quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Como o Diabo ganhou o nome de Lúcifer

"Não consigo descobrir por que ele é chamado Lúcifer", afirmou Shelley em seu engenhoso ensaio sobre o Diabo, "exceto por uma passagem de Isaias erroneamente interpretada". Não podemos encontrar "Lúcifer" mesmo que examinemos cada página dos livros apócrifos e das pseudo-epígrafes. Lúcifer – como o nome do Diabo – não está nas Escrituras. Lúcifer, na verdade, não é nome de ninguém, significa apenas "o que leva a luz". Lúcifer é a estrela da manha, o planeta Vênus, que aparece antes do alvorecer. Ovídio menciona que cada novo dia começa quando "Lúcifer brilha radiante no céu, chamando a humanidade para seus afazeres diários. Lúcifer excede em brilho as estrelas mais radiantes". A identificação de Lúcifer com Satã vem de Isaias (14,13): "Como caíste do céu, ó Lúcifer, filho da alva!" Isaias não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente retiradas de um antigo mito cananeu, Isaias referia-se aos excessos de um ambicioso rei babilônico que caiu no mundo dos mortos. Suas palavras passaram a significar uma referencia ao Diabo ao longo de quatro etapas: um rei tirânico é descrito em uma metáfora (o rei = uma estrela brilhante); e a expressão hebraica helel bem shahar = o que brilha) ou a grega eosphorus são traduzidas para o latim como a estrela da manha, Lúcifer, posteriormente, o rei tirânico é identificado com o Diabo; ergo Lúcifer torna-se outro nome para o Diabo. A resposta à questão de por que esse rei foi identificado com o Diabo é que isso resolvia o incomodo problema da natureza do Diabo. Origines, teólogo do século III não se esquivou ao problema: "Ninguém pode saber a origem do mal", escreveu ele, "sem ter entendido a verdade sobre o chamado diabo e seus anjos, e quem ele era antes de tornar-se um diabo e como ele se tornou um diabo". Se Deus criou o Diabo e este é em si mau, então Deus criou o mal. As implicações poderiam ser perturbadoras (em especial porque, como salientou Espinosa, o Diabo tenta as pessoas a fazer o mal, pelo que elas são punidas depois). Se o Diabo houvesse nascido mal, poderíamos dizer que ele pecou? Ele não teria opção, a não ser fazer o mal. Mas se Deus não criou o Diabo, Deus não é onipotente, e assim mergulhamos em um mundo maniqueísta, marcado pelo conflito entre bem e mal cujo resultado é inerentemente inconclusivo. Os padres cristãos do século XV resolveram o problema em duas etapas. Sim, Deus criou o Diabo, mas o Diabo não era inerentemente mau, quando foi criado; ele escolheu tornar-se mal. Portanto, Deus permanece onipotente, mas não é responsável pelo mal. Essa solução exigiu fundamento nas Escrituras, e o modo como esse fundamento foi providenciado explicará por que Lúcifer tornou-se um nome para o Diabo. O argumento de santo Agostinho, principal pensador cristão do inicio do século V, é instrutivo. Santo Agostinho foi muito mais influente do que Origines (que ele detestava). Podemos avaliar seu temperamento quando ele afirma que, embora homens bons e maus sofram igualmente, existe uma diferença crucial: "No mesmo fogo, o ouro brilha e a palha fumega, a borra não é confundida com óleo porque saíram da mesma prensa(..)A mesma agitação que faz a água fétida exalar mal cheiro faz o perfume emitir um odor mais agradável". Na terceira parte de A Cidade de Deus, sua principal obra, santo Agostinho explica a origem das duas cidades, a cidade de Deus e a cidade do Diabo. Originalmente, diz ele, todos os anjos eram seres da luz, criados "para viver na sabedoria e felicidade. Alguns anjos, porem, afastaram-se dessa iluminação". Se o Diabo é um anjo caído, ele tem de ter caído. Entretanto, a primeira epístola de João, assevera que "aquele que comete o pecado é do demônio, porque o demônio é pecador desde o principio. Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do demônio. Todo aquele que nasceu de Deus não comete pecado, porque sua semente permanece nele; e não pode pecar porque nasceu de Deus" (3,8-9). Isso implica que o Diabo não foi criado por Deus? O Diabo de são João e o de santo Agostinho não parecem ser o mesmo, mas santo Agostinho tinha uma resposta. João de fato escreveu que "o Diabo vive pecando desde o princípio", admite santo Agostinho, mas isso "deve ser entendido no sentido de que ele pecou não desde o princípio de sua criação, mas desde o principio do pecado, pois o pecado principiou no orgulho". Essa manipulação conduz à resposta para nossa questão inicial. Os maniques não entendem que, se o Diabo é mau por natureza, não se pode absolutamente falar em pecado. Eles não têm como objetar o testemunho dos profetas, por exemplo, quando Isaias, representando figurativamente o Diabo na pessoa do príncipe da Babilônia, pergunta: Como caíste do Céu, ó Lúcifer, filho da alva? Isto indica que: o Diabo esteve por algum tempo sem pecado. A explicação de santo Agostinho mostra que, na época em que ele esta escrevendo, Lúcifer não era um nome comum do Diabo. É bem verdade que, dois séculos antes, Origines interpretara partes do Levítico, Êxodo, Ezequiel e Isaias como referencias às manifestações do Diabo. Mas ninguém tentara obter as deduções minuciosas a respeito do Diabo com base nessas passagens, nem identificar o Diabo com o nome de Lúcifer. Origines estava tentando entender a natureza do mal. O objetivo de santo Agostinho era outro: queira identificar os hereges. Quem eram os anjos que seguiram Lúcifer? Eram hereges, assegurou santo Agostinho, o Diabo não possui poderes próprios, não possui território próprio e não é uma autocriação. Não existe um principio oposto a Deus que tenha criado o Diabo. O que aconteceu, explica, foi que originalmente o Diabo não tinha pecado, porem mais tarde (alguns dizem uma hora, outros, mais de uma semana) ele se afastou da verdade, como prova o Lúcifer citado por Isaías. Com efeito, Lúcifer tornou-se o nome do Diabo como parte do raciocínio usado para fundamentar a idéia de que o Diabo foi originalmente um anjo criado por Deus, mas que recusou a graça e deu as costas à verdade. A motivação por trás da interpretação de Isaías por santo Agostinho foi à luta deste contra "os maniqueus e semelhantes hereges venenosos que asseveram que o Diabo derivou sua natureza singularmente perversa de algum principio oposto a Deus". (Oito séculos mais tarde, são Tomas de Aquino diria o mesmo sobre o Diabo e os Maniqueus). Para combater o Diabo e defini-lo com mais clareza a passagem de Isaías foi entremeada com a quarta parte do Apocalipse (cap 12), onde é visto como um grande dragão vermelho: ...sua cauda arrastava um terço das estrelas do Céu, lançando-as para a terra... Houve então uma batalha no Céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o dragão. O dragão batalhou, juntamente com seus anjos, mas foi derrotado... Foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, o chamado Diabo ou Satanás, sedutor de toda a terra habitada – foi expulso para a terra, e seus anjos foram expulsos com ele(12,4 e 7-9). Satã tornou-se o anjo rebelde. Embora Satã, o Diabo e Lúcifer fossem o mesmo, sem a fusão de Isaias e Apocalipse, Dante no último canto do "Inferno", nunca poderia ter escrito a respeito de Lúcifer que: S'el fu si bello com' elli è or brutto, se ele já foi belo como hoje é feio, E contra 'I suo fattore alzà le ciglia, e ainda assim contra seu Criador ergue a mão, Bem dee da lui procedere ogni lutto. Verdadeiramente toda aflição deve proceder dele. Medonho e repulsivo como é Lúcifer na Divina Comédia, o anjo rebelde fizera da terça parte das estrelas do céu sua aliada, tendo um potencial para a transformação ausente no insignificante Satã hebreu e no