segunda-feira, 5 de março de 2012

Terceira Guerra Mundial deve iniciar este ano, alerta líder russo


Neste final de semana, cerca de 110 milhões de russos votarão para escolher quem comandará o destino da Rússia pelos próximos seis anos, novo prazo de mandato presidencial russo.
Segundo o maior centro de estudos da Rússia, 59,5% dos eleitores apoiam a reeleição de Vladimir Putin. O líder comunista Gennady Zyuganov tem 16,3% da intenção de votos; o bilionário Mikhail Prokhorov 8,6%; o nacionalista Vladimir Zhirinovsky 8,3%, e o social-democrata Sergey Mironov 5,6%.
Durante a campanha, algumas declarações surpreenderam, pois lembravam mais a Rússia do tempo da Guerra Fria do que o país que vive uma democracia desde 1989. A maior dificuldade hoje parece ser a política externa, por conta dos apoios à China e alguns países árabes.
Vladimir Zhirinovsky, líder do Partido Liberal-Democrático e candidato presidencial da Rússia assustou seus eleitores ao advertir que a Terceira Guerra Mundial pode começar ainda este ano, durante o verão europeu (entre junho e setembro). De acordo com o político, o foco do próximo conflito será no Oriente Médio, especificamente o Irã e a Síria.
De acordo com o plano dos EUA, insiste Zhirinovsky, o conflito será desenvolvido da seguinte forma: após a queda de Bashar al-Assad na Síria, os norte-americanos apoiarão um golpe militar no Irã. Por sua vez, isso aumentará as tensões entre outros países da região. ”Após dominar a Síria durante o verão, os EUA vão atacar o Irã. Azerbaijão vai aproveitar para anexar novamente a região de Nagorno-Karabakh.
Isso causaria revolta na Armênia, mas a Turquia apoia o governo do Azerbaijão. Cria-se assim um conflito entre Armênia, Azerbaijão e deverá envolver o país vizinho da Geórgia. A Rússia será obrigada a proteger as suas fronteiras do sul e haverá uma “luta em várias frentes ao mesmo tempo”, disse Zhirinovsky durante uma entrevista à estação de rádio Mayak.
Analisando a situação atual, o candidato nacionalista disse que o conflito internacional foi iniciado pela EUA há 20 anos atrás, e desde então só cresce.
“Na verdade, a Terceira Guerra Mundial começou em janeiro de 1991, quando eles fizeram o Iraque atacar o Kuwait. Até agora, os Estados Unidos e seus aliados já tentaram ocupar sete países árabes. Em seguida, eles devem tentar controlar a Rússia e a China através de todos estes territórios do sul”, disse ele.
A justificativa para isso tudo seriam objetivos econômicos, disse Zhirinovsky. “Petróleo e energia são a base de tudo. Mas hoje [os EUA] não produzem o suficiente, por isso pretendem controlar todas as nações geradoras da energia do mundo. Já ocuparam os árabes e a Ásia Central. Vão tentar assumir o Irã, que exporta 20% do petróleo mundial . Em seguida, controlarão quase 70% das exportações, excetuando a Rússia e outros países como a Venezuela”.
Em seu programa presidencial, Vladimir Zhirinovski define os Estados Unidos como “a única fonte de agressão que possui uma política incompatível com os modelos de segurança global”.
Ele é famoso por difamar seus adversários políticos, instigando brigas físicas no parlamento e fazer discursos inflamados contra o Ocidente em geral e os judeus em particular. Seu ódio por Israel é bastante conhecido. No passado, ele defendeu o uso de armas nucleares contra os rebeldes chechenos e para retomar o Alaska dos EUA.
Traduzido e adaptado de Rússia News e Acontecer Cristiano
FONTE: Fim dos tempos.net

domingo, 4 de março de 2012

O mistério das “Crianças Índigo”


