domingo, 12 de dezembro de 2010

Conspiração por trás das guerras mundiais

Um ex-agente dos Serviços Secretos Britânicos, Willian Guy Carr, publicou em seu livro Paws in The Game (Peões no Jogo) parte da correspondência mantida entre 1870 e 1871 entre Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike, que hoje se conserva nos arquivos da Biblioteca do British Museum, em Londres. Em uma das cartas, datada de 15 de agosto de 1871, Pike comunica a Mazzini o plano a ser seguido pelos Illuminati durante os séculos 20 e 21: "Fomentaremos 3 guerras que envolverão o Mundo inteiro: a primeira delas (1ª Guerra Mundial) permitiria derrotar o poder dos czares na Rússia e transformar esse país na Fortaleza do Socialismo ateu de Karl Marx, necessária como antitese na Teoria Dialética Hegeliana" (ver capítulo sobre Guerra Fria). Um Mundo esgotado pelo conflito não interferirá no processo de constituição da "Nova Rússia", que futuramente será utilizada para "destruir outros governos e debilitar as religiões".

O segundo conflito (2ª Guerra Mundial) seria desencadeado aproveitando as diferenças entre o nazi-fascismo e o movimento sionista judeu. Em primeiro lugar, seria dado apoio financeiro e político aos regimes europeus para que se transformassem em ditaduras férreas, opondo-se à Democracia e provocando uma nova convulsão mundial, cujo fruto mais importante será o estabelecimento do Estado de Israel na Palestina, como foi determinado pela ONU no pós-guerra, representando um evento que tem repercussões graves até hoje. As comunidades judaicas reivindicam este território desde há tempos imemoriais.

A terceira e definitiva guerra mundial (3ª Guerra Mundial), prognosticada por Pike, se desencadearia a partir dos enfrentamentos entre sionistas judeus e dirigentes muçulmanos (Judaismo X Islamismo). Este conflito deve orientar-se de tal forma que o Islã e o sionismo político destruir-se-ão mutuamente, obrigando outras nações a entrar junto na luta, até o ponto de haver esgotamento físico, mental, espiritual, financeiro e político absoluto no planeta. Ao final da terceira guerra, os Illuminati terão desencadeado o maior cataclisma social jamais visto no Mundo, lançando uma onda revolucionária que, comparativamente, reduzirá a Época do Terror na França a uma ingênua brincadeira de criança.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente ai então, segundo Pike, " a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Síntese.

Nos últimos anos de sua vida, Mazzini se correspondeu com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a Guerra de Secessão. Mas sabemos que, além disso, foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro ativo, com o cargo de chefe de justiça do Ku Klux Klan, ou Clã do Círculo. O KKK foi fundado por outro maçom, chamado Nathan Bedford Forrest. A importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos EUA é bem comprovada por alguns de seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver em vida um governo mundial, sua intensa atividade e sua eficácia o levaram, em 1859, a alcançar o cargo de responsabilidade máxima dos Illuminati.

Um documento de junho de 1889 e intitulado Associação do Demônio e dos Iluminados, em que Pike dirigia algumas instruções secretas aos 23 conselhos supremos da maçonaria mundial, traz alguns detalhes desse novo rito, partindo da primeira advertência a seus membros: "A vós, Instrutores Soberanos do Grau 33, os décimos: Tens que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, a quem oramos sem superstição. Só nós, os iniciados do Grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçônica, preservando pura a doutrina de Lúcifer".

No mesmo documento, Pike fala: Ele sim, Lúcifer, é Deus! Desgraçadamente, Adonai (referindo-se ao Deus judaico-cristão) também é Deus, porque segundo a lei eterna, não há luz sem escuridão, beleza sem feiura, branco sem preto. O absoluto só pode existir na forma de duas divindades diferentes, assim como a escuridão funciona como fundo para a luz, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de um freio". E acrescentou: " A verdadeira e pura religião é a fé em Lúcifer". Essa é a fé Illuminati.

Quem realmente governa o mundo?

David Icke
Eu sou um ex-jornalista e apresentador de televisão da Inglaterra que passou os últimos dez anos descobrindo o maior segredo - quem realmente controla o mundo e tem feito assim por milhares de anos.

Eu escrevi dez livros, inclusive "O Maior Segredo", " ...e a verdade o libertará", e "Eu Sou Eu, Eu Sou Livre". Bridge of love Publications, minha editora, também produziu vários vídeos inclusive "A Estrada da Liberdade", "Mudando o Curso", "Revelações de uma Deusa Mãe", e "A Agenda Reptiliana".

Eu revelo como uma sociedade secreta global chamada Illuminati ("Os Iluminados" como eles se chamam) tem segurado as rédeas do poder no mundo desde tempos antigos, expandindo o seu poder pra fora do Oriente Médio e Próximo Oriente (e outros centros) para controlar primeiro a Europa e então, graças ao Império britânico e outros impérios europeus, assumir o controle das Américas, África, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, e em outros lugares.

Quando esses impérios pareceram se retirar destas regiões, a Illuminati deixou para trás as redes de sociedade secretas e a sua linhagem genética e estes continuaram a controlar e orquestrar eventos desde então. Há dois tipos de prisões ou ditaduras. Há a variedade pública, que são ditaduras claras (comunismo, fascismo, etc) e então há a variedade mais efetiva de todas - a ditadura coberta, a que se mascara de liberdade.

As pessoas não se rebelam contra o fato de não serem livres quando elas pensam que são!

A Illuminati têm trabalhado para uma agenda longamente planejada e coordenada para criar um governo mundial, um banco central, um exército, e uma população micro-controlada ligada a um computador global. Qualquer um com um cérebro operacional pode ver que todas estas coisas estão emergindo agora, sempre mais rapidamente.

Debaixo deste edifício de poder global, super estados são projetados como a União européia (evoluída da CEE), a União Americana (a ser evoluída do NAFTA), e a União do Pacífico (a ser evoluída da APEC). a OTAN (fundindo-se com a operação de pacificação da ONU) é planejada para ser o exército mundial, a força policial mundial, para manter na linha os países que não desejam conceder sua soberania ao governo mundial da Illuminati, o qual é planejado para evoluir através das Nações Unidas.

A estrutura de controle global consiste em pirâmides dentro de pirâmides. Muito parecido com bonecas russas, uma boneca dentro da outra. Se você olhar para qualquer organização hoje você verá que é estruturada como uma pirâmide. Aqueles na base da pirâmide não têm nenhuma idéia do que a organização para a qual eles trabalham está realmente fazendo. Eles apenas fazem o seu trabalho e vão para casa todo dia. Eles não sabem como o que eles fazem se conecta com a contribuição de outras pessoas para criar um padrão e direção muito óbvio e sinistro. Só os poucos no topo sabem disso. Desse modo, poucos podem manipular milhares em uma organização para avançar uma agenda que esses milhares nem sabem que existe. Há uma versão global disto que manipula bilhões da mesma maneira.

Essas organizações "individuais", sejam elas bancos, corporações trans-nacionais, impérios de mídia, OTAN, etc., ajustam-se então em pirâmides até mesmo maiores. assim, por exemplo, você descobre que no topo da pirâmide bancária global, todos os bancos são, no final das contas, controlados pelas mesmas pessoas - os Illuminati. O mesmo com as corporações transnacionais, mídia, e assim por diante. Há uma pirâmide global que cerca as pirâmides dos bancos, dos negócios, da mídia, do exército, da política, e das outras instituições que movem o planeta. No topo desta pirâmide você encontra a elite da Illuminati que orquestra a sua agenda para o controle global através de todas as suas organizações aparentemente desconectadas.

É por isso que houve um movimento incessante para a centralização do poder global em todas as áreas de nossas vidas, bancos, negócios, mídia, política, o que quer que seja. Isto é orquestrado pelas MESMAS pessoas em conformidade com a MESMA agenda. Você achará uma corrente de artigos neste site que lhe dará um pano de fundo detalhado para esta agenda e há informações infinitas em meus livros que você poderá encomendar do meu website.

A Illuminati manipula a humanidade pela mente e pelas emoções. Há muitas pessoas e poucos Illuminati para controlá-las fisicamente, exceto em uma escala pequena. Eles têm que manipular o modo que as massas pensam e sentem, assim nós vivemos nossas vidas e vemos o mundo do modo que a Illuminati quer que nós vejamos. Por exemplo, a mais poderosa das técnicas de manipulação é uma que eu chamo Problema-Reação-Solução. Ela funciona assim:

Você quer introduzir algo que você sabe que as pessoas não vão gostar. Esse algo pode ser mais poder para a polícia, uma erosão adicional de liberdades básicas, até mesmo uma guerra. Você sabe que se você oferecer estas políticas abertamente as pessoas reagirão contra elas. Assim você cria primeiro um PROBLEMA, uma taxa de crime ascendente, mais violência, um atentado terrorista, um colapso do governo, ou você pega uma de suas marionetes, como Saddam Hussein, para ir à guerra.

Você assegura-se que outra pessoa seja culpada por este problema e não você (que na verdade é quem está por trás de tudo). Assim você cria um "bode expiatório", como eles os chamam na América, um Timothy McVeigh ou um Lee Harvey Oswald. Então, você usa sua mídia para dizer as pessoas o que eles devem pensar sobre seu evento fabricado e quem eles devem culpar por isto. Isto nos traz para o estágio dois, a REAÇÃO das pessoas: "Isso não pode continuar, o que ELES vão fazer sobre isto?

Então, isto permite que ELES ofereçam abertamente a SOLUÇÃO aos problemas que eles criaram - nova legislação que avança a agenda deles de centralização do poder global ou a erosão de mais liberdades básicas. Esta técnica está sendo usada todo o tempo na mente e nas emoções humanas, não menos com uma corrente de crianças e adultos mente-controlados que enlouquecem com armas ao redor do mundo e imediatamente incitam leis de controle de armas.

Eu digo isto como alguém que não tem armas e acredita apaixonadamente em não-violência. Mas se nós vamos ser sábios, nós precisamos olhar além de nossas próprias convicções e perceber que a Illuminati está buscando sistematicamente desarmar aqueles que USARIAM armas contra eles. Logo antes de Adolf Hitler começar a encher os campos de concentração ele introduziu a mesma legislação anti-arma que nós estamos vendo hoje no mundo inteiro.

Nós estamos agora em um momento crucial na história desta agenda. Tantas cartas estão esperando para serem jogadas pela Illuminati nos próximos 12 meses. Nós estamos em uma encruzilhada na história humana. Nós podemos escolher liberdade ou cair sobre o controle de um estado global fascista, uma versão global da Alemanha nazista.

Isto não tem que acontecer, mas para parar isto muitos traseiros precisam ser removidos de muitas cadeiras. Este website e os meus livros lhe darão o pano de fundo detalhado de tudo isso, com o qual escolhas informadas podem ser feitas.

O que você leu aqui é uma mera fração do que há para saber e o quadro é de longe maior e mais extraordinário do que este breve esboço pôde detalhar. Olhe em qualquer lugar neste site ou em meus livros e você verá o que eu quero dizer!

Fonte: http://www.davidicke.com/icke/visitor.html

Dinheiro Vindo do Nada: Saiba a Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial

“Quanto maior for a mentira, mais pessoas acreditarão nela.”

Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.

Pergunte às pessoas porque elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a idéia: se você pode inflar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.

Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.

Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com "dinheiro" teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.

A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito... Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10,000?

Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.

A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e freqüentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.

Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.

Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação - não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.

Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.

Um "boom" econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos "bons tempos" da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos "líderes" políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.

Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.

Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!

Todo mundo envolvido em um processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc... Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram "emprestado". Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca é somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional deWestminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: "Banco Nacional de Westminster - nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.

Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!

É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.

Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?

O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.

Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.

O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.

Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.

O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?

Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.

Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.

Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”

Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem se beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento".

Por exemplo: quem se beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?

Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e, como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.

O Que Foi Destruído em Alexandria

A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi rematada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras, e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é particularmente significativo.

A biblioteca de Alexandria parece ter sido fundada por Ptolomeu I ou por Ptolomeu II. A cidade foi fundada, como seu próprio nome diz, por Alexandre, o Grande, entre 331 e 330 a.C. Escoou-se quase mil anos antes de a biblioteca ser destruída.

Alexandria foi, talvez, a primeira cidade do mundo totalmente construída em pedra, sem que se utilizasse nenhuma madeira. A biblioteca compreendia dez grandes salas, e quartos separados para os consultantes. Discute-se, ainda, a data de sua fundação e o nome de seu fundador, mas o verdadeiro fundador, no sentido de organizador e criador da biblioteca, e não simplesmente do rei que reinava ao tempo de seu surgimento, parece ter sido um personagem de nome Demétrius de Phalère.

Desde o começo, ele agrupou setecentos mil volumes e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às expensas do rei.

Esse Demétrius de Phelère, nascido entre 354 e 348 a.C., parece ter conhecido Aristóteles. Apareceu em 324 a.C. como orador público, em 371 foi eleito governador de Atenas e governou-a durante dez anos, de 317 à 307 a.C.

Impôs um certo número de leis, notadamente uma, de redução do luxo nos funerais. Em seu tempo, Atenas contava 90.000 cidadãos, 45.000 estrangeiros e 400.000 escravos. No que concerne à própria figura de Demétrius, a história no-lo apresenta como um juiz de elegância em seu país; foi o primeiro ateniense a descolorir os cabelos, alourando-os com água oxigenada.

Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas. Lá escreveu um grande número de obras, uma com título estranho: Sobre o feixe de luz no céu, que é, provavelmente, a primeira obra sobre os discos voadores.

Em 297 a.C., o faraó Ptolomeu persuadiu Demétrius a instalar-se em Alexandria. Fundou, então, a biblioteca. Ptolomeu I morreu em 283 a.C. e seu filho Ptolomeu II exilou Demétrius em Busiris, no Egito. Lá, Demétrius foi mordido por uma serpente venenosa e morreu.

Demétrius tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciências e das artes, em nome do Rei Ptolomeu I. Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciências, sobretudo pela zoologia. Nomeou como bibliotecário a Zenodotus de Éfeso, nascido cm 327 a.C., e do qual ignoram as circunstâncias e data da morte.

Depois disso, uma sucessão de bibliotecários, através dos séculos, aumentou a biblioteca, aí acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos crer em certas tradições. A biblioteca continha, portanto, documentos inestimáveis. Colecionou, igualmente, documentos dos inimigos, notadamente de Roma.

Pela documentação de lá, poder-se-ia constituir uma lista bastante verossímil de todos os bibliotecários até 131 a.C.:

Bibliotecários de a.C.
Demétrius de Phalère - à 282
Zenodotus de Éfeso 282 à 260
Callimanchus de Cyréne 260 à 240
Apolonius de Rodes 240 à 230
Eratosthenes de Cyréne 230 à 195
Aristophanes de Bizâncio 195 à 180
Apolonius, o Eidógrafo 180 à 160
Aristarco da Samocrácia 160 à 131

Depois disso, as indicações se tornam vagas. Sabe-se que um bibliotecário se opôs, violentamente, à primeira pilhagem da biblioteca por Júlio César, no ano 47 a.C., mas a história não tem seu nome. O que é certo é que já na época de Júlio César a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado.

Quando Júlio César chegou a Alexandria, a biblioteca tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Quais? E por que se começou a temer alguns deles?

Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéia precisa. Havia lá livros em grego. Evidentemente, tesouros: toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso.

Ao contrário, o conjunto de obras de Bérose é que poderia inquietar. Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou um relato de um encontro com extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos.

Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na Babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios do Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre a interferência da luz. Podemos fixar as datas de sua vida em 356 a.C., nascimento, e 261, sua morte. Uma lenda contemporânea diz que a famosa Sybila, que profetizava, era sua filha.

A “História do Mundo”, de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.

Encontrava-se em Alexandria, também, a obra completa de Manethon. Este, sacerdote e historiador egípcio, contemporâneo de Ptolomeu I e II, conhecera todos os segredos do Egito. Seu nome mesmo pode ser interpretado como “o amado de Toth” ou “detentor da verdade de Toth”.

Era o homem que sabia tudo sobre o Egito, lia os hieróglifos, tinha contato com os últimos sacerdotes egípcios. Teria ele mesmo escrito oito livros, e reuniu quarenta rolos de pergaminho, em Alexandria, que continham todos os segredos egípcios e provavelmente o Livro de Toth. Se tal coleção tivesse sido conservada, saberíamos, quem sabe, tudo o que seria preciso saber sobre os segredos do Egito. Foi exatamente isto que se quis impedir.

A biblioteca de Alexandria continha igualmente obras de um historiador fenício, Mochus, ao qual se atribui a invenção da teoria atômica.

Ela continha, ainda, manuscritos indianos extraordinariamente raros e preciosos.

De todos esses manuscritos não resta nenhum traço. Conhecemos o número total dos rolos quando a destruição começou: quinhentos e trinta e dois mil e oitocentos. Sabemos que existia uma seção que se poderia batizar de “Ciências Matemáticas” e outra de “Ciências Naturais”. Um catálogo geral igualmente existia. Também este foi destruído.

Foi César quem inaugurou essas destruições. Levou um certo número de livros, queimou uma parte e guardou o resto. Uma incerteza persiste ainda em nossos dias, sobre esse episódio, e 2.000 anos depois da sua morte, Júlio César tem ainda partidários e adversários. Seus partidários dizem que ele jamais queimou livros na própria biblioteca; aliás, um certo número de livros prontos a ser embarcados para Roma, foi queimado num dos depósitos do cais do porto de Alexandria, mas não foram os romanos que lhes atearam fogo.

Ao contrário, certos adversários de César dizem que grande número de livros foi deliberadamente destruído. A estimativa do total varia de 40.000 à 70.000.

Uma tese intermediária afirma que as chamas provenientes de um bairro onde se lutava, ganharam a biblioteca e destruíram-na, acidentalmente.

Parece certo, em todo caso, que tal destruição não foi total. Os adversários e os partidários de César não dão referência precisa, os contemporâneos nada dizem e os escritos mais próximos do acontecimento lhe são posteriores de dois séculos.

César mesmo, em suas obras, nada disse. Parece que ele se “apoderou” de certos livros que lhe pareciam especialmente interessantes.

A maior parte dos especialistas em história egípcia pensa que o edifício da biblioteca deveria se de grandes dimensões para conter setecentos mil volumes, salas de trabalho, gabinetes particulares, e que um monumento de tal importância não pôde ser totalmente destruído por um princípio de incêndio. É possível que o incêndio tenha consumido estoques de trigo, assim como rolos de papiro virgem. Não é certo que tenha devastado grande parte da livraria, não é certo que ela tenha sido totalmente aniquilada. É certo, porém, que uma quantidade de livros considerados particularmente perigosos, desapareceu.

A ofensiva seguinte, a mais séria contra a livraria, parece ter sido feita pela Imperatriz Zenóbia. Ainda desta vez a destruição não foi total, mas livros importantes desapareceram. Conhecemos a razão da ofensiva que lançou depois dela o Imperador Diocleciano (284-305 d.C.). Documentos contemporâneos estão de acordo a este respeito.

Diocleciano quis destruir todas as obras que davam os segredos de fabricação do ouro e da prata. Isto é, todas as obras de alquimia. Pois ele pensava que se os egípcios pudessem fabricar à vontade o ouro e a prata, obteriam assim meios para levantar um exército e combater o império. Diocleciano mesmo, filho de escravos, foi proclamado imperador em 17 de setembro de 284. Era, ao que tudo indica, perseguidor nato e o último decreto que assinou antes de sua abdicação em maio de 305, ordenava a destruição do cristianismo. Diocleciano foi de encontro a uma poderosa revolta do Egito e começou em julho de 295 o cerco a Alexandria. Tomou a cidade e nessa ocasião houve massacres inomináveis. Entretanto, segundo a lenda, o cavalo de Diocleciano deu um passo em falso ao entrar na cidade conquistada, e Diocleciano interpretou tal acontecimento como mensagem dos deuses que lhe mandavam poupar a cidade.

A tomada de Alexandria foi seguida de pilhagens sucessivas que visavam acabar com os manuscritos de alquimia. Eles continham, ao que parece, as chaves essenciais da alquimia que nos faltam para a compreensão dessa ciência, principalmente agora que sabemos que as transmutações metálicas são possíveis. Não possuímos lista dos manuscritos destruídos, mas a lenda conta que alguns dentre eles eram obras de Pitágoras, de Salomão ou do próprio Hermes. É evidente que isto deve ser tomado com relativa confiança.

Seja como for, documentos indispensáveis davam a chave da alquimia e estão perdidos para sempre: mas a biblioteca continuou. Apesar de todas as destruições sistemáticas que sofreu, ela continuou sua obra até que os árabes a destruíssem completamente. E se os árabes o fizeram, sabiam por que o faziam. Já haviam destruído, no próprio Islão – assim como na Pérsia – grande número de livros secretos de magia, de alquimia e de astrologia.

A palavra de ordem dos conquistadores era “não há necessidade de outros livros, senão O Livro”, isto é, o Alcorão. Assim, a destruição de 646 d.C. visava não propriamente os livros malditos, mas todos os livros. O historiador muçulmano Abd al-Latif (1160-1231) escreveu: “A biblioteca de Alexandria foi aniquilada pelas chamas por Amr ibn-el-As, agindo sob as ordens de Omar, o vencedor”. Esse Omar se opunha aliás a que se escrevessem livros muçulmanos, seguindo sempre o princípio: “o livro de Deus é-nos suficiente”. Era um muçulmano recém-convertido, fanático, odiava os livros e destruiu-os muitas vezes porque não falavam do profeta.

É natural que terminasse a obra começada, por Júlio César, continuada por Diocleciano e outros.

Se documentos sobreviveram a esses autos-de-fé, foram cuidadosamente guardados desde 646 d.C. e não mais reapareceram. E se certos grupos secretos possuem atualmente manuscritos provenientes de Alexandria, dissimulam isso muito bem.

Retomemos, agora, o exame desses acontecimentos à luz da tese que sustentamos: a existência desse grupo que chamamos de Homens de Preto e que constitui uma organização visando a destruição de determinado tipo de saber.

Parece evidente que tal grupo se desmascarou em 391, depois que procurou, sistematicamente, sob Diocleciano, e destruiu as obras de alquimia e de magia.

Parece evidente, também, que tal grupo nada teve a ver com os acontecimentos de 646: o fanatismo muçulmano foi suficiente.

Em 1962, foi nomeado para o Cairo um cônsul francês chamado de M. Maillete. Ele assinalou que Alexandria é uma cidade praticamente vazia e sem vida. Os raros habitantes, que são sobretudo ladrões, se encerram em seus esconderijos. As ruínas das construções estão abandonadas. Parece provável que, se livros sobreviveram ao incêndio de 646, não estavam em Alexandria naquela época; trataram de evacuá-los.

A partir daí, fica-se reduzido a hipóteses.

Fiquemos nesse plano que nos interessa, isto é, o dos livros secretos que dizem respeito às civilizações desaparecidas, à alquimia, à magia ou às técnicas que não mais conhecemos. Deixaremos de lado os clássicos gregos, cuja desaparição é evidentemente lamentável, mas escapa a nosso assunto.

Voltemos ao Egito. Se um exemplar do Livro de Toth existiu em Alexandria, César apoderou-se dele como fonte possível de poder. Mas o Livro de Toth não era certamente o único documento egípcio em Alexandria. Todos os enigmas que se colocam ainda sobre o Egito teriam, talvez, solução, se tantos documentos egípcios não tivessem sido destruídos.

E entre esses documentos, eram particularmente visados e deveriam ser destruídos, no original e nas cópias, depois os resumos: aqueles que descreviam a civilização que precedeu o Egito conhecido. É possível que alguns traços subsistam, mas o essencial desapareceu, e essa destruição foi tão completa e profunda que os arqueólogos racionalistas pretendem, agora, que se pode seguir no Egito o desenvolvimento da civilização do neolítico até às grandes dinastias, sem que nada venha a provar a existência de uma civilização anterior.

Assim também a história, a ciência e a situação geográfica dessa civilização anterior nos são totalmente desconhecidas. Formulou-se a hipótese que se tratava de uma civilização de Negros. Nessas condições, as origens do Egito deveriam ser procuradas na África. Talvez tenham desaparecido em Alexandria, registros, papiros ou livros provenientes dessa civilização desaparecida.

Foram igualmente destruídos tratados de alquimia os mais detalhados, aqueles que permitiriam, realmente, obter a transmutação dos elementos. Foram destruídas obras de magia. Foram destruídas provas do encontro com extraterrestres do qual Bérose falou, citando os Apkallus. Foram destruídos... mas como prosseguir enumerando tudo o que ignoramos! A destruição completa da biblioteca de Alexandria é, certamente, o maior sucesso dos Homens de Preto.

Geradores psicotrônicos

Parapsicologia na União Soviética

“O poder da fé recebe uma aplicação direta e especial na ação magnética; por ela o homem age sobre o fluido, agente universal, que lhe modifica as qualidades e lhe dá umas impulsão, por assim dizer, irresistível.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, p. 5.)

Ainda as pesquisas na ex-Tchecoslováquia – O ponto culminante da estada na Tchecoslováquia parece fantástico e é fantástico – mas pode ser autêntico. Deparou-se-nos (são as autoras da obra ora resumida que o dizem) uma galeria de objetos – polidos e brilhantes, ásperos e granulados, de aço, bronze, cobre, ferro, ouro – "geradores psicotrônicos", que fazem o impossível. Vimo-los apresentados num filme exibido pêlos cientistas tchecos na Conferência Internacional de Parapsicologia em Moscou. Sopesamos os geradores psicotrônicos com as mãos. Nós mesmas operamos um deles.

Que são eles, afinal? A resposta não é fácil. Os tchecos começam por explicá-los da seguinte maneira:

– Os seres humanos e todos os seres vivos estão cheios de uma espécie de energia até recentemente desconhecida para a ciência ociden­tal. Essa bioenergia, que nós denominamos energia psicotrônica, parece implícita no PK; pode ser a base da rabdomancia. Talvez se revele envolvida em todos os fatos psíquicos. Os geradores psicotrônicos a extraem de uma pessoa, acumulam-na e usam-na. Depois de carregados com a nossa energia, os geradores fazem algumas coisas que um médium é capaz de fazer.

Foi essa a primeira porta que abriram para nós e que dava para o mistério. Haveria corredores à nossa espera.

O gerador psicotrônico, ou gerador de Pavlita, como é chamado em homenagem ao seu inventor, nasceu, em parte, de antigos manuscritos e descobrimentos esquecidos, velhos conhecimentos combinados com a ciência moderna. Não é de hoje a idéia de uma bioenergia.

Diziam os antigos chineses que não somos uma coleção de peças, à semelhança de uma máquina, senão uma central elétrica de insólita energia. Eles lhe chamavam Força da Vida ou Energia Vital. E acres­centavam que o Universo também está impregnado de Energia Vital, de modo que estamos assim ligados ao cosmo.

Os nossos vizinhos da Índia, os antigos hindus, falaram nessa força vital existente em nós, a que davam o nome de Prana. A Ioga moderna se baseia na idéia do Prana. Mas se a energia vital ou energia "X" é mais que um simples conceito filosófico, como se dá que ninguém no Ocidente a tenha encontrado? Encontrou, sim, afiançam os tchecos. Muitos "descobrido­res" provocaram uma comoção momentânea com a sua nova energia, mas foram esquecidos ou, quando muito, relembrados como brilhantes manía­cos, à proporção que a ciência ocidental corria para o seu grande florescimento tecnológico.


O que a kirliangrafia possibitou - A lista seguinte enumera os descobridores mais famosos. Mas houve muitos outros. Todos chegaram às suas descobertas por caminhos diferentes, todos deram a "ela" um nome diferente, mas o que mais surpreende é que concordam muito amiúde quanto às características da nossa suposta energia.


Descobridor Nome atribuido
Chineses Chi
Hindus Prana
Polinésios Mana
Paracelso Munis Magnale
Eliphas Levi
Luz Astral
Van Helmont Magnum
Mesmer Magnetismo animal
Reichenbach Odd
Keely Força motora
Blondiot Raios-N
Radioestesistas Força etérica
L. E. Eeman Força "X"
Medicina atual Psicossomática
URSS
Energia bioplasmática
Cientistas tchecos Energia psicotrônica

Hoje em dia, na União Soviética, grupos de cientistas puros estão estudando um "novo descobrimento" – uma energia vital, até agora desconhecida, ligada aos seres vivos. Energia bioplasmática é o nome que lhe dão. Mas os russos têm uma grande vantagem a seu favor. Graças à descoberta de Kirlian, a energia bioplasmática pode ser vista por qualquer pessoa em fotografia e microscópios eletrônicos. Pode ser cientificamente observada e estudada ao torvelinhar em rútilos clarões coloridos. Os cientistas do século XX, com os seus dispositivos rastreadores e regis­tradores, arrancaram o antigo átomo grego do reino da filosofia e o trouxeram para o reino do real, convertendo-o numa energia prática. Pode ser que os soviéticos, começando com o aparelho de Kirlian, venham a fazer o mesmo com a energia vital das antigas culturas. Ou talvez o façam os tchecos, com os seus geradores psicotrônicos. Eles também são responsáveis pela redescoberta.