medo provocado pela solidão tornava suas vidas um verdadeiro inferno. Nesta época ele estava engajado em suas investigações sobre psicologia e interpretação sensorial e decidiu reproduzir artificialmente as mesmas condições dos mineiros, chegando a resultados igualmente perturbadores capaz de projetar algumas impressões interiores que de outra forma permaneceriam reclusas na mente. Wolfgang notou que de fato existiam mudanças significativas no eletroencefalograma confirmando que as visões não eram meramente inventadas por quem utilizada seu maquinário.

Aqui façamos um parênteses, exploradores do Ártico que não avistam nada além de neve dias seguidos também relatam o mesmo tipo de alucinações dos mineiros. A verdade é que a privação sensorial em si como método para atingir estados alterados de consciência não é nenhuma novidade do século XX. Os gregos antigos ja a utilizavam como meio de obter iluminação espiritual e comunicação com seus deuses. Os pitagóricos em especial se dirigiam a cavernas escuras para receber sabedoria por meio de suas visões.

As câmaras de privação sensorial, como as mostradas no seriado Fringe, total são usadas até os dias em diversas pesquisas psicológica, mas custam milhares de dólares. A máquina Ganzfeld, por outro lado é bem mais barata e sua técnica bastante simples. Em uma seção típica o "receptor" é colocado em uma sala relaxante, reclinado ou deitado numa confortável cadeira com semi-esferas translucidas sobre os olhos com uma leve luz vermelha sobre si mesmo. Ele usa fones de ouvido onde ruido branco ou ruido rosa é reproduzido e permanece sob estas condições por cerca de meia hora. No final deste artigo mostramos como reproduzir esta técnica para uso doméstico.

O que causa as alucinações?

Simplesmente deitar-se no escuro ativa os mecanismos do sono no cérebro. Contudo com a máquina Ganzfeld queremos que o receptor permaneça acordado. Assim o cérebro é minimamente estimulado até que as alucinações comecem a ocorrer. As semi-esferas provocam a sensação de infinito nos olhos e não permite a percepção de profundidade, formato e distância mantendo o cérebro ativo em busca de informação. A luz vermelha é a que menos carga leva ao cérebro por ser a mais baixa na escala espectral, no entanto é luz ainda e não estimula o estado de sono. O ruido rosa ou branco também abafam os sons externos ao mesmo tempo que não fornecem qualquer estímulo específico ao cérebro. Quando nenhuma informação é dada ao sistema nervoso lúcido ele começa a ampliar o uso dos sentidos até o ponto em que o ruído neural e confundido com a informação sensória. Quando os pensamentos se confundem com os sentidos as alucinações se forma. Os sonhos que temos todas as noites são formados de maneira similar.

Ganzfeld e telepatia

No início dos anos 1970, Charles Honorton, do Maimonides Medical Center, de Nova York investigava como os sonhos podiam ser analisados como uma forma de percepção extra-sensorial e decidiu usar a técnica Ganzfeld como uma maneira mais eficiênte de atingir o estado de privação sensorial na qual sua hipótese trabalhava. Quando sua pesquisa foi publicada com co-autoria de Sharon Harper no Journal of the American Society for Psychical Research em 1974 o método logo chamou atenção da comunidade internacional de parapsicologia. Desde então pesquisadores como Dean Radin e Daryl Bem defendem que o experimento Ganzfeld pode ser usado como um método excelente para induzir um estado receptivo a percepção extra-sensorial embora alguns pesquisadores como Susan Blackmore and Ray Hyman contestam que os resultados são inconclusivos.

Nos experimentos de percepção extra-sensorial existe o papel de um "emissor" que observa uma imagem randomicamente escolhida e tenta mentalmente enviar esta informação ao receptor imerso na máquina Ganzfeld. O receptor deve falar em voz alta durante os trinta minutos descrevendo o que estiver vendo ou ouvindo. O procedimento deve ser registrado. Posteriormente o "receptor" sai do estado Ganzfeld e aponta dentre várias imagens qual é que lhe foi transmitida. Em geral são expostas três outras imagens junto com a que foi realmente transmitida dando 25% de chances naturais do "receptor" descobri-la ao acaso. Índices acima de 25% são seguidos de novos testes para confirmar e refinar a medida da percepção extra-sensorial.

Crie sua própria câmara Ganzfeld

Existem diversas razões que poderiam levar alguém a construir uma câmara Ganzfeld para uso pessoal. A primeira é mais óbvia é o simples entretenimento. Esta técnica comprovadamente pode induzir um estado alucinatório que só poderia ser alcançado de outra forma por meio químico. Algumas pessoas consideram uma seção Ganzfeld quase como um meio instantâneo de atingir o estado meditativo. Como vimos acima, alguns pesquisadores consideram esta uma técnica válida para medir e treinar sua percepção extra-sensorial e há ainda receptores que alegam usar esta máquina com sucesso para fins de hipnose e experiências fora do corpo.