De acordo com uma teoria divulgada há certo tempo, uma nova geração de crianças teria surgido nos últimos anos, seriam as chamadas “Crianças Índigo ou Cristal”.
Segundo esta teoria, estas crianças, embora não comprovado cientificamente, fariam parte da geração Y, por possuírem habilidades fora do comum, se destacando entre os demais.
Para a pseudociência e parapsicologia, estas crianças “especiais” seriam as responsáveis por implantar uma Nova Era na humanidade.
Além dos atributos sensoriais, como hipersensibilidade auditiva e tátil, as crianças também apresentam um comportamento diferente, como:
- Chegam ao mundo com sentimento de realeza e a curto tempo se comportam como tal;
-Têm a sensação de ter uma tarefa específica no mundo, e se surpreendem quando os outros não a partilham;
-Têm problemas de valorização pessoal e a curto prazo dizem a seus pais quem são;
-Custa-lhes aceitar a autoridade que não oferece explicação nem alternativa;
-Sentem-se frustrados com os sistemas ritualistas que não requerem um pensamento criativo;
-A curto tempo encontram formas melhores de fazer as coisas, tanto em casa como na escola;
-Parecem ser anti-sociais, a menos que se encontrem com pessoas como eles;
-Não reagem pela disciplina da culpa;
-Questionam frequentemente os dogmas religiosos, não os aceitando naturalmente como tradição familiar;
-Não são tímidos para manifestar as suas necessidades.
Indigo no Brasil
No Brasil o mais próximo destas características acima citadas foi verificado na chamada Síndrome de Asperger, que é uma síndrome do espectro autista, porém não comporta atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indíduo.
De acordo com especialistas, as características da Síndrome de Asperger são:
- Interesses específicos e restritos ou preocupações com um tema em detrimento de outras atividades;
- Rituais ou comportamentos repetitivos;
- Peculiaridades na fala e na linguagem;
- Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo;
- Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interação interpessoal;
- Problemas com comunicação;
- Habilidade de desenhar para compensar a dificuldade de se expressar verbalmente;
- Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.
- Segundo alguns estudos, apresentam imaginação e criatividade fantasiosa mais reduzida do que uma criatividade com bases em fatos.
Mas, será mesmo que, mesmo sendo crianças com habilidades especiais, elas seriam capazes de mudar o mundo? Bem, espera-se que sim!
Fonte: http://fraape.blogspot.com

sábado, 3 de março de 2012

Irã diz que já planeja ataque que varrerá Israel do mapa em apenas 9 minutos


Eles já anunciam: Irã planeja ataque que poderá “varrer Israel do mapa em 9 minutos”
Nos últimos anos, Irã e Israel vivem um clima tenso, de ameaças mútuas e de um ataque iminente. O Pentágono já deu indício ao que espera para os próximos meses uma ofensiva israelense. Um colaborador próximo de Ali Khamenei, líder supremo iraniano, disse que já o aconselhou a atacar primeiro.
Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou parte de um relatório em que o aiatolá afirma: “está mais do que na hora de varrer Israel do mapa”. Temendo a crescente pressão internacional para seu desarmamento, foi desenhado pelo Irã um plano de ataque arrasador.
A ação militar duraria apenas nove minutos, atacando em primeiro lugar os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica só na primeira investida.
Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infra-estrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos “até que o Estado judeu seja varrido do mapa completamente ”, disse Forghani.
O Irã é um dos principais produtores de mísseis do mundo, que já foram testados com sucesso em várias ocasiões. O plano de Forghani seria uma resposta ao anúncio do Pentágono de apoiar um programa de ataque israelense.
O Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CIEE), com sede em Washington, fez um relatório sobre a capacidade de Israel de impedir o desenvolvimento nuclear no Irã. A conclusão é clara: somente com o apoio dos EUA.
O relatório detalha que Israel teria como alvo de ataque as usinas nucleares, embora saiba que sua missão tem poucas garantias de sucesso. Trata-se de um ataque arriscado, mas se concentrará em três usinas nucleares iranianas: o Centro de Pesquisa de Isfahan, a usina de enriquecimento de urânio em Natanz, e reatores de água pesada em Arak, capazes de produzir plutônio.
O CIEE traça dois tipos de cenários possíveis. A primeira seria uma operação de combate com cerca de 90 aviões, que lançariam bombas poderosas para destruir as três usinas. A ideia básica é que a liberação de radiação poderia matar milhares de iranianos imediatamente.
A segunda opção de Tel Aviv seria usar pelo menos 42 mísseis balísticos “Jericó”. Os autores discutem também a possível reação iraniana e concordam que um contra-ataque com mísseis Shahab 3, carregados de produtos químicos, seria altamente destrutiva para Israel.
O relatório diz que um ataque israelense seria ineficaz para acabar de vez com o programa nuclear iraniano. O chefe da inteligência de Israel, Aviv Kochavi, advertiu que seu país “poderia ser atacado com 200.000 mísseis de países inimigos”.
Por outro lado, no mês passado, o jornal The Sunday Times publicou um artigo que afirmava que dois esquadrões da Força Aérea de Israel estavam realizando um treinamento para lançar uma ação sobre a usina de Natanz, onde Teerã enriquece urânio num bunker a cerca de 200 metros de profundidade.
O Serviço Secreto israelense (Mossad) está convencido que o Irã terá sua bomba atômica pronta em apenas dois anos e que um ataque convencional não seria suficiente para acabar com o projeto. Um dos agravantes é que o Irã tem alianças com outra potência nuclear, o Paquistão, e boas relações com a Federação da Rússia e a China. Esses aliados poderiam dispor de seu arsenal iniciando umabatalha mundial de consequências imprevisíveis.
Com informações Deia.com
FONTE: Fim dos tempos.net

