Ovnis,Ufos,Sociedades Secretas, Mensagens Subliminares,Area 51, Espionagem Mundial,Mutação Biologica,Farça Histórica, Mundos Subterraneos
domingo, 10 de junho de 2012
Suposto OVNI pode ser teste de míssil russo sobre Oriente Médio
Um misterioso objeto voador foi observada em países do Oriente Médio, como Israel, Síria e Irã noite de quinta-feira, levando a uma onda de atividade de mídia social e vídeos enviados ao YouTube. A estranha luz, que alguns observadores disse girava em torno e parecia fumaça, era também teria visto na Jordânia.
A história é uma reminiscência de uma luz girando visto na Noruega em Dezembro de 2009, que acabou sendo um teste de míssil russo . Na época, o analista de Defesa russo Pavel Felgenhauer disse: “Essas luzes e nuvens aparecem quando um míssil falha”.
A Rússia confirmou o teste de Míssil Balístico Intercontinental no mesmo período, segundo reportagem da RIA.
Rússia testou com êxito uma réplica de míssil balístico intercontinental com capacidade de carregar ogivas nucleares. A medida foi anunciada pelo porta-voz das Forças de Mísseis Estratégicos da Rússia, coronel Vadim Koval, com os jornalistas na quinta-feira em Moscou. O foguete do tipo Topol RS-12M (cadastro na OTAN como SS-25 Sickle) decolou às 19,39 relógio BST a partir do lançamento da base Kapustin Yar, na região de Astrakhan, no sul da Rússia, sem quaisquer problemas e seguiu para o local especificado no teste, a base Sary Schagan na Ásia Central na República do Cazaquistão, disse.
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sábado, 9 de junho de 2012
O mistério do Manuscrito 512
Manuscrito 512 até hoje é um mistério. Se você mora na Bahia, provavelmente já ouviu falar do mito que o envolve. Se ainda não ouviu, leia o post e saiba mais. Confira:
Abrigado na Biblioteca Nacional-RJ, encontra-se o documento que representa um dos maiores enigmas arqueológicos do Brasil. Trata-se do Manuscrito 512, que contém o relato de um grupo de bandeirantes que encontrou em meados do século XVIII as ruínas de uma misteriosa cidade perdida no interior da Bahia.
Manuscrito 512, da Biblioteca Nacional – RJ
Encontrado por acaso em 1839 por um jovem erudito, Manoel Ferreira Lagos (1816 – 1871) na então Biblioteca da Corte (atual Biblioteca Nacional-RJ) e posteriormente publicado pelo IHGB, o documento traz o subtítulo: Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753.
Oscilando entre uma narrativa com detalhes ora precisos, ora poéticos, o documento descreve as características da cidade em detalhes. Os bandeirantes que sairam de São Paulo se depararam com uma cordilheira cujas montanhas eram tão altas que “pareciam que chegavam à região etérea, e que serviam de trono ao vento, às próprias estrelas”. A entrada era formada por três arcos de grande altura, com inscrições que não puderam então decifrar. No fim da rua principal, havia uma praça, onde se erguia uma coluna de pedra negra, em cujo topo havia uma estátua de “um homem comum, com a mão no quadril esquerdo e o braço direito estendido, mostrando com o dedo indicador o Pólo Norte.” As casas da região estavam abandonadas, sem nenhum móvel ou vestígio de presença humana recente. Haviam detalhes que remetiam a civilizações antigas, como uma fonte e um pátio com colunas circulares em cada uma das 15 habitações que circundavam um grande salão.
Ruína de Igatu-BA, que alguns acreditam ser a cidade perdida
Pablo Villarrubia Mauso, que fez uma expedição em busca da cidade perdida para a revista Sexto Sentido, acredita tê-la encontrado em Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, seguindo orientação do explorador alemão Heinz Budweg, que afirma que as ruínas são fruto de construções vikinks do ano 1000. Outra hipótese diferente é do linguista e explorador Luis Caldas Tibiriçá. Segundo ele,
“Alguns edifícios assemelham-se aos da Idade Média da Etiópia. As
inscrições encontradas poderiam ser do idioma gueez, dos etíopes, os
mesmos que, em suas crônicas, falavam de terras distantes que alcançaram
com suas embarcações”
Tibiriçá descarta a hipótese das ruínas serem antigas construções dos próprios nativos indígenas.