  1. Escolha um lugar tranquilo onde ninguém lhe perturbará por pelo menos 30 minutos. Avise seus familiares se necessário.
  2. Troque as lampadas comuns por lampadas vermelhas ou cubra-as com uma forma de papel celofane vermelho.
  3. Separe um rádio com fones de ouvidos. Os melhores fones são aqueles anti-ruído. O rádio deve ser colocado fora de qualquer estação para gerar estática (ruido rosa)
  4. Divida uma bola de ping pong em duas partes, elas deveram serão usadas como um óculos para gerar a impressão de infinito.
  5. Acenda as luzes, coloque o fone e a cobertura nos olhos. Deite e relaxe, mas mantenha os olhos abertos.
  6. As alucinações aparecem em minutos e as distorções sensoriais se intensificam com o tempo.

Divirta-se!

9 coisas que você deve saber sobre seu cérebro

1) 7 é o máximo de ítens para a memória de curta duração.


O cérebro possui três mecanismos de memória: Sensório, Longa Duração e Curta Duração. a memória de Longa Duração, funciona como um disco rígido de um computador. Da mesma forma, poderíamos dizer que a memória de Curta Duração se aproxima da memória RAM. Esta memória de curta duração é capaz de armazenar de cinco a nove itens, sendo sete a média humana.

Aplicabilidade: Não perca tempo memorizando grandes listas Armazenar informação exige portanto o compactamento em aproximadamente sete unidades ou guardá-lo
na memória de Longa Duração.

2) Verde Lima é a cor mais visível.


O Verde Lima esta localizado exatamente no meio do espectro solar visível pelos olhos humanos, mais precisamente entre o verde e o amarelo. Nosso sistema nervoso possui receptores independentes para o verde, o vermelho e o azul e o Verde Lima aciona os três receptores ao mesmo tempo tornando-se a cor mais perceptível de todas.

Aplicabilidade: Use Verde Lima quando quiser destacar algo. Por esta razão esta é a cor ideal para veículos e profissionais do transito das grandes metrópoles.

3) Seu Subconsciente é mais esperto do que você


Seu Subconsciente é mais esperto do que você. Em outras palavras, ele é mais poderoso do que os processos conscientes. Em um estudo recente, um quadrado era colocado em uma tela seguindo um complexo padrão. Depois de um tempo logo as pessoas começaram a melhorar o resultado ao tentar descobrir onde o quadrado iria aparecer em seguida. Quando indagados para conscientemente explicar o padrão, mesmo de pois de horas, ninguém conseguiu.

Aplicabilidade: Confie mais nos seus "instintos"

4) Sinestesia é para todos


A mistura de sentidos não é exclusividade de pessoas que usam LSD, todo ser humano possui algum grau de sinestesia. Em um experimento psicológico Wolfgang Köhler pediu que entrevistados descobrissem o nome de duas figuras, uma chamada Buba, e outra Kiki. O interessante é que o experimento resultou em 98% de acertos. A sensação é tão imediata que não vamos nem colocar os nomes na ilustração abaixo:


bubaykiki.gif



Aplicabilidade: Use o fator sinestésico para aprimorar a memória e o aprendizado.

5) O cérebro humano não é bom com probabilidades


Sua professora do colégio já deve ter lhe provado isso. Mas recentemente foi descoberto que o cérebro humano é naturalmente propenso a cometer alguns erros
básicos de probabilidade. Em um estudo foi proposto o seguinte problema:

Jessica é uma mulher solteira de 31 anos, cândida e promissora profissionalmente. Graduada em filosofia. Enquanto estudante engajou-se em militância social e participou de passeatas contra o descontrole da energia nuclear.

Ranqueie as seguintes da mais para a menos provável:

1. Jessica é hoje uma professora do ensino fundamental.
2. Jessica trabalha em uma livraria e faz aulas de yoga.
3. Jessica é uma ativista do movimento feminista.
4. Jessica é assistente social.
5. Jessica é membra ativa de um partido político.
6. Jessica trabalha num banco.
7. Jessica é vendedora de uma agência de seguros.
8. Jessica trabalha no banco e é uma ativista do movimento feminista.

Aproximadamente 90% das pessoas afirmaram que 8 é mais provável que 6. Muito embora 8 (trabalhar no banco e ser uma ativista do movimento feminista) inclua inteiramente a possibilidade de 6 (trabalhar num banco). O cérebro humano acredita que mais detalhes fazem um evento tornar-se mais provável, e não menos.

Aplicabilidade: Lembre-se sempre que quanto mais detalhes menos provável é um evento.

6) Memórias são manipuláveis.


Pesquisas revelaram que as pessoas muito facilmente falham ao lembrar do passado. Não se trata apenas de esquecer do passado, mas de lembrar de coisas que nunca aconteceram. Por este motivo, terapias de "memórias reprimidas" entraram em desuso entre profissionais sérios, caindo na mesma leva das "memórias das vidas passadas". Em um ambiente controlado como o de um consultório psiquiátrico é extremamente fácil sugerir coisas que nunca de fato existiram.

Aplicabilidade: Não teime com algo só porque você lembra bem do que aconteceu.

7) Rcnecciemhento de plaarvas plea fomra


Vcoê csnoseuge ler etse txteo com um pcoua dcifuaidlde. As lertas etsão emlbaarhaads e anepas são madnitas a pimerira e a utlmia ltrea de cdaa plaarva. Isso actocnee pouqrue qnaudo se etsá aoscumtado com a lngíua naivta, o crbeero não lê ltrea a lrtea, mas a plaarva cmoo um tdoo.