Maligno do Novo Testamento. Embora Lúcifer fosse um nome adicionado ao de Satã, para Dante e a maioria da cristandade, Lúcifer precedeu Satã. Como o monge mundano dos Contos de Canterbury, de Chaucer, explicou em sua narrativa: Ó Lúcifer, de todos o mais brilhante anjo, És agora Satã, não podes escapar Da desgraça em que caíste. Lúcifer já foi belo como hoje é feio, lembrou Dante a seus leitores, mas somente a feiúra e maldade de Satã estiveram na mente dos crentes, pensadores, escritores e artistas durante mais de mil anos. Ate mesmo Botticelli, amante da beleza, desenhou uma fera repulsiva para ilustrar o Lúcifer de Dante. É verdade que o fez para ser condizente com o texto de Dante, mas ainda assim quase todas as pinturas e manuscritos iluminados da Idade Média e Renascença mostram um Satã hediondo. Miguel matando o medonho Satã em forma de dragão é um tema comum, mas Miguel lutando contra anjos rebeldes, não. A queda dos anjos rebeldes raramente é representada; quando o é, Satã e seus anjos aparecem como espíritos grotescos. O Lúcifer "belo", Satã antes da queda, é praticamente desconhecido. Uma notável exceção é a iluminura dos irmãos Limbourg do inicio do século XV. Deus e suas hostes estão no alto. Os anjos rebeldes são jogados para baixo em duas colunas, à esquerda e à direita, formando um V que culmina com Lúcifer entrando no inferno. Essas colunas de anjos rebeldes são mostradas em primorosos tons de azul e ouro; a disposição formal conduz a um olhar pelas duas colunas convergentes até o clímax da cena, apresentando Lúcifer no vértice. Esse movimento é reforçado pelo aumento gradual no tamanho dos anjos rebeldes à medida que caem em nossa direção, dirigindo-se ao Inferno. As proporções de Lúcifer são maiores do que as de Deus; ele é belo, o primeiro Lúcifer "belo" na historia da arte. Coube a Milton, no século XVII, imaginar um Satã no Inferno que mesmo assim conservasse o brilho do Lúcifer que ele fora outrora. E os românticos do século XIX recriaram o anjo Lúcifer reinterpretando as razões de sua queda. Mas a maioria das pessoas não sabe que foram os padres da Igreja do século V os responsáveis pela primeira e decisiva reinterpretação do motivo por que o anjo Lúcifer foi expulso de Céu. Fontes: http://www.mortesubita.org/ livro "O Diabo - Uma máscara sem rosto", páginas 28 até 33.

A Verdadeira Historia de Anabelle

Extraído do livro: The Demonologist: The Extraordinary Career of Ed and Lorraine Warren escrito por Gerald Brittle. Em 1970, uma mãe comprou uma antiga boneca Raggedy Ann como presente de aniversário para sua filha, Donna, uma estudante de enfermagem, que residia em um apartamento com sua companheira de quarto Anngie. Com o tempo, Donna e Angie notaram que parecia haver algo de muito estranho e assustador com a boneca. A boneca, aparentemente, movia-se sozinha! Annabelle, a boneca, não só se mexia, mas escrevia também. Elas encontraram mensagens à lápis sobre um papel de pergaminho onde lia-se "Help Us" e "Help Lou". A escrita à mão parecia pertencer a uma criança pequena.Um dia, ao inspecionar a boneca, Donna viu o que pareciam gotas de sangue na parte de trás de suas mãos e em seu peito. Assustadas e desesperadas, Donna e Angie decidiram que era hora de procurar aconselhamento especializado. Contactaram uma médium e uma sessão foi realizada. Donna foi então apresentada ao espírito de Annabelle Higgins. A médium relatou a história de Annabelle para Donna e Angie. Annabelle era uma jovem que residia na propriedade antes dos apartamentos serem construídos. Ela era uma menina de apenas sete anos de idade quando seu corpo sem vida foi encontrado no campo em que o complexo de apartamentos estava agora. Mesmo sabendo que a boneca estava possuída por um espírito, Donna permitiu que a boneca continuasse “possuída” para que Annabell pudesse ficar com