Talvez você não saiba, mas tudo o que você fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo fax, é controlado, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, criada e mantida pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.
Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon tem, como embrião histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e pelos EUA, no início da Guerra Fria.
Destinado à coleta e troca de informações, o Pacto Ukusa resultou, nos anos 70, na instalação de estações de rastreamento de mensagens enviadas desde e para a Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunications Satellite Organisation) e Inmarsat.
— Outros satélites de observação foram enviados ao espaço para a escuta das ondas de rádio, de celulares e para o registro de mensagens de correios eletrônicos.
Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, são captadas as mensagens de telecomunicações, inclusive de cabos submarinos e da rede mundial de computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (network) é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como sigint.
O segredo tecnológico do Echelon consiste na interconecção de todos os sistemas de escuta. A massa de informações é espetacular e, para ser tratada, requer uma triagem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por meio de instrumentos da inteligência artificial.
“A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pesquisador do tema — reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de interceptação recebem milhões de mensagens destinadas às estações terrestres credenciadas e utilizam computadores para decifrar as informações que contêm endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.
Estas palavras-chave resumem os alvos principais dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e de seus sócios no Echelon. Integram os chamados “dicionários”, que são produzidos e trocados, sistematicamente, entre esses organismos. Entre essas palavras encontram-se, por exemplo, os nomes de Fidel Castro, Saddam Hussein e Hugo Chávez e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST. Incluem, também, expressões como terrorismo, guerrilha, narcotráfico e ajuda ao Terceiro Mundo.
O acesso a alguns desses “dicionários” só tornou-se possível graças à colaboração de ex-agentes — sobretudo australianos e neo-zelandeses — com pesquisadores ligados a ONGs defensoras das liberdades públicas e do direito à privacidade. Os megacomputadores da NSA são capazes de reconhecer automaticamente a identidade dos interlocutores, numa conversação telefônica.
Além de palavras-chave, o código do Echelon também inclui cifras-chave. 5.535 representa as comunicações diplomáticas japonesas; 8.182 indica a troca de tecnologias criptográficas. Os documentos resultantes das pesquisas recebem símbolos distintivos: Moray (secreto), Spoke (ultra-secreto), Gamma (interceptação de comunicações russas, mesmo no pós-Guerra Fria).
O megapoder da NSA
A agência de inteligência norte-americana mais conhecida é a CIA. No entanto, de acordo com os pesquisadores nessa arca, a mais poderosa é a NSA. Ela possui, hoje, cerca de 20 mil funcionários em Fort Meade, seu quartel-general. São, principalmente, analistas de sistemas, engenheiros, físicos, matemáticos, linguistas, oficiais de segurança e administradores de empresas, entre outros especialistas de alto padrão.
A NSA foi criada em 1952 por meio de um decreto secreto do presidente Harry Truman para cuidar de espionagem e contra-espionagem, dentro e fora dos Estados Unidos. Seu organograma (conhecido publicamente, pela primeira vez, em 18 de dezembro de 1998, graças à lei conhecida como Freedom Information Act), demonstra que seus serviços cobrem praticamente todo o universo das tecnologias da informação.
Com base nessa massa crítica, os EUA adiantaram-se no tempo para assegurar s???? ?o?ua hegemonia mundial no século 21. Em novembro de 1997, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea norte-americana fez palestra na Câmara de Representantes, em Washington e afirmou: “No primeiro trimestre do próximo século, seremos capazes de localizar, seguir e mirar — praticamente em tempo real — qualquer alvo importante em movimento, na superfície da Terra
Ao refletir sobre o que chama de televigilância global, o filósofo e urbanista francês Paul Vinho afirma que o fenômeno histórico que leva à mundialização exige cada vez mais luz, cada vez mais iluminação. E assim que se desenvolve hoje uma televigilância global que não reconhece qualquer premissa ética ou diplomática. A atual globalização das atividades internacionais torna indispensável uma visão ciclópica ou, mais precisamente, uma visão cyber-ótica... Com essa dominação do ponto de vista orbital, o lançamento de uma infinidade de satélites de observação tende a favorecer a visão globalitária. Para “dirigir” a vida, não mais se trata de observar o que acontece diante de si. A dimensão zenital prevalece, de longe ou mais alto, sobre a horizontal e não se trata de um assunto de pouca importância porque o “ponto de vista de Sirius” apaga toda perspectiva”. (em Le Monde Diplomatique, agosto de 1999, pgs.4e 5).