Apicliilbaadde: É dietrvido, prcseia mais?

8 ) A Memória de longa Duração é desligada durante o sono


Os componentes cerebrais responsáveis pela memória de longa duração são desligados durante as horas de sono. Por esta razão os sonhos são rapidamente esquecidos se não relembrados nos primeiros momentos do despertar. Apesar do ser humano ter vários sonhos durante o repouso eles dificilmente são lembrados. Normalmente apenas fragmentos ainda na memória de curta duração sobrevivem.

Aplicabilidade: Se quiser lembrar de seus sonhos, anote-os ao acordar.

9) O cérebro possui um excelente mecanismo de playback


A chamada memória sensória é o equivalente neural dos mecanismos de playback. Funciona tanto para a visão como para a audição. Seu tálamo re-envia os últimos segundos de tudo o que é originalmente captado pelos sentidos e processado pelo cérebro. Suponha que esteja acontecendo uma festa e alguém diz algo chamando o seu nome. Geralmente você pode recuperar o que foi dito mesmo se estivesse no momento se concentrando em outra conversa. Se perdêssemos este recurso neural atividades multitarefas seriam impraticáveis.

Aplicabilidade: Você não precisa repetir algo porque acha que a pessoa não ouviu. Basta aguardar alguns segundos que o cérebro dela faz isso sozinho.

O Sexto Sentido

Tempo atrás, em todos os cinemas do Brasil foi exibido um filme muito interessante chamado Sexto Sentido. Para quem não o viu, o filme conta a história de um menino que estava adoecendo só porque via constantemente os espíritos dos desencarnados, principalmente na casa onde residia. Tentava comunicar essas visões e audições paranormais aos seus amigos, professores, e à própria mãe e sempre acabava sofrendo agressões e repreensões. Diante disso tinha que se encolher em si mesmo com suas próprias vivências e não contar nada a ninguém do que estava vendo. Sua maneira de ser e de reagir, para a própria mãe e para os demais, assumia aspectos de doença mental, de paranóia, autismo etc.

Diante do acima exposto, pergunta-se, ver coisas e seres além do normal, ou também ouvi-los, é sempre indício de paranóia ou pretensa doença cerebral? É verdade que nós, fisiologicamente falando, só temos cinco sentidos? E o que vem a ser o Sexto Sentido?
Essa história de classificar de esquizofrênicos, paranóides hebefrênicos, autistas aquilo que em nosso perceber vai além do pretenso sentir normal, isso é próprio de um fisiologismo cerebral científico completamente tacanho e restrito. Isso é prepotência absoluta da lógica-razão, com sua teoria do conhecimento totalmente ridícula e completamente descabelada. Isso é intolerância e desconhecimento próprios de uma psiquiatria cega, surda e muda. O verdadeiro Sentir em cada um de nós não é somente aquilo que os pretensos cinco sentidos limitados e o fisiologismo científico captam. O Sentir-Saber-Entender no Homem pode ter uma abrangência mais ou menos infinita. O sexto sentido em si, portanto, não é somente ver e ouvir além do normal. Sexto Sentido é ouvir, cheirar, gustar, além dos limites que a neurologia científica estabeleceu para o funcionamento nervoso e cerebral. E os limites que a neurologia científica estabeleceu em absoluto traduzem a percepção real. As restrições que o fisiologismo cerebral estabeleceu são invencionices desse mesmo fisiologismo e não traduções corretas do que viria a ser a mente (e não cérebro) do próximo funcionando. E mais, se por causa da neurologia científica, um pretenso sentir pretensamente normal ficou, não é porque o Sentir em si é assim, ao natural, mas apenas assim ficou por causa das restrições impostas por parte daqueles que nunca entenderam de nada, mas dando uma de cientista, de sabe tudo, se meteram a mexer com uma massa melequenta que é praticamente impossível decifrar.

Amigos, sexto sentido não é um sentido sui generis há mais. Sexto Sentido é o verdadeiro Sentir livre das peias estabelecidas pela ciência acadêmica E não poucas vezes a pretensa normalidade dos cinco sentidos é que é anormal, porquanto foi impingida anomalamente pela tradição, há muito tempo, e pelas religiões, filosofias e ciência, já que era muito conveniente ao status quo. Por meio dessa restrição do Sentir, eles conseguem subjugar o homem, dominando-o e escravizando-o . Por conseguinte, não é verdade que só temos cinco sentidos que precisam funcionar como manda o figurino. Os sentidos do homem são muito mais ou são muito menos. Os sentidos do homem quando livres do mal pensar são apenas SENTIR, e não olhos vendo, ouvidos ouvindo, nariz cheirando etc.

No filme Sexto Sentido, também fica claro que as entidades do além, ao desencarnar, nem sempre entram no tal túnel de luz ou sobem para a luz astralina, para a luz celestial. Muitos dos falecidos ficam no nosso meio, sutis e imperceptíveis aos nossos sentidos, mas desesperados para se comunicar com os vivos ou encarnados, ou para denunciar o que lhe aconteceu no últimos dias ou instantes de suas vidas. Certos espíritos do além só descansam ou se aquietam e sobem quando conseguem se comunicar com alguém aqui na Terra. Por isso eles utilizam o menino do filme para dar os seus recados e o machucam quando este se recusava ser o porta-voz dos falecidos.