quinta-feira, 1 de março de 2012

Chave da imortalidade de vermes é encontrada


Turbellaria é o nome científico dessa classe, conhecida por planárias. Estes vermes geralmente só são lembrados em aulas de biologia que falam sobre as doenças que estes platelmintos podem trazer. Se isso já é um motivo para não gostar muito desses bichinhos, um dado torna as coisas piores: eles têm uma capacidade aparentemente eterna para se regenerar e manter o corpo jovem. É como se “não envelhecessem”. Mas afinal, como eles conseguem isso?
Essa questão foi investigada mais detalhadamente por cientistas da Universidade de Nottingham (Inglaterra), que publicaram um estudo sobre o assunto na última semana. Já se sabe que as planárias, tanto as que se reproduzem sexuadamente quanto as que o fazem de forma assexuada, podem substituir tecidos velhos no corpo por um período indefinido, o que lhes dá uma longevidade quase imortal.
A diferença entre os seres humanos e as planárias está nas células-tronco. No nosso caso, conforme o tempo passa e as células-tronco se dividem para reparar a perda de células mortas, as novas cópias vão mostrando sinais de envelhecimento. A pele é o órgão onde este efeito fica mais visível.
A cada nova cópia celular, as cadeias de DNA no núcleo ficam mais frágeis porque o telômero diminui de tamanho. O telômero nada mais é do que a estrutura que forma a extremidade de cada cromossomo e protege o material na cadeia-hélice. Ao longo do tempo, o telômero fica tão curto que a célula perde a capacidade de se renovar.
No caso dos platelmintos, isso não ocorre. A substância responsável por manter o telômero em seu tamanho originário é a telomerase. Enquanto o ser humano só produz telomerase em seu estágio de desenvolvimento, as planárias a fabricam o tempo todo. Isso foi provado em um estudo de 2009: quando os cientistas desativaram a fabricação de telomerase em planárias, as células deixaram de se renovar com a mesma eficiência.
Mas ainda falta resolver um enigma. Apenas as planárias assexuadas apresentam o gene que produz telomerase eternamente. As sexuadas não o fazem, e mesmo assim renovam suas células com a mesma longevidade.
Os cientistas ainda não sabem se elas acabam encurtando o telômero depois de muito tempo ou se possuem outro mecanismo para mantê-lo no tamanho original. Essa é a resposta que falta para que possamos entender um dos processos-chave do envelhecimento. [ScienceDaily]