Confirmação Oficial do Parlamento Europeu
Em 18 de Maio de 2001, veio a conhecimento público o informe, elaborado pela Comissão Provisória, nomeada pelo Parlamento Europeu, para investigar o Echelon, em que confirmaram:
“A existência de um sistema global de interceptação das comunicações em que cooperam os Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, já não pode ser colocado em dúvida.(...) O que resulta importante é que seu propósito é interceptar comunicações privadas e comerciais, e não comunicações militares.” (NAVARRO, 2001: 50)
Sem dúvida, mais do que um sistema de espionagem, este sistema é uma grave violação ao nosso direito de privacidade. Qualquer dia nem os sites de Internet escaparão à censura total. O relatório completo do parlamento europeu pode ser facilmente encontrado na internet.
O Brasil no Echelon
De forma totalmente extralegal, a NSA utilizou a rede Echelon para espionar todos os movimentos do Greenpeace por ocasião dos protestos contra os ensaios nucleares franceses, no Atol de Mururoa, no Pacífico Sul. O Brasil também participa da história secreta do sistema: por meio da rede, o governo norte-americano interceptou as negociações entre o governo FHC, no primeiro mandato, e a empresa francesa Thomson, para a compra dos equipamentos de vigilância da Amazônia, através do Sivam.
Com base nos dados coletados, a Casa Branca e o complexo industrial estadunidense conseguiram derrubar Thomson e, finalmente, a empresa norte-americana Raytheon acabou ganhando a concorrência internacional. As comunicações dos países e dos cidadãos latino-americanos são processadas na estação de Sabana Seca, em Porto Rico. Na Inglaterra, o órgão governamental associado à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communications Headquarters).
A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station F83, da NSA e se situa em Menwith Hill, Yorkshire, nos EUA.
Lista de palavras buscadas pelo projeto Echelon
A lista de palavras pesquisadas pelo projeto Echelon é imensa e atualizada conforme a realidade geopolítica se altera. Abaixo uma lista aproximada de dezembro de 2008. Vale lembrar que a única forma conhecida de combater este sistema é a vulgarização dos unitermos de todas as formas, sites em e-mails possíveis.
Rewson, SAFE, Waihopai, INFOSEC, ASPIC, MI6, Information Security, SAI, Information Warfare, IW, IS, Privacy, Information Terrorism, Terrorism, Defensive Information, Defense Information Warfare, Offensive Information, Offensive Information Warfare, The Artful Dodger, NAIA, SAPM, ASU, ASTS, National Information Infrastructure, InfoSec, SAO, Reno, Compsec, JICS, Computer Terrorism, Firewalls, Secure Internet Connections, RSP, ISS, JDF, Ermes, Passwords, NAAP, DefCon V, RSO, Hackers, Encryption, ASWS, CUN, CISU, CUSI, M.A.R.E., MARE, UFO, IFO, Pacini, Angela, Espionage, USDOJ, NSA, CIA, S/Key, SSL, FBI, Secert Service, USSS, Defcon, Military, White House, Undercover, NCCS, Mayfly, PGP, SALDV, PEM, resta, RSA, Perl-RSA, MSNBC, bet, AOL, AOL TOS, CIS, CBOT, AIMSX, STARLAN, 