Tudo isso é possível, Dr. Bono? Com o desenlace humano, tudo não poderia se acabar, não poderia vingar apenas "o nada mais além", como apregoam os cientificistas e materialistas do mundo inteiro? Estes últimos não teriam razão em dizer que com a morte tudo se acaba?

— A pois é, amigo, se esses materialistas estivessem certos, eles evidentemente teriam a razão do diabo e do inferno!… E a propósito do que acontece após o desenlace, aqui não é somente uma questão de dar mão à palmatória, ao espiritismo, umbanda, apometria, esoterismo, espiritualismo em geral, e que falam de uma sobrevivência no além, mas seria o caso também de levar em conta toda as informações da espiritualidade e religiosidade do mundo inteiro, que também apontam para o mesmo tema, para as mesmas ocorrências e para as mesmas condições, e que com toda a probabilidade vingam para o após morte. Até o catolicismo, protestantismo, judaísmo, islamismo, e que fazem uma força incrível para ficarem restritos à desculpa esfarrapada do mistério ou senão se restringem às suas egrégoras do postmortem, já se depararam com a sobrevivência do falecido num mais além ou num após o falecimento E diante disso não há como negar que com a morte não há o aniquilamento de coisa alguma, e sim apenas dá-se uma transferência forçada do desencarnado. Ele deixa de ser o fulano de tal pensante com seu mundo pensado e cotidiano para transferir-se para outra condição em que o meio pensado muda por completo. Mas isso é possível porque em verdade nada começa e nada se acaba. Se esses donos do poder não tivessem condicionado previamente nossa mente e nossos sentidos à pretensa normalidade da tradição e à pretensa normalidade do fisiologismo científico, os desencarnados sempre seriam perceptíveis para todos nós e poderíamos continuar nos relacionando com eles. Mas a ruptura da falsa morte teve que prevalecer, e aí as portas do além aparentemente se fecharam para alguns que acreditam terem ficado restritos à normalidade dos cinco sentidos, apenas.

Sempre no filme Sexto Sentido há um médico psiquiatra que leva um tiro e parece ficar gravemente ferido. Depois parece recuperar-se quando em verdade não foi bem assim. Este médico resolve então querer ajudar o menino problematizado, já que o pequeno era assediado pela angústia e pelo medo. Os espíritos do além não o deixavam em paz. O tal médico (desencarnado) do filme efetivamente ajuda o menino. Para grande surpresa do espectador, no final do filme, ficamos sabendo que o médico simplesmente já tinha falecido e que mesmo na condição de morto resolvera e consegue ajudar o menino.

Dr. Bono, a seu entender, um desenlace como o do médico e uma conduta abnegada no após morte é cabível? Sim pois este psiquiatra é assassinado por um paciente revoltado que ele não soube ou não pôde tratar direito, quando vivo. E a seguir o próprio assassino comete o suicídio. Mas poderiam um recém assassinado voltar a atuar no nosso meio, a favor de um menino paranormal e perseguido, e esquecer por completo seu desafeto ou esquecer o que o paciente assassino fez com ele? Ou também, poderia o tal pretenso paciente assassino na condição de desencarnado abandonar a sua vítima detestável, e que no caso era o médico recém falecido?

É claro que não, meu amigo. O que o filme mostra é pura ficção e acomodação dos fatos segundo a imaginação do autor. Em espiritualidade e em sobrevivência para o mais além, as coisas são um pouco mais complexas. E até mesmo bem mais simples, mas geralmente são muito dolorosas e atormentadoras. Como de hábito e de alguma forma, o pretenso carrasco e a pretensa vítima por causa da Lei do Carma ficariam entrelaçados por um certo tempo. Tal não aconteceria só se um dos dois fosse extremamente espiritual e abnegado. E se não um, os dois indivíduos ao mesmo tempo. Aí o laço carmáticos se romperia, pois estariam pondo em prática a recomendação de Cristo, "Se o teu rival te esbofetear na face esquerda, ofereça-lhe também a direita." No Cristianismo antigo e oficial, esta recomendação virou masoquismo falsamente santificante a fundamentar pretensos mártires da antiga Roma. Com suas recomendações, Cristo apenas nos ensinou como romper com os laços carmáticos do "toma lá e dá cá, e vice-versa". .

Dr. Bono, por que será que no que se refere à paranormalidade humana existe tanta ignorância? Por que a medicina não admite que haja uma possibilidade de ver o postmortem, o mais além, ou senão que em alguns possa prevalecer uma possibilidade de clarividência, clariaudiência? E por que os psiquiatras, totalmente condicionados pelo fisiologismo da escola científico-materialista chamam esse tipo de visão e audição de telepatia, precognição, retrocognição ou senão de alucinação, delírios etc ?

