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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Os quadros Assustadores
Na década de 80 centenas de casas pegaram foto na Inglaterra. Seus donos tinham o culpado: um misterioso quadro…
Centenas de pessoas na Grã Bretanha perderam suas casas por causa de misteriosos incêndios. Todos com um bizarro ponto em comum: Cada casa tinha uma cópia da pintura do menino chorando. Curiosamente, em muitos casos, a única peça de decoração a sobreviver às chamas era justamente a cópia, segundo o jornalista Dick Donovan. Existem diversas versões da pintura originalmente feita pelo artista italiano Graham Bragolin (que faz parte de uma coleção de cerca de 28 quadros, todos com crianças chorando), mas, todas retratam um pobre gatorinho triste com lágrimas rolando pela face.
A imprensa européia diz que os investigadores dos incêndios não tem conseguido detectar as fontes das estranhas chamas, que parecem ter surgido sem motivo aparente. Aliás, foi um dos investigadores que primeiro percebeu a presença da pintura nas residências queimadas, principalmente porque eram, em diferentes acontecimentos, as únicas peças não avariadas pelo fogo. E os episódios registrados tem levado muita gente séria a pensar em alguma espécie de maldição associada a pintura. Em Blaenavon, Wales, a Sra. Ann Hardwick, de 37 anos, teve sua casa reduzida a escombros, mas, as três cópias do quadro, de sua propriedade, permaneceram intactas. Impressionada, Ann fez questão de jogá-las no lixo.O mesmo aconteceu com o Sr. David Amos, que possuía duas reproduções da tela. Sua casa em Mersyside pegou fogo e os quadros ficaram íntegros. A Sr. Doris Wilde, 51, foi avisada por amigos de que o quadro que ela comprar poderia atrair experiências desagradáveis para o seu lar. A dona-de-casa, residente em Northampton, nada supersticiosa, ignorou por completo as recomendações no sentido de que se livrasse daquele artigo e sua moradia foi consumida por um incêndio de origem inexplicável. A Sra. ficou tão chocada que não encontrava coragem nem mesmo para tocar a figura do menino. A quantidade de episódios catastróficos tendo como ponto em comum a presença de cópias de citado quadro, foi tão grande, que rumores espalharam-se por toda a Grã-Bretanha, dando forma a uma maldição. Um número expressivo de pessoas desejosas de se livrarem de suas telas apareceu. Todo esse movimento chegou a tal ponto que o jornal The Sun (Londres) passou a coletar as reproduções, com o apoio de seus leitores, para que fossem destruídas. E assim, centenas de cópias da pintura maldita foram incineradas, perante alguns membros do corpo de bombeiros local. “Penso que há muita gente que vai poder respirar aliviada agora” disse o bombeiro Barry Davis, diante da fogueira de quadros. A caça pelos quadros resultou na quase completa destruição dos originais de Bragolin. Hoje, poucas pinturas originais das 28 conhecidas pelo publico ainda existem, embora as cópias ainda estejam espalhadas pelo mundo inteiro.
Mas se engana quem pensa que esse é um “caso isolado”. Em fevereiro de 2000 foi vendido um quadro que atormenta a mente de muita gente ainda hoje. O Ebay é um famoso site de leilões/compra/venda on-line e ele costuma ter uma área separada apenas para objetos macabros. Nessa área, inúmeras coisas macabras são vendidas, desde fósseis de supostas fadas até imagens de santos em torradas. No inicio de fevereiro de 2000 o quadro intitulado “The Hands Resist Him” (abaixo) foi posto à leilão. O texto descritivo do leilão dizia (traduzido do inglês):
“Quando recebemos esta pintura, nos achavamos que era uma bela peça de arte. Um “olheiro” tinha encontrado ela atrás de uma velha cervejaria. Na ocasião quisemos saber um pouco porque uma pintura aparentemente perfeita estava sendo descartada assim. (Hoje em dia não). Uma manhã nossa filha de 4 anos e meio dizia que as crianças da imagem estavam lutando e entraram no quarto durante a noite. Agora, eu não acredito em ufos ou no Elvis vivo, mas meu marido ficou alarmado. Para meu divertimento ele colocou câmeras ativadas por movimento. Por três noites eram apenas pinturas. As duas últimas fotos foram tiradas dessas câmeras. Aós vermos o menino na foto aparentemente sendo ameaçado, decidimos que a pintura deveria sair. Por favor, julgue por si mesmo.