3B2, BITNET, SAMU, COSMOS, DATTA, Furbys, E911, FCIC, HTCIA, IACIS, UT/RUS, JANET, ram, JICC, ReMOB, LEETAC, UTU, VNET, BRLO, SADCC, NSLEP, SACLANTCEN, FALN, 877, NAVELEXSYSSECENGCEN, BZ, CANSLO, CBNRC, CIDA, JAVA, rsta, Active X, Compsec 97, RENS, LLC, DERA, JIC, rip, rb, Wu, RDI, Mavricks, Baha'u'llah, BIOL, Meta-hackers, ^?, SADT, Steve Case, Tools, RECCEX, Telex, Aldergrove, OTAN, monarchist, NMIC, NIOG, IDB, MID/KL, NADIS, NMI, SEIDM, BNC, CNCIS, STEEPLEBUSH, RG, BSS, DDIS, mixmaster, BCCI, BRGE, Europol, SARL, Military Intelligence, JICA, Scully, recondo, Flame, Infowar, FRU, Bubba, Freeh, Archives, ISADC, CISSP, Sundevil, jack, Investigation, JOTS, ISACA, NCSA, ASVC, RRF, 1071, Bugs Bunny, Verisign, Secure, ASIO, Lebed, ICE, NRO, Lexis-Nexis, NSCT, SCIF, FLiR, JIC, bce, Lacrosse, Flashbangs, HRT, IRA, EODG, DIA, USCOI, CID, BOP, FINCEN, FLETC, NIJ, ACC, AFSPC, BMDO, site, SASSTIXS, NAVWAN, NRL, RL, NAVWCWPNS, NSWC, USAFA, AHPCRC, ARPA, SARD, LABLINK, USACIL, SAPT, USCG, NRC, ~, O, NSA/CSS, CDC, DOE, SAAM, FMS, HPCC, NTIS, SEL, USCODE, CISE, SIRC, CIM, ISN, DJC, LLNL, bemd, SGC, UNCPCJ, CFC, SABENA, DREO, CDA, SADRS, DRA, SHAPE, bird dog, SACLANT, BECCA, DCJFTF, HALO, SC, TA SAS, Lander, GSM, T Branch, AST, SAMCOMM, HAHO, FKS, 868, GCHQ, DITSA, SORT, AMEMB, NSG, HIC, EDI, benelux, SAS, SBS, SAW, UDT, EODC, GOE, DOE, SAMF, GEO, JRB, 3P-HV, Masuda, Forte, AT, GIGN, Exon Shell, radint, MB, CQB, TECS, CONUS, CTU, RCMP, GRU, SASR, GSG-9, 22nd SAS, GEOS, EADA, SART, BBE, STEP, Echelon, Dictionary, MD2, MD4, MDA, diwn, 747, ASIC, 777, RDI, 767, MI5, 737, MI6, 757, Kh-11, EODN, SHS, ^X, Shayet-13, SADMS, Spetznaz, Recce, 707, CIO, NOCS, Halcon, NSS, Duress, RAID, Uziel, wojo, Psyops, SASCOM, grom, NSIRL, D-11, DF, ZARK, SERT, VIP, ARC, S.E.T. Team, NSWG, MP5k, SATKA, DREC, DEVGRP, DSD, FDM, GRU, LRTS, SIGDEV, NACSI, MEU/SOC,PSAC, PTT, RFI, ZL31, SIGDASYS, TDM. SUKLO, Schengen, SUSLO, TELINT, fake, TEXTA. ELF, LF, MF, Mafia, JASSM, CALCM, TLAM, Wipeout, GII, SIW, MEII, C2W, Burns, Tomlinson, Ufologico Nazionale, Centro, CICAP, MIR, Belknap, Tac, rebels, BLU-97 A/B, 007, nowhere.ch, bronze, Rubin, Arnett, BLU, SIGS, VHF, Recon, peapod, PA598D28, Spall, dort, 50MZ, 11Emc Choe, SATCOMA, UHF, The Hague, SHF, ASIO, SASP, WANK, Colonel, domestic disruption, 5ESS, smuggle, Z-200, 15kg, DUVDEVAN, RFX, nitrate, OIR, Pretoria, M-14, enigma, Bletchley Park, Clandestine, NSO, nkvd, argus, afsatcom, CQB, NVD, Counter Terrorism Security, Enemy of the State, SARA, Rapid Reaction, JSOFC3IP, Corporate Security, 192.47.242.7, Baldwin, Wilma, ie.org, cospo.osis.gov, Police, Dateline, Tyrell, KMI, 1ee, Pod, 9705, Samford Road, 20755-6000, sniper, PPS, ASIS, ASLET, TSCM, Security Consulting, M-x spook, Z-150T, Steak Knife, High Security, Security Evaluation, Electronic Surveillance, MI-17, ISR, NSAS, Counterterrorism, real, spies, IWO, eavesdropping, debugging, CCSS, interception, COCOT, NACSI, rhost, rhosts, ASO, SETA, Amherst, Broadside, Capricorn, NAVCM, Gamma, Gorizont, Guppy, NSS, rita, ISSO, submiss, ASDIC, .tc, 