Pois é, amigo, é por que, à revelia dos mais inteligentes, o fisiologismo científico ligado ao cérebro e ao corpo humano conseguiu implantar pretensas condições normais de ver e ouvir, que nunca foram normais, ou quando muito eram meras aproximações, acomodações. E isso, face ao Ilimitado poder do Sentir Primevo do Homem, constituiu-se numa legítima restrição e violentação, batizada de normalidade. —— Em segundo lugar, não se pode negar que, lamentavelmente um psicótico crônico, um paranóide de longa data é vítima de seu próprio pensamento, é vítima dos mecanismos de sua própria memória-imaginação. É vítima de suas próprias reconstruções mentais e que acabam em distorção, em extrojeções atormentadoras, em pretensas alucinações e delírios. Certos psicóticos, por culpa deles mesmos, e por uma exacerbação de seus próprios egos e modos de mal pensar, estão sempre se deparando com seu próprio inferno, e que para eles se apresenta como se fosse uma realidade, como se fosse um perigo, uma constante perseguição, alucinação e delírio. Mesmo que aí tudo seja forjado por eles mesmo, eles lamentavelmente sofrem terrivelmente com suas próprias reconstruções e extrojeções pensantes-pensadas. Lamentavelmente porém, a psiquiatria não conhece nada disso nem quer conhecer, e tampouco faz absolutamente nada para ajudar, a não ser administrar medicamentos que acalmam sim, mas também acabam embotando e intoxicando. E no que diz respeito à visão científica de paranormalidade, antes de Rhine inventar a sua Parapsicologia, já existia um espiritualismo científico, uma metapsíquica que discorriam sobre o mais além e sobre as incríveis possibilidades paranormais do homem, com mais felicidade e abrangência. Antes de surgir a Parapsicologia americana, o ser humano já era dotado de incríveis possibilidades cognoscitivas e sensitivas que iam muito além do normal, como sempre, aliás. Num legítimo desespero de causa e numa tentativa extremada de convencer seus colegas materialistas e cientificistas, ou seja os colegas psicólogos da escola behaviorista norte-americana, Rhine, com suas colocações estatísticas e quantitativas, a contragosto teve que sufocar e restringir as infinitas possibilidades do bom Sentir e Saber e que é exatamente a verdadeira normalidade rotulada de paranormal. Para certos parapsicólogos materialista, a paranormalidade se restringe ao funcionamento cerebral, para os psiquiatras tal paranormalidade sequer existe ou então não passa de alucinações e delírios.

Sempre no contexto do Sexto Sentido, ao longo do desenrolar do filme ocorre um fato de desmaterialização e rematerialização de objetos. Pergunto, mas isso acontece de fato? Por que será que nos casos de levitação, de desmaterialização, de poltergeist, os pretensos entendidos e cientificistas tem que inventar tantas mentiras, historietas e desculpas que jamais chegam a roçar a verdade que envolve todos esses fenômenos? Como é que se explica tudo isso, se é que se precisa explicar?

Pois é, amigo, mas é bom que se enfatize que com os fatos de desmaterialização, rematerialização, abdução, levitação, poltergeist, e que amiúde ocorrem numa boa espiritualidade não condicionada, todas as teses e leis científicas caem por terra, por falsas, mentirosas ou insuficientes. Onde já se viu, por exemplo, um tijolo atravessar o teto compacto e cair sobre a mesa de trabalhos espirituais, ainda quente e intato? Como é que uma coisa material atravessa o pretenso teto também material? Como é que uma minhoca viva com terra e tudo, caindo do teto, aparece ou se materializa numa mesa de trabalhos espíritas ou espirituais? Como é que objetos pesadíssimos começam a levitar, a flutuar, como se fossem feitos de ar ou como se fossem plumas? Aí onde vai parar a Lei da Gravitação de Newton? E a propósito, a levitação espiritual não faz lembrar o Vazio-Cheio Primordial (ou Sunyata, Çunya) e não o materialismo científico? Como é que surge fogo das paredes, do nada, ou começa jorrar água da parede, ou aparecem estranhas escritas nos móveis, nos espelhos, nos vidros, nas paredes, de cá e de lá, ou se ouvem fortes marteladas nas paredes e nos móveis, não existindo absolutamente ninguém presente, a não ser é claro, o sensitivo e alguns mais? A paranormalidade do senhor Quevedo diz que é o cérebro ou são os hormônios do sensitivo que fazem tudo? Ora, digo eu, por favor, não me façam rir que vou chorar!

Dr. Bono, o final do filme é muito alentador, pois a própria mãe da criança descobre que o filho não era um doente mental nem estava mentindo. Graças aos préstimos do espírito do psiquiatra, o menino acaba se conformando com seu próprio sexto sentido e o aceita como absolutamente normal, natural. O amigo psiquiatra desencarnado simplesmente segue em frente ou sobe, despedindo-se do pequeno paranormal. O seres do além deixam de atormentar o menino e aparentemente alguns se tornam amigos da criança.

Bem, mas afora isso, pergunto afinal, morrer, desencarnar é o fim de tudo, ou a vida simplesmente se permuta, se transforma em outra condição existencial? E se em verdade ao morrer todos nós nos transferimos, por que os transferidos ou os falecidos não conseguem travar um contato maior com os seus entes queridos que aqui ficaram? E por que os daqui, malgrado os sensitivos e médiuns, também não conseguem uma comunicação clara e perfeita? Por que tantos impedimentos para elucidar melhor o que vem a ser a morte ou o desencarne do homem?