elas. Um amigos das garotas chamado Lou nunca gostou dela. Ele foi dormir no apartamento e passou por uma experiência terrível. Ele disse que era como se estivesse acordado, mas sem poder se mover. Quando olhou para baixo em direção a seus pés, viu a boneca Annabelle. Ela começou a deslizar lentamente subindo por sua perna, depois sobre seu peito e então parou. Em poucos segundos a boneca começou a estrangulá-lo. Paralisado e ofegante Lou, no ponto de asfixia, apagou. No outro dia acordou e contou o caso, que era muito real para ser sonho. Mas calma ele ia sofrer mais... Uma noite, ele ouvi barulhos se alguém tivesse invadido o apartamento. Ele então vasculhou o local e encontrou Annabelle no chão. Quando se aproximou, algo o atacou e o fez 7 cortes no peito! Depois da experiência de Lou, Donna sentiu que era hora de procurar aconselhamento e entrou em contato com um padre episcopal chamado Padre Hegan. Padre Hegan sentiu que era uma questão espiritual e que precisava entrar em contato com uma autoridade maior na igreja, então ele contatou o Padre Cooke, que imediatamente contatou os Warren, que investigaram a fundo e descobriram que uma entidade maligna estava manipulando a boneca com o objetivo de possuir uma das meninas. Uma benção foi feita no apartamento e a pedido de Donna, os Warren levaram a velha boneca de pano junto com eles quando foram embora, e a colocaram no seu Museu do Oculto, onde está até os dias atuais. O que é ficção no filme: A boneca do filme é a mesma que a real? Não! A boneca Annabelle real é uma boneca estilo Raggedy Ann, e não aquela assustadora boneca de porcelana mostrada nos filmes Annabelle e "Invocação do Mal".
Esta é a verdadeira boneca Annabelle, em exibição no museu dos Warrens O marido realmente deu a boneca Annabelle para sua esposa grávida de presente na vida real? Não. No filme Annabelle, o marido John Form (Eric Laden) dá a boneca para sua esposa grávida Mia (Annabelle Wallis) como um presente. Tudo ficção. John e Mia Form são personagens fictícios. Como vimos na história real, a boneca Annabelle verdadeira foi dada como um presente de aniversário de uma mãe para sua filha, Donna, uma estudante de enfermagem que estava fazendo 28 anos. A mãe de Donna comprou a antiga boneca Raggedy Ann em uma loja de passatempo no ano de 1970. O filme mostra os acontecimentos antes da mãe comprar a boneca para Donna, oferecendo um relato fictício de como o demônio poderia ter entrado nela. Foram os proprietários anteriores da boneca realmente atacados por membros de um culto satânico? Não. Esta parte do filme é pura ficção, que acontece em 1969, um ano antes de Donna ter a posse da boneca na vida real. Ele foi criado para fornecer uma explicação ficcional sobre a forma como o espírito demoníaco se tornou ligado à boneca. Na vida real, o espírito finge ser a de uma jovem inocente chamada Annabelle Higgins (a real Annabelle Higgins supostamente morreu quando ela ainda era uma criança, e não como um adulto). Será que os proprietários realmente tentar jogar sem sucesso fora a boneca? Não. No filme, o marido John Form (Eric Laden) coloca a boneca no lixo antes do casal mudar, mas sua esposa Mia encontra ela mais tarde que ao desempacotar uma das caixas com os móveis. De acordo com a história da boneca Annabelle real, os proprietários nunca tentaram jogar fora a boneca. Será que o demônio ligado à boneca Annabelle realmente começou um incêndio na cozinha? Não. O história verdadeira não tem nenhuma evidência de que a boneca possuída era responsável por iniciar um incêndio na cozinha. Na verdade, toda a sequência envolvendo o incêndio é fictício. Ao mesmo tempo, o dono da boneca nunca machucou o dedo em uma máquina de costura. O demônio também nunca arrastou o proprietário através do chão de volta em direção ao fogo. É o personagem de Alfre Woodard, Evelyn, baseado