Alvo de muitas controvérsias, o documento ainda gera muitas especulações. Não se sabe ao certo a origem da cidade descrita no manuscrito, sua exata localização e quem foram seus habitantes, nem o seu fim. Ficou apenas o relato, e algumas hipóteses que ainda precisam ser devidamente comprovadas.
O Objeto encontrado
Um objeto mencionado pela expedição de bandeirantes, que foi encontrado ao acaso, e descrito cuidadosamente na carta consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.
Manuscrito 512, da Biblioteca Nacional – RJ
Encontrado por acaso em 1839 por um jovem erudito, Manoel Ferreira Lagos (1816 – 1871) na então Biblioteca da Corte (atual Biblioteca Nacional-RJ) e posteriormente publicado pelo IHGB, o documento traz o subtítulo: Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753.
Oscilando entre uma narrativa com detalhes ora precisos, ora poéticos, o documento descreve as características da cidade em detalhes. Os bandeirantes que sairam de São Paulo se depararam com uma cordilheira cujas montanhas eram tão altas que “pareciam que chegavam à região etérea, e que serviam de trono ao vento, às próprias estrelas”. A entrada era formada por três arcos de grande altura, com inscrições que não puderam então decifrar. No fim da rua principal, havia uma praça, onde se erguia uma coluna de pedra negra, em cujo topo havia uma estátua de “um homem comum, com a mão no quadril esquerdo e o braço direito estendido, mostrando com o dedo indicador o Pólo Norte.” As casas da região estavam abandonadas, sem nenhum móvel ou vestígio de presença humana recente. Haviam detalhes que remetiam a civilizações antigas, como uma fonte e um pátio com colunas circulares em cada uma das 15 habitações que circundavam um grande salão.
Ruína de Igatu-BA, que alguns acreditam ser a cidade perdida
Pablo Villarrubia Mauso, que fez uma expedição em busca da cidade perdida para a revista Sexto Sentido, acredita tê-la encontrado em Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, seguindo orientação do explorador alemão Heinz Budweg, que afirma que as ruínas são fruto de construções vikinks do ano 1000. Outra hipótese diferente é do linguista e explorador Luis Caldas Tibiriçá. Segundo ele,
“Alguns edifícios assemelham-se aos da Idade Média da Etiópia. As
inscrições encontradas poderiam ser do idioma gueez, dos etíopes, os
mesmos que, em suas crônicas, falavam de terras distantes que alcançaram
com suas embarcações”
Tibiriçá descarta a hipótese das ruínas serem antigas construções dos próprios nativos indígenas.
Alvo de muitas controvérsias, o documento ainda gera muitas especulações. Não se sabe ao certo a origem da cidade descrita no manuscrito, sua exata localização e quem foram seus habitantes, nem o seu fim. Ficou apenas o relato, e algumas hipóteses que ainda precisam ser devidamente comprovadas.
O Objeto encontrado
Um objeto mencionado pela expedição de bandeirantes, que foi encontrado ao acaso, e descrito cuidadosamente na carta consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Os misteriosos portais que ligam a Terra e o Sol e as Linhas de Ley
Não é nada de ficção científica, trata-se de um estranho fenômeno onde portais magnéticos se abrem a cada oito minutos para conectar o planeta Terra e o Sol. Quando esses portais se abrem, uma enorme quantidade de partículas muito energéticas viajam por até 150 milhões de km/h pela passagem.
O fenômeno foi denominado evento de transferência de fluxo, e há pouco tempo foram descobertos pelos cientistas, que antes disso, não faziam a ideia da existência desses portais, embora já acreditam que nosso planeta e o Sol estavam de alguma forma conectados. Partículas emitidas pelo vento solar seguem as linhas do campo magnético que conectam atmosfera solar com o escudo magnético que envolve a Terra.
A teoria mais provável para o fenômeno que é o lado do planeta iluminado pelo Sol pressiona o campo magnético terrestre contra o solar, e a cada 8 minutos, esses campos se conectam por entre 15 a 20 minutos, formando um portal onde partículas podem fluir. Os portais possuem a forma de um cilindro e possuem um tamanho 4 vezes maior que nosso planeta.
Os pesquisadores se basearam em simulações computadorizadas com dados obtidos e concluíram que esses portas tendem a se formar sobre a região equatorial do planeta até que em dezembro eles deslizam para o Pólo Norte, e em julho, para o Pólo Sul, mas não sabem ainda o motivo desses portais se abrirem a cada oito minutos.