Ora, amigo, porque desgraçadamente, num nível visível-invisível sempre existem os tutores da humanidade, sempre existem os manipuladores da falsa fatalidade que estabeleceram normas e leis fajutas, e não deixam que os de lá se comuniquem com os de cá, sob pena de uma porção de trapaças do mundo invisível virem à tona, como a dolorosa farsa do próprio desencarne. E também não deixam que os de cá, de algum modo acabem entrando em contato com os de lá, de um modo direto e claro. Isso se dá só por meio de uma pretensa viagem ao astral, projeção astralina, que é mais pensante-pensada que fatual. O falso abismo que separa a vida da morte tem que ser mantido custe o que custar e ninguém pode suplantar seus impedimentos, nem ninguém pode violentar o que o falso senhor da vida e da morte, ou seja, o Demiurgo, estabeleceu. Lamentavelmente todas as religiões oficiais trabalham a favor desse monstro, até o próprio espiritismo, porquanto o que este último conta por meio de seus médiuns às vezes são acomodações e mentiras, e não revelações autênticas…

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Guia de lugares assombrados na Europa

Inglaterra


Borley Rectory: Construída em 1862, localizada em Essex, próxima à costa leste, foi investigada por Harry Price, membro do Ghost Club e da Society For Psychichal Research. Ali foram observados vários fenômenos fantasmagóricos: ruídos, como passos e lamentos; estranhas luzes e aparições. Entre as aparições, um homem sem cabeça, uma garota de branco, o espectro do homem que construiu a casa, Henry Bull, uma freira movimentando-se no jardim mergulhada em profunda tristeza, um coche-fantasma conduzido por dois homens decapitados [aliás, fantasmas sem cabeça abundam na Inglaterra]

Segundo a lenda, o local, uma "reitoria" ou sede de paróquia da Igreja anglicana, no século XII [anos 1300], foi um monastério beneditino, palco do drama de amor impossível entre um monge e uma jovem noviça, que morreram assassinados depois de uma frustrada tentativa de fuga: ele, foi decapitado, tornando-se "o fantasma do monge sem cabeça; ela foi emparedada viva.
Harry Price, trabalhando em uma série de artigos para o jornal The Daily Mirror, foi um pioneiro na pesquisa científica sobre fantasmas, utilizando, já na década de 1930, na reitoria assombrada, o "kit caça-fantasmas", que incluía um gravador para o registro dos sons, equipamento para detectar a densidade das paredes e localizar câmaras e passagens secretas, máquinas fotográficas para interiores e exteriores, filmadora com controle remoto e telefones portáteis para facilitar a comunicação entre os pesquisadores. Com tais apetrechos, Price registrou sem deixar dúvidas fenômenos como o badalar de sinos, pancadas e objetos que se moviam sozinhos. Também recolheu os depoimentos de testemunhas que habitaram o lugar e dos vizinhos.

Os fantasmas da Borley Rectory foram relativamente pacíficos até 1930. A partir daí, as atividades paranormais acentuaram-se. Nesta época, ali moravam o Reverendo Lionel Foyster e sua esposa, Marianne, que sofreram com as assombrações: as portas dos quartos trancavam-se sozinhas, objetos desapareciam, janelas se quebravam e os ruídos intensificaram-se. A mulher, sobretudo, era mais perturbada pelos fantasmas: foi arrancada de sua cama durante a noite, esbofeteada por mãos invisíveis, teve de desviar-se de pesados objetos que eram arremessados contra ela e quase foi sufocada em seu próprio colchão. Mensagens apareciam do nada rabiscadas nas paredes: pediam ajuda, orações, missas. Os Foyster, vencidos, deixaram a Reitoria em 1935.

Um dos espíritos identificou-se como sendo Marie Lairre, que contou ter sido uma freira francesa [talvez essa seja a freira emparedada que, para muitos, foi apenas uma lenda dentro da lenda]. Ela deixou a vida religiosa para se casar com Henry Waldegrave, homem de família rica. Foi estrangulada pelo marido e enterrada, sem os sacramentos, no porão. Outro espírito, previu que a reitoria sofreria um incêndio e que as provas do assassinato da ex-freira seriam encontradas. Em 1939, o incêndio aconteceu e Price, escavando o porão, encontrou a ossada de uma mulher. Foi, então, providenciada uma cerimônia adequada de sepultamento. Em 1944, a Reitoria foi demolida mas a fama de a "casa mais assombrada da Inglaterra" dura até hoje.

A Torre de Londres: Também na Inglaterra, rivaliza com a Borley Rictory como lugar mais assombrado do país. Pudera, a Torre, chamada "Sangrenta", é um verdadeiro cortiço de fantasmas famosos. Tendo servido como prisão e local de execuções no período da Monarquia Absolutista, ali encontraram a morte inúmeros personagens históricos, decapitados ou assassinados de outras maneiras.

A assombração mais "aparecilda" do lugar é Ana Bolena, segunda consorte do mulherengo Henrique VIII [1491-1547], o monarca das oito esposas que virou ópera rock de Rick Wakeman. Bolena foi vítima de conspiração perpetrada pelo próprio real marido que, inconformado com fato da mulher não ter lhe dado herdeiro varão, engendrou sua prisão a fim de ficar livre para contrair novo casamento. Ela foi morta por um espadachim em 1536. Seu fantasma é visto com ou sem cabeça. A quinta mulher, Catarina Howard, teve destino semelhante: acusada de conspirar contra o rei, também foi condenada à lâmina do carrasco. Inconformada, tentou fugir à morte correndo do verdugo, clamando piedade. Foi alcançada e executada.