em uma pessoa real? Não. No filme Evelyn (Alfre Woodard) é dono de uma livraria local onde Mia procura por livros sobre fantasmas. Evelyn é um personagem totalmente ficcional. E o que é real... Eles encontraram a verdadeira boneca Annabelle em diferentes posições e quartos? Sim. De acordo com a história dos Warrens, Donna, a estudante de enfermagem que dividiu o apartamento minúsculo com sua companheira de quarto Angie, uma enfermeira, voltava para casa e descobria que a boneca estava em posições diferentes. No início, seus movimentos eram sutis e confinado à cama onde Donna deixava a boneca. No entanto, os movimentos se tornaram mais evidentes e Donna e Angie começaram a descobrir a boneca em salas diferentes do que haviam deixado. Ela aparecia no quarto de Donna mesmo a porta fechada! Às vezes, eles encontraram a boneca com as pernas cruzadas e os braços cruzados, enquanto em outras ocasiões, em pé, encostada a uma cadeira da sala de jantar. Eles ainda descobriram ela de joelhos sobre uma cadeira, o que era estranho, porque se eles tentassem fazer a boneca ajoelhar, ela caia. Será que a boneca Annabelle deixava mensagens? Sim. De acordo com a história contada por Ed e Lorraine Warren, a ex-dona da boneca Annabelle, Donna, alegou que ela encontrava mensagens escritas a lápis, com uma letra infantil em papel pergaminho. As mensagens eram "Help Us" e "Help Lou" (Lou era amigo das garotas). O mais estranho é que Donna não tinha papel de pergaminho no apartamento e não tinha idéia de onde ele veio. Sangue apareceu na boneca Annabelle? Sim, pelo menos de acordo com a história dos Warrens. Ed e Lorraine Warren afirmam que proprietário original da boneca, Donna, uma estudante de enfermagem, chegou em casa do trabalho e encontrou o que parecia ser sangue na parte de trás da mão da boneca e três gotas de sangue em seu peito. Não houve explicação para a forma como a substância vermelha tinha chegado lá. Este evento é o que levou a proprietária da boneca, Donna, entrar em contato com uma médium. A boneca Annabelle infligiu dano físico a alguém? Sim, mas não ao ponto mostrado no filme. Um homem chamado Lou era o noivo da colega de quarto de Donna, Angie, e tinha estado com eles desde que a boneca chegou. Lou não gostava de boneca e advertiu Donna que ela era má. Uma noite, Lou acordou de repente de um sono profundo e se deu conta de que ele era incapaz de se mover. Ele viu a boneca Annabelle a seus pés e viu como ele lentamente deslizou sua perna e sobre o peito. Antes que ele percebesse, a boneca começou a estrangulá-lo até que ele desmaiou. Ele acordou na manhã seguinte, certo de que sua experiência não foi um sonho. Em uma ocasião posterior, Lou e Angie estavam estudando mapas para se preparar para uma viagem quando ouviram barulhos vindo do quarto de Donna. Lou se aproximou da porta fechada e esperou que os ruídos parassem antes de entrar. entrou, acendeu a luz e viu Annabelle deitada no chão em um canto. Caminhou até a boneca, mas, como ele diz, começou a sentir que alguém estava atrás dele. Ele se virou, mas ninguém estava lá. Em um instante, algo arranhou seu peito, que agora estava sangrando. Após a inspeção, descobriu sete arranhões em forma de garras em seu peito (quatro horizontais e três verticais) que eram quentes como queimaduras. Os arranhões curaram rapidamente e sumiram em dois dias. Visitando a Boneca Como foi dito no final do filme, a boneca real está localizado no Museu do Oculto dos Warrens, em Monroe, Connecticut. No momento, passeios são limitados e estão apenas sendo feitos através de um evento íntimo chamado Warrenology. Para saber mais, vá até o site dos Warrens. Fontes (Acessadas em 09/10/2014): - AssombradO.com.br: Annabelle: A Boneca Demoníaca - AssombradO.com.br: Os Warrens - AssombradO.com.br: Harrisville - History Vs Hollywood: Annabelle