2EME REP, FID, 7NL SBS, tekka, captain, 226, .45, nonac, .li, Tony Poe, MJ-12, JASON, Society, Hmong, Majic, evil, zipgun, tax, bootleg, warez, TRV, ERV, rednoise, mindwar, nailbomb, VLF, ULF, Paperclip, Chatter, MKULTRA, MKDELTA,Bluebird, MKNAOMI, White Yankee, MKSEARCH, 355 ML, Adriatic, Goldman, Ionosphere, Mole, Keyhole, NABS, Kilderkin, Artichoke, Badger, Emerson, Tzvrif, SDIS, T2S2, STTC, DNR, NADDIS, NFLIS, CFD, BLU-114/B, quarter, Cornflower, Daisy, Egret, Iris, JSOTF, Hollyhock, Jasmine, Juile, Vinnell, B.D.M., Sphinx, Stephanie, Reflection, Spoke, Talent, Trump, FX, FXR, IMF, POCSAG, rusers, Covert Video, Intiso, r00t, lock picking, Beyond Hope, LASINT, csystems, .tm, passwd, 2600 Magazine, JUWTF, Competitor, EO, Chan, Pathfinders, SEAL Team 3, JTF, Nash, ISSAA, B61-11, Alouette, executive, Event Security, Mace, Cap-Stun, stakeout, ninja, ASIS, ISA, EOD, Oscor, Tarawa, COSMOS-2224, COSTIND, hit word, hitword, Hitwords, Regli, VBS, Leuken-Baden, number key, Zimmerwald, DDPS, GRS, AGT. AMME, ANDVT, Type I, Type II, VFCT, VGPL, WHCA, WSA, WSP, WWABNCP, ZNI1, FSK, FTS2000, GOSIP, GOTS, SACS STU-III, PRF, PMSP, PCMT, I&A, JRSC, ITSDN, Keyer, KG-84C, KWT-46, KWR-46, KY-75, KYV-5, LHR, PARKHILL, LDMX, LEASAT, SNS, SVN, TACSAT, TRANSEC, DONCAF, EAM, DSCS, DSNET1, DSNET2, DSNET3, ECCM, EIP, EKMS, EKMC, DDN, DDP, Merlin, NTT, SL-1, Rolm, TIE, Tie-fighter, PBX, SLI, NTT, MSCJ, MIT, 69, RIT, Time, MSEE, Cable & Wireless, CSE, SUW, J2, Embassy, ETA, Aquisitores, Fax, finks, Fax encryption, white noise, Fernspah, MYK, GAFE, forcast, import, rain, tiger, buzzer, N9, pink noise, CRA, M.P.R.I., top secret, Mossberg, 50BMG, Macintosh Security, Macintosh Internet Security, OC3, Macintosh Firewalls, Unix Security, VIP Protection, SIG, sweep, Medco, TRD, TDR, Z, sweeping, SURSAT, 5926, TELINT, Audiotel, Harvard, 1080H, SWS, Asset, Satellite imagery, force, NAIAG, Cypherpunks, NARF, 127, Coderpunks, TRW, remailers, replay, redheads, RX-7, explicit, FLAME, J-6, Pornstars, AVN, Playboy, ISSSP, Anonymous, W, Sex, chaining, codes, Nuclear, 20, subversives, SLIP, toad, fish, data havens, unix, c, a, b, d, SUBACS, the, Elvis, quiche, DES, 1*, N-ISDN, NLSP, OTAR, OTAT, OTCIXS, MISSI, MOSAIC, NAVCOMPARS, NCTS, NESP, MILSATCOM, AUTODIN, BLACKER, C3I, C4I, CMS, CMW, CP, SBU, SCCN, SITOR, SHF/DOD, Finksburg MD, Link 16, LATA, NATIA, NATOA, sneakers, UXO, (), OC-12, counterintelligence, Shaldag, sport, NASA, TWA, DT, gtegsc, nowhere, .ch, hope, emc, industrial espionage, SUPIR, PI, TSCI, spookwords, industrial intelligence, H.N.P., SUAEWICS, Juiliett Class, Submarine, Locks, qrss, loch, 64 Vauxhall Cross, Ingram Mac-10, wwics, sigvoice, ssa, E.O.D., SEMTEX, penrep, racal, OTP, OSS, Siemens, RPC, Met, CIA-DST, INI, watchers, keebler, contacts, Blowpipe, BTM, CCS, GSA, Kilo, Class, squib, primacord, RSP, Z7, Becker, Nerd, fangs, Austin, no|d, Comirex, GPMG, Speakeasy, humint, GEODSS, SORO, M5, BROMURE, ANC, zone, SBI, DSS, S.A.I.C., Minox, Keyhole, SAR, Rand Corporation, Starr, Wackenhutt, EO, burhop, Wackendude, mol, Shelton, 2E781, F-22, 2010, JCET, cocaine, Vale, IG, Kosovo, Dake, 36,800, Hillal, Pesec, Hindawi, GGL, NAICC, CTU, botux, Virii, CCC, ISPE, CCSC, Scud, SecDef, Magdeyev, VOA, Kosiura, Small Pox, Tajik, +=, Blacklisted 411, TRDL, Internet Underground, BX, XS4ALL, wetsu, muezzin, Retinal Fetish, WIR, Fetish, FCA, Yobie, forschung, emm, ANZUS, Reprieve, NZC-332, edition, cards, mania, 701, CTP, CATO, Phon-e, Chicago Posse, NSDM, l0ck, beanpole, spook, keywords, QRR, PLA, TDYC, W3, CUD, CdC, Weekly World News, Zen, World Domination, Dead, GRU, M72750, Salsa, 7, Blowfish, Gorelick, Glock, Ft. 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Meade SEAL Team 6 Honduras PLO NSA terrorist Ft. Meade strategic supercomputer $400 million in gold bullion quiche Honduras BATF colonel, Treasury domestic disruption SEAL Team 6 class struggle smuggle M55 M51, Physical Security Division Room 2A0120, OPS 2A building 688-6911(b), 963-3371(s). Security Awareness Division (M56) Field Security Division (M52), Al Amn al-Askari Supreme Assembly of the Islamic Revolution in Iraq (SAIRI), Binnenlandse Veiligheidsdienst Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti, Federalnaia sluzhba besopasnosti GCHQ MI5
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Perigos do uso da Urna Eletrônica
Os comerciais de TV da Justiça Eleitoral, afirmando que as urnas eletrônicas usadas nas eleições do país são “100%” brasileiras é um dos maiores absurdos que já vi. O governo federal deveria ser processado com base no código de defesa do consumidor.
Mentira deslavada, elas tem o software básico “extremamente confiável” Windows (até onde sei, a Microsoft é americana) e o aplicativo das 75 mil urnas compradas este ano feito pela Procomp, empresa que pertence a americana Diebold, esta fundada em 1859 em Cincinnati, Ohio. Talvez haja uma cidade brasileira chamada Cincinnati e um Estado de Ohio, que eu desconheça.
A Diebold (na verdade, sua subsidiária Diebold Election Systems, Inc) é a mesma empresa que hoje, dia 11 de outubro, publicou um press release garantindo que não terá perdas financeiras, devido ao decreto do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, que proibiu o uso de urnas eletrônicas que não tenham voto impresso, para evitar fraudes. As próximas eleições americanas, em 2006, terão que ter uma impressora de votos que serão vistos pelo eleitor e usados em uma possível recontagem.
Pior. De acordo com um estudo feito pelas Universidades americanas Johns Hopkins e Rice, em 2003, qualquer hacker esperto poderia quebrar os códigos do sistema da Diebold e provocar votos múltiplos. Os pesquisadores descobriram que é teoricamente possível inserir “back doors” dentro do software de forma que os hackers (ou pessoal interno) pudessem mudar as escolhas futuras de eleitores, provocando resultados que desejarem. Há mais informações neste comunicado a imprensa (http://www.jhu.edu/news_info/news/home03/jul03/rubin.html) distribuido pela Johns Hopkins University sobre as máquinas feitas pela Diebold.