Também assombram a Torre o rei Henrique VI [1421-1471], cujo assassinato foi encomendado pelo irmão Eduardo IV. O rei aparece rezando, exatamente como no momento em morreu [pois estava na capela quando foi surpreendido]. Seus dois filhos, Eduardo e Ricardo, também foram encarcerados na Torre; contavam, então, com 9 e 12 anos. O tio, naturalmente, usurpou o trono adotando o nome de Ricardo III. Uma vez presos, os garotos nunca mais foram vistos.. vivos. Seus espectros caminham ali de mãos dadas. Anos depois, os esqueletos infantis foram descobertos em um baú debaixo de uma escada.

Outros espíritos atormentados que assombram a Torre são: o duque de Monmouth, aparece em trajes de cavaleiro; Sir Walter Raleigh, passeia ao longo das muralhas num percurso já conhecido como o Passeio de Raleigh. Outra que fugiu do carrasco foi Margareth Pole, condessa de Salisbury que foi perseguida e não escapou do verdugo. Ela repete a tragédia a cada 27 de maio. Engrossam a lista: lady Jane Grey, sobrinha-neta de Henrique VIII e seu marido Guilford, o fantasma que chora; o arcebispo de Canterburry; Henruy Percy, nono conde de Nothumberland; um cortejo de homens medievais e até um urso-fantasma, já que a Torre também serviu de zoológico para alguns soberanos [BORGES].

Outros lugares assombrados: A lista de lugares assombrados no Reino Unido é interminável, confirmando a tradição fantasmagórica da ilha. Entre eles, destacam-se ainda: Royal Theater e seu "homem de cinza", cujo esqueleto foi achado emparedado; o Castelo Glamis, na Escócia, cenário idealizado por Shakespeare para Macbeth, onde o rei Malcolm II foi apunhalado no século XI [anos 1000] que divide a lugar com os fantasmas de uma dama, um menino negro e uma criança deformada que família manteve em cárcere privado; a Abadia de Newstead, lar do poeta Byron e que abriga o soturno Frade Negro, agourento que se alegra com os óbitos e se entristece com casamentos e nascimentos que acontecem no lugar; a Abadia de Whitby, morada do fantasma de Santa Hilda, da freira Constance Beverley, emparedada viva por que se apaixonou por um cavaleiro e, ainda, uma carruagem espectral devidamente guiada por um cocheiro sem cabeça; o gato preto, caolho e perneta do solar de Oxenby; a Fortaleza de colina de Cadbury, assombrada pelo rei Artur e seus cavaleiros; o druida do cemitério da mansão de Rillaton, em Cornwall, que oferece uma poção mágica aos viajantes.

Itália


Em Roma, os lugares assombrados mais destacados são o Coliseu, onde ainda se ouvem os rumores dos embates armados e o tropel de cavalos e o Fórum. Em Pompéia, fantasmas dos soterrados pela erupção do Vesúvio [79 d.C.] ainda gritam os horrores da tragédia e as sombras vagueiam em meio ao cheiro de enxofre. No Belvedere Fort, em Florença, são os espectros das bruxas que clamam por justiça séculos depois das torturas e mortes nas fogueiras. Também há lugares assombrados na Sicília, nas catacumbas de Palermo e em Veneza onde, dizem, o espectro do mal domina as vielas, testemunhas de assassinatos.

França


Torre Eiffel: Na Torre Eiffel, uma jovem rejeita a proposta de casamento de namorado. Ela não o quer mais. Ela a ameaça, ela não acredita no que ouve: ele sempre foi tão gentil... Mas não esta noite. Desvairado pela rejeição, ele a empurra do alto da torre. Ela grita até hoje seu desesperado "Não!": não porque não quer casar, não porque não quer morrer. O grito assombra a escuridão da cidade luz por um instante, depois, vem o silêncio aterrador, o silêncio da morte.

Palácio de Versalhes: Outro lugar assombrado da capital francesa é o Palácio de Versalhes, mais precisamente o Petit Trianon, construído entre 1764 e 1771 por ordem de Luis XV, o Bem-Amado [1710-1774]. A primeira aparição foi registrada em 1901 quando duas visitantes inglesas viram um grupo de pessoas com roupas da época do rei. Os fantasmas foram vistos outras vezes em outras ocasiões, por outras testemunhas que também relataram terem escutado música. Entre os fantasmas, foi reconhecida a figura da lendária Maria Antonieta, que morreu na guilhotina dos revolucionários franceses.

As Catacumbas: Ainda em Paris, os espíritos vagueiam pela Catacumbas, o Reino da Morte, uma rede de túneis subterrâneos com 300 quilômetros de extensão. As Catacumbas foram escavadas por uma questão prática: a expansão de Paris exigia a construção de novos edifícios. O material necessário, como pedras, barro, areia, foi retirados do subsolo da cidade. As cavidades se transformaram nestas galerias escuras. No século XIX [anos 1800], quando os cemitérios estavam lotados, para "abrir espaço, as autoridades decidiram transferir cadáveres antigos para as Catacumbas. Ali, onde ecoam vozes espectrais, é comum a visão de ossos sobre ossos onde se destacam os crânios humanos. Para completar a lenda, os parisienses contam a história de um jovem explorador entrou nas Catcumbas levando uma filmadora. Desapareceu. A máquina foi encontrada e as últimas imagens do incauto, mostram-no correndo, apavorado, rumo à escuridão...

Alemanha


Neste país existem pelo menos 25 lugares considerados assombrados, entre eles, a Babenhausen Kaserne onde são vistos soldados usando uniformes nazistas. O cemitério de Bernkastel, onde o espectro de uma mulher vestida de branco atacou um "caçador" de fantasmas. O homem foi parar no hospital com as pernas inchadas e febre; ele morreu murmurando palavras desconexas sobre uma "dama de branco". Dresden: em uma área próxima a um hospital onde morreram inúmeras mulheres e crianças depois de um desastre durante a Segunda Guerra, são ouvidos gritos e lamentos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

FOTOGRAFIAS de OVNIS:

Tepotzlan (México)

[Foto]

O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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A nave de luz ergue-se por cima de uma palmeira.
O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México.

[Foto]

O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.

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A sequencia de duas imagens retiradas de um filme pouco conhecido, patrocinado pelo contactado mexicano Carlos Diaz. Pode-se ver o objecto emitir um feixe laser dito ainda "coerente".
O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contactos, foi analisado escrupulosamente pela equipa do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade.


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Montemorelos, Nuevo Leon (México) julho 1994. 2 Fotografias de Pepe Martinez e a ampliação da segunda fotografia.

[Foto]

Vê-se um objecto de forma lenticular a seguir um caça F-86 Sabre. A foto teria sido retirada durante uma das missões de intercepção na qual participou Kirkwood.
Em cima à esquerda, uma ampliação do objecto voador.


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O famoso "Raid OVNI" sobre Los Angeles em 25-2-1942.
Nota-se uma formação de ovnis iluminada pelos holofotes da antiaérea.
A fotografia, que no dia a seguir aparecia na primeira página do "Los Angeles Times", ilustra eloquentemente o evento.


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O "Grande Black-Out", que atingiu em 9-11-1965 a cidade de Nova York, foi associado à presença, no céu de Manhattan, de luzes não identificadas.
Centenas de outras pessoas observaram também o mesmo objecto luminoso, claramente visível nesta fotografia.


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Mercury 1 - 26/02/1962 - Um objecto com forma de cigarro, com uma luz nas suas proximidades.

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Gemini 4 - 3/06/1965 - Objecto cilíndrico captado pelo astronauta McDivitt.

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Gemini 4 - 3/06/1965 - Objecto cilíndrico captado pelo astronauta McDivitt.

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Gemini 7 - 4/12/1965 - Frank Borman e James Lovell fotografam dois globos de luz.

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Gemini 11 - 13/09/1966 - Foto de Pete Conrad. Uma formação luminosa em forma de cacho.

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Apollo 11 - 20/07/1969 - Estranha forma luminosa fotografada pela tripulação da Apollo 11. A luz da direita foi descrita como enorme.

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Apollo 11 - 20/07/1969 - Quando Aldrin posiciona a folha de alumínio, para capturar as partículas cósmicas que a luz do sol projecta no espaço, vêem-se dois objectos muito luminosos. A NASA recusa-se a fazer comentários.
A explicação da NASA foi a seguinte: "Reflexos na objectiva Hasselblad dos astronautas".


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Apollo 12 - 14-24/11/1969 - Corpo luminoso captado pela Apollo 12 em órbita lunar.

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Um vídeo excepcional realizado em Sebastopoli, na Crimeia, do qual foi retirada esta fotografia. Trata-se de um dos melhores documentos sobre OVNIS conhecidos até agora.




FOTOGRAFIAS de OVNIS "MISSÕES APOLLO":

[Foto]

A missão da Apollo 16 era constituída pelos astronautas Ken Mattingly, Charlie Duke e John W. Young, que foi o autor do vídeo. No filme, pode-se ver um objecto voador não identificado com a forma de um prato enquanto a Apollo 16 se aproxima da lua.

[Foto AS14-68-9453]

Foto NASA N. AS14-68-9453 - Missão Apollo 14 sulla Luna. A vista de um grande rochedo encontrado pela tripulação da Apollo 14.
O que desperta o interesse do astronauta, do qual se pode ver a sombra, ao ponto de este largar uma das suas ferramentas e de se virar em direcção à rocha em frente a ele?
Parece-nos ser um rosto humano esculpido na rocha...



[Foto AS15-86-11603]

O astronauta James Irwin trabalha no veículo lunar durante a missão da Apollo 15.
No canto superior direito, a imagem daquilo que era considerado um OVNI.


[Foto AS15-87-11849]

Vista do monte Hadley, fotografada pela Apollo 15 durante a EVA (Extra Vehicular Activity).
Uma fotografia seguinte, mostra as marcas deixadas pelo veículo lunar e sempre com o objecto de forma estranha no canto superior direito.
Depois de a imagem ter sido realçada, pode-se ver que a parte inferior do objecto é... uma segunda colina.



[Foto AS15-90-12187]

A terceira fotografia acaba com todas as dúvidas possíveis.
No meio das duas colinas, ao fundo, pode-se ver o objecto: ainda uma colina...