- Antes de tudo, leia o seguinte aviso e recomendação -
Aviso: não dê ofertas nesta pintura se você for suscetível à doenças relacionadas ao stress, problemas cardíacos ou não é familiar com eventos supernaturais. Você concorda em liberar os donos de toda a responsabilidade em relação a venda ou qualquer evento depois da venda que poderia ocorrer com relação a pintura. Esta pintura pode ou não conter poderes sobrenaturais, que podem causar impacto ou até mesmo mudar sua vida. Porem, o pretenso comprador concorda em fazer sua oferta exclusivamente no valor da arte, sem se importar com a duas últimas figuras mostradas nesse leilão e a inofensividade dos donos com respeito a elas e seu impacto, expresso ou implicado.”
O comprador do “The Hands Resist Him”, a comprou apenas para revender e a única coisa estranha que ele viu foi que após comprar o quadro recebeu mais de 35000 emails entre pessoas mandando ele jogar fora o quadro pois elas tinham tido problemas ao ver suas imagens até pessoas querendo comprar cópias impressas em termo-cera (um processo de impressão de alta qualidade que imita as telas a óleo). O quadro é uma pintura a óleo iniciada provavelmente em 1920 e terminada em 1965 segundo o novo comprador que é um negociador de arte. A mesma ainda não foi revendida pelo negociador mas tem sido vendidas cópias em termo-cera no tamanho de 91,5cm x 61cm mais 5cm de borda pelo preço de US$350.
Veja e analise a obra, depois diga o que achou:
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Efeito “Missing Time”
“Missing Time” ou “tempo perdido” é o nome que se dá ao fenômeno que algumas pessoas sofrem “perdendo o tempo” de forma absurda. Quando digo absurda não é exagero. O que acontece, segundo relato das vítimas, é que sem nenhuma explicação seus relógios perdem a sincronia com o horário real, e que muitas vezes esta falta de sincronia cronológica de seus aparelhos vem acompanhado de estranhas lembranças. Muito estranhas mesmo!
Não se sabe o que realmente acontece com essas pessoas. Supostamente essas pessoas são transferidas para outros lugares e devolvidas nas mesmas condições em que se encontravam sem nem mesmo ter percebido o que lhe ocorreu.
Diversas explicações foram desenvolvidas para tentar esse fenômeno. Entre as paranormais, a crença maior é que se trata de abduções. As pessoas seriam abduzidas e depois devolvidas no mesmo momento da abdução, como se o tempo não tivesse passado.
A Ciência diz que isso é um distúrbio mental. O que não é claro para os pesquisadores é porque as pessoas modificariam seus relógios e porque isso geraria lembranças, um tanto, digamos, bizarras.
Claro que na internet, dezenas de outras explicações apareceram. Desde a viagem à realidades alternativas até viagem acidentais no tempo, os internautas já arriscaram de tudo para explicar o fenômenos em fóruns especializados.
A maioria dos depoimentos sobre o Efeito Missing Time envolvem Ets e criaturas bizarras. No entanto, nem todas são lembranças estranhas, como no caso de uma senhora chamada pelo nickname “F.” de 64 anos, do estado do Texas, que disse que foi parar em um lugar que desconhecia e que após a descrição descobriram que era Punta del Leste, no Uruguai. O estranho é que a velhinha nunca pisou fora dos EUA a sua vida toda e de uma hora para outra, descreveu em detalhes, a cidade uruguaia, o qual afirma que passou cinco dias e que ficou desesperada por estar perdida e sem dinheiro. A história se torna ainda mais interessante pelo fato que a idosa carregava consigo um relógio de pulso teve sua sincronia alterada. Mas isso não é o pior. Quando foi relatar ao marido, a mulher estava imunda e desidratada e não fazia dez minutos que ele havia avisado que iria no quintal da casa arrumar sua pequena horta. Ou seja, nesses dez minutos que ambos estiveram separados, a mulher ficou imunda e desidradata. O testemunho da mulher ainda relata que, dado o estado em que se encontrava, foi encaminhada para o hospital e após dizer aos médicos o que havia ocorrido, decidiram que seria o caso de internação psiquiátrica. Passou as duas semanas posteriores ao acidente em um hospício até os médicos perceberem que era não tinha qualquer doença mental.
Você pode pensar: “ Isso deve ser um caso isolado ou muito raro”. Engana-se. Basta procurar o nome em inglês “Missing Time” na internet, que você se depara com inúmeros casos, testemunhos e até documentários que tratam do assunto.
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domingo, 13 de maio de 2012
O incidente de Dyatlov Pass
O incidente de Dyatlov Pass se refere à misteriosa morte de 9 esquiadores russos, provocada por um evento até então desconhecido que se deu na noite de 2 de fevereiro de 1959. Dyatlov era o nome do líder do grupo, e não o nome da montanha que eles escalavam, como alguns pensam. Esta se chamava Otorten. O grupo partiu de trem em direção a Vizhai, o povoado mais próximo à montanha, no dia 25 de janeiro. O combinado seria que Dyatlov enviaria um telégrafo pras famílias dos esquiadores quando voltassem à Vizhai. A data esperada pro retorno era o dia 12 de fevereiro; não houve nenhuma notícia do grupo, mas atrasos eram comuns em expedições como essa. As famílias dos desaparecidos começaram a encher a paciência das autoridades e uma operação de resgate foi montada no dia 20 de fevereiro. Seis dias depois, o grupo de resgate achou o local onde os desaparecidos haviam acampado. A barraca estava rasgada, e uma série de pegadas os levou até um bosque nas proximidades. Lá foram encontrados os corpos de dois dos esquiadores perdidos.
Ambos estavam descalços, trajando apenas cuecas. Permita-me apontar que fevereiro é o mês mais frio do inverno no hemisfério norte, e poucos lugares neste planeta são mais frios que a Rússia durante o inverno. A temperatura média reportada na montanha era de -30 graus Celsius, o que é considerado QUENTE naquela região durante o inverno.
A mais ou menos 400 metros de distância dali jaziam os corpos de outros três esquiadores. A posição em que eles foram encontrados sugeria que eles morreram tentando voltar ao local do acampamento. Eles não caíram todos no mesmo lugar, uma distância de mais ou menos cem metros separava os três corpos. Só em maio os últimos quatro corpos foram encontrados.
A examinação dos corpos trouxe mais dúvidas do que resposta (o que é uma constante em casos de mortes misteriosas). Enquanto cinco dos corpos apresentavam sinais de morte por hipotermia, três dos últimos quatro corpos achados exibiam sinais claros de algum tipo violência.
Não estamos falando de facadas ou pauladas; um especialista envolvido na investigação comparou os ferimentos (crânios estraçalhados e tórax esmagado) com o que se vê resultante de um acidente automobilístico. Os corpos não apresentavam NENHUM sinal visível e violência, todo o dano era interno. Não havia cortes nem arranhões na pele de nenhuma das vítimas. Como se o negócio já não fosse bizarro o bastante, descobriu-se que a língua de uma das mulheres havia sido arrancada. Seria como se o agressor tivesse atacado a pessoa do seu interior para fora.
Nenhum dos corpos se encontrava suficientemente agasalhado. A maioria estava descalça, usando apenas cuecas, ou usando o que pareciam ser tiras de roupas removidas dos que haviam morrido primeiro. O nome da montanha era Kholat Syakhl, que significa “Montanha da Morte” em dialeto Mansi.
sábado, 12 de maio de 2012
O andarilho das Estrelas
Danell Standing era uma pessoa comum, professor de faculdade, que vivia tranquilamente na Califórnia. Até o dia em que foi pego matando um colega de trabalho em um dos laboratórios da universidade. Por esse crime ele acabou sendo preso e torturado na cadeia. Por oito anos ele ficou encarcerado, sendo cinco anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo em uma camisa de força, depois ele acabou enforcado. A parte interessante da história se passa na época em que ele ficou isolado do mundo, preso em uma camisa de força. Pois de alguma maneira Danell conseguiu desenvolver técnicas para controlar suas dores e sua mente, chegando ao ponto de conseguir se auto-hipnotizar. Dessa forma ele parecia ficar boa parte do seu tempo em um estado de coma, mas na verdade ele estava “vivenciando suas vidas passadas”.
Claro que todos achavam que essas suas experiências eram uma bobagem completa, porém uma das histórias que ele relatou se mostrou bastante intrigante. Um dia Danell revelou que em uma vida passada fora um marinheiro e que no ano de 1809 partiu do porto da Filadélfia com destino às Ilhas da Amizade.
No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto:
“Serve esta para informar pessoa em cujas
mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809.”
De início ninguém acreditou nessa história, porém Danell Standing pediu que a enviassem para o curador do Museu da Filadélfia o que ele havia escrito e assim foi feito. Em resposta essa carta foi enviada pelo curador:
A resposta do curador segue transcrita abaixo:
“É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu. Mas poucas pessoas sabem de sua existência pois ele não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.
Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel
Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,
Hosea Salsburt
E aí que o negócio complica e ninguém sabe que diabos esse sujeito fez para saber de tal coisa.
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