Não é apenas isso. A Advocacia Geral da Califórnia, por meio do advogado Bill Lockyer, informou, dia 7 do mês passado, que o governo da California vai processar a fabricante de urnas eletrônicas Diebold Inc. por ter “fraudado o Estado da Califórnia, ao fazer falsas afirmativas sobre seus produtos”
Os investigadores do governo da Califórnia, pediram uma investigação criminal contra a Diebold. O Vice Presidente da empresa, Thomas Swidarski, disse que tudo isso é bom, porque provará que a Diebold é confiável.
Esta é a mesma empresa responsável pelas 75 mil urnas brasileiras. Aquelas 100% brasileiras. Digo, 100% montadas no Brasil.
A Procomp vai dizer que as máquinas no Brasil são diferentes. E são. Quer dizer que são melhores do que as americanas? Mais confiáveis? Você responde, leitor. Elas são montadas no Brasil, segundo especificações do TSE, claro. Muitos materiais são comprados no Brasil. Mas o software é feito sobre o Windows. E o aplicativo? O programa que roda nas máquinas? o cérebro? ele é feito por uma empresa pertencente a outra, americana. Pouco importa que esteja dentro do Brasil, já que os reais proprietários estão fora. A placa mãe usa um chip da National/AMD de 200 MHz, memória RAM de 64 Mbytes e duas memórias flash com capacidade de 32 Mbytes. De onde? Do rio Araguáia?
Mas o mais inaceitável é que os votos não podem ser conferidos. Enquanto isso, a propaganda das urnas continua firme e forte, garantindo que são o supra sumo da democracia.
Repita uma mentira milhares de vezes e… você já sabe como isso termina.
Insegurança na Urna Eletrônica
A Lei 10.740/03 que torna nossas eleições inauditáveis foi aprovada em 1º de outubro de 2003 na Câmara, na calada da noite, sem qualquer discussão técnica, tal como o TSE recomendou, e foi sancionada minutos depois. Mas a luta continua, com redobrado vigor. Agradecemos a colaboração e vamos continuar colhendo assinaturas aqui ( http://www.votoseguro.com/alertaprofessores ). Você, que se preocupa com a lisura das eleições, divulgue o Manifesto, promova palestras em sua faculdade, em seu local de trabalho e obtenha mais adesões.
Manifesto dos Professores e Cientistas
ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO
Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos resultados.
Cidadão brasileiro,
Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03. Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1) elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o por um “voto virtual cego”, cujo conteúdo o eleitor não tem como verificar; (2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha programas de computador fechados, ou seja, secretos.
O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado por estes durante a votação no Senado.
As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em Informática e Segurança de Dados foi realizada.
Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo em xeque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos necessários.
A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções, omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa preocupação.
A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem, transformando-se o voto secreto em mera concessão.
Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, “Sistema sem fiscalização é sistema inseguro”. Muitas das fraudes que ocorriam quando o voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem descobertas.
Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto, procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na contramão da história.
De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado? Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência da fiscalização.
Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a convicção, que o sistema eleitoral informatizado é “100% seguro” e “orgulho da engenharia nacional”, externando inverdades em áreas que não dominam, alheias ao seu campo de conhecimento específico.
Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para “eleger” desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de fazer isto adequadamente.
O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente, foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.
A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação, fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os candidatos forem pequenas.
Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado, fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.
Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação de leis que comprometam a transparência do processo.
A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.
Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.
Signatários:
Walter Del Picchia
Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP
Jorge Stolfi
Professor Titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Michael Stanton
Professor Titular do Depto. de Ciência da Computação da Universidade Federal Fluminense - UFF
Routo Terada
Professor Titular do Depto. de Ciências da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo - USP
Edison Bittencourt
Professor Titular da Faculdade de Engenharia Química da Universidade de Campinas - UNICAMP
Pedro Dourado