Tal fenômeno também já foi observado no planeta Mercúrio, e por causa da maior proximidade com o Sol, a taxa de envio de partículas entre os dois astros é aproximadamente 10 vezes maior do que no caso da Terra.
Explosões dinâmicas
Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem amagnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.
Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.
Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).
O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.
Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.
Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.
Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.
Estudos relacionados
As observações feitas por um grupo de cientistas da Universidade de Leicester, Reino Unido, confirmaram observações anteriores feitas pelo Projeto Themis, da Nasa, durante 2007 a 2008.
Com base nessas observações, abre a cada 8 minutos um portal liga magnética do sol com a terra e permitindo o fluxo contínuo de partículas energéticas entre o Sol ea magnetosfera da Terra.
O evento conhecido como ETI (Transferência de Fluxo de Eventos) ocorre no momento em que é gerado pela abertura do portal.
O cluster composto por cinco nós Themis, juntamente com as disposições da Agência Espacial Europeia, foram capazes de medir suas dimensões e do fluxo de partículas geradas FTE. O portal assume a forma de um cilindro magnético da largura da Terra.
Seria esse o propósito das Linhas de Ley?
Passando da Ciência para o Antigo e Místico, temos a Linhas de Ley. Você já deve ter lido ou visto algo sobre as linhas de Nazca, mas e as linhas de Ley, você já ouviu falar? Elas tem uma ligação com essa história de portais solares, há muito, ditas pelos ocultistas, o que torna isso interessante, já que, como um dos próprios cientista responsável pela pesquisa, David Sibeck, disse:
“Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”
É estranho e fascinante cientistas comprovarem algo que há muito tempo é dito e desacreditado. Particularmente, vejo uma sutil ligação entre esses portais e as Linhas de Ley, essas que por sua vez, já são alvo dos místicos há muito tempo. São considerado por eles como Centros de poder ou magia são encontrados tanto na Terra quanto no corpo humano. Nos Ensinamentos Wiccanos, a própria Terra é uma criatura viva e consciente. Em outras palavras, é habitada por um ser espiritual, do mesmo modo que nossos corpos são habitados por uma alma. A Terra se alimenta da radiação de outros corpos planetários ao seu redor.
Sua natureza física é como a natureza física das criaturas que nela vivem. Está sujeita a doenças, envelhecimento e declínio. Hoje, os rios, córregos e oceanos (sistema sangüíneo) estão cheios de toxinas criadas pelos seres humanos (do mesmo modo como vírus e bactérias criam toxinas em nossos próprios corpos). A Terra está muito adoentada e pede para ser curada.
De acordo com os Ensinamentos Wiccanos, a Terra possui centros de chakra, exatamente como o corpo humano. Segue-se uma lista desses centros, como compiladas pelos Ocultistas Ocidentais:
1. A colina sagrada de Arunachala, no sul da Índia.
2. A região trans-himalaia do deserto de Gobi.
3. Cairo, Egito.
4. Uma montanha a cerca de 100 milhas do litoral do Peru, na região dos Andes, imediatamente oposta a Aranachala.
5. Glastonbury, na Inglaterra.
6. Antigo local da Suméria, no Baixo Eufrates.
7. Monte Shasta, na Califórnia.
Linhas de Ley
A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as otoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.
No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.
Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.
Mas vamos direto para as Linhas de Ley. Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.
Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).
Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).
Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.
Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”. O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).
Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta, caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.
Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”. Podem, inclusive reparar que Jerusalém está sobre a sephira Da´ath (ok, eu sei que a maioria não vai entender essa… )
Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos e trocentas outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.
Agora… por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências? 4.862 coincidências então.
E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando do verdadeiro conhecimento por trás do Feng Shui).
Enfim, essas Linhas e portais sempre foram apontados pelos místicos e desprezadas em nosso tempo. Agora temos provas científicas da existência, só não sabemos ao certo o porquê da sua existência. Fica a dúvida e a pergunta à você leitor: qual o propósito desse fenômeno? E por que eles coincidem com as construções místicas antigas?
FONTE: SEDENTÁRIO E HIPERATIVO , Mistério Antigos, HypeScience
O fenômeno foi denominado evento de transferência de fluxo, e há pouco tempo foram descobertos pelos cientistas, que antes disso, não faziam a ideia da existência desses portais, embora já acreditam que nosso planeta e o Sol estavam de alguma forma conectados. Partículas emitidas pelo vento solar seguem as linhas do campo magnético que conectam atmosfera solar com o escudo magnético que envolve a Terra.
A teoria mais provável para o fenômeno que é o lado do planeta iluminado pelo Sol pressiona o campo magnético terrestre contra o solar, e a cada 8 minutos, esses campos se conectam por entre 15 a 20 minutos, formando um portal onde partículas podem fluir. Os portais possuem a forma de um cilindro e possuem um tamanho 4 vezes maior que nosso planeta.
Os pesquisadores se basearam em simulações computadorizadas com dados obtidos e concluíram que esses portas tendem a se formar sobre a região equatorial do planeta até que em dezembro eles deslizam para o Pólo Norte, e em julho, para o Pólo Sul, mas não sabem ainda o motivo desses portais se abrirem a cada oito minutos.
Tal fenômeno também já foi observado no planeta Mercúrio, e por causa da maior proximidade com o Sol, a taxa de envio de partículas entre os dois astros é aproximadamente 10 vezes maior do que no caso da Terra.
Explosões dinâmicas
Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem amagnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.
Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.
Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).
O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.
Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.
Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.
Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.
Estudos relacionados
As observações feitas por um grupo de cientistas da Universidade de Leicester, Reino Unido, confirmaram observações anteriores feitas pelo Projeto Themis, da Nasa, durante 2007 a 2008.
Com base nessas observações, abre a cada 8 minutos um portal liga magnética do sol com a terra e permitindo o fluxo contínuo de partículas energéticas entre o Sol ea magnetosfera da Terra.
O evento conhecido como ETI (Transferência de Fluxo de Eventos) ocorre no momento em que é gerado pela abertura do portal.
O cluster composto por cinco nós Themis, juntamente com as disposições da Agência Espacial Europeia, foram capazes de medir suas dimensões e do fluxo de partículas geradas FTE. O portal assume a forma de um cilindro magnético da largura da Terra.
Seria esse o propósito das Linhas de Ley?
Passando da Ciência para o Antigo e Místico, temos a Linhas de Ley. Você já deve ter lido ou visto algo sobre as linhas de Nazca, mas e as linhas de Ley, você já ouviu falar? Elas tem uma ligação com essa história de portais solares, há muito, ditas pelos ocultistas, o que torna isso interessante, já que, como um dos próprios cientista responsável pela pesquisa, David Sibeck, disse:
“Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”
É estranho e fascinante cientistas comprovarem algo que há muito tempo é dito e desacreditado. Particularmente, vejo uma sutil ligação entre esses portais e as Linhas de Ley, essas que por sua vez, já são alvo dos místicos há muito tempo. São considerado por eles como Centros de poder ou magia são encontrados tanto na Terra quanto no corpo humano. Nos Ensinamentos Wiccanos, a própria Terra é uma criatura viva e consciente. Em outras palavras, é habitada por um ser espiritual, do mesmo modo que nossos corpos são habitados por uma alma. A Terra se alimenta da radiação de outros corpos planetários ao seu redor.
Sua natureza física é como a natureza física das criaturas que nela vivem. Está sujeita a doenças, envelhecimento e declínio. Hoje, os rios, córregos e oceanos (sistema sangüíneo) estão cheios de toxinas criadas pelos seres humanos (do mesmo modo como vírus e bactérias criam toxinas em nossos próprios corpos). A Terra está muito adoentada e pede para ser curada.
De acordo com os Ensinamentos Wiccanos, a Terra possui centros de chakra, exatamente como o corpo humano. Segue-se uma lista desses centros, como compiladas pelos Ocultistas Ocidentais:
1. A colina sagrada de Arunachala, no sul da Índia.
2. A região trans-himalaia do deserto de Gobi.
3. Cairo, Egito.
4. Uma montanha a cerca de 100 milhas do litoral do Peru, na região dos Andes, imediatamente oposta a Aranachala.
5. Glastonbury, na Inglaterra.
6. Antigo local da Suméria, no Baixo Eufrates.
7. Monte Shasta, na Califórnia.
Linhas de Ley
A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as otoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.
No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.
Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.
Mas vamos direto para as Linhas de Ley. Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.
Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).
Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).
Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.
Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”. O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).
Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta, caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.
Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”. Podem, inclusive reparar que Jerusalém está sobre a sephira Da´ath (ok, eu sei que a maioria não vai entender essa… )
Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos e trocentas outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.
Agora… por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências? 4.862 coincidências então.
E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando do verdadeiro conhecimento por trás do Feng Shui).
Enfim, essas Linhas e portais sempre foram apontados pelos místicos e desprezadas em nosso tempo. Agora temos provas científicas da existência, só não sabemos ao certo o porquê da sua existência. Fica a dúvida e a pergunta à você leitor: qual o propósito desse fenômeno? E por que eles coincidem com as construções místicas antigas?
FONTE: SEDENTÁRIO E HIPERATIVO , Mistério Antigos, HypeScience
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Crânio encontrado pode ser a prova de visita alienígena na Terra
Trata-se de um Artigo especial sobre um crânio encontrada em Chihuahua no México, onde acredita-se ser um crânio alienigena, ou até mesmo de um ser híbrido.
O misterioso crânio conhecido como o “Starchild Skull” (em português: crânio do menino das estrelas), tem sido objeto de especulação e de intriga durante várias décadas. Trata-se do crânio de um menino que por suas características particulares poderia ter vindo de outro mundo.
História do crânio de Starchildá 65 anos, em uma gruta de um povoado rural localizado a 150 km ao sul do estado mexicano de Chihuahua, uma adolescente encontrou dois esqueletos completos, um muito estranho e de pequena estatura e outro de tamanho e aspecto normal.
A jovem guardou estes crânios durante toda sua vida e, depois de sua morte, foram entregues a um casal norte-americano, para finalmente, passar as mãos dos pesquisadores norte-americanos Lloyd Pye e Mark Bean, que com a colaboração de empresas especializadas em genética e com o apoio do geneticista Dr. Kem Paid junto a vários outros especialistas chegaram a conclusão de que existe uma probabilidade próxima a 90% de que o estranho crânio é de um ser híbrido de mãe Humana e de pai de uma raça não conhecida.
O fenômeno despertou semelhante interesse científico e atualmente o projeto “Starchild Project”, conta com famosos pesquisadores de todo mundo, com o único objetivo de dar resposta a este incrível mistério.
Fotos de ambos os crânios.
O diretor da equipe de pesquisadores, Lloyd Pye, afirma que, a existência de seres extraterrestres em nosso planeta poderia ficar demonstrada graças a esta extraordinária descoberta.
Os cientistas explicam que a análise dos crânios permite chegar as seguintes conclusões: um é totalmente normal e pertenceu a uma mulher jovem, entre 20 e 30 anos; o outro (o crânio StarChild) é de uma criança de aproximadamente cinco anos e mostra uma série de alterações que não parecem próprias de um ser humano. Sua morfologia é muito estranha, com as laterais dos olhos avolumadas e com a parte posterior alongada e esmagada.
Ademais, as concavidades oculares são muito superficiais, pelo que se supõe que a criatura carecia de mobilidade nos olhos. Por outra parte, o denominado foramen magnum, o buraco que se encontra na base do crânio e que o une à coluna vertical, se encontra adiantado, quase no centro da base. Os testes do carbono 14 e DNA, realizadas pelo Dr. David Sweet da University of British Columbia de Vancouver (Canadá), deram como resultado uma antiguidade de 900 anos.
Radiografias dos crânios
Por sua vez a equipe que analisou os crânios descartou a possibilidade de que todas essas “peculiaridades” sejam apenas más formações congênitas, o que permite a vasta gama de suposições de que estamos diante de uma espécie alienígena.
Esta possibilidade ganha muita força já que nas análises das amostras de DNA realizadas no crânio não foram encontradas até o momento em nenhuma espécie vivente conhecida que coincida com o DNA do suposto Pai.
A lenda do menino das estrelas
Quanto à origem híbrida desta criança, os indígenas que habitam a região ondeos crânios foram encontrados contam uma antiga lenda sobre as crianças das estrelas.
Segundo estes relatos, que remontam no mínimo a dois séculos atrás, seres procedentes das estrelas deixavam grávidas várias mulheres que viviam nas aldeias mais isoladas da região. Após dar a luz a estas crianças das estrelas, criavam-nas durante vários anos, até que seus pais regressavam do céu para levá-las. É possível que os restos encontrados correspondessem a uma mãe que tentou evitar que lhe arrebatassem o filho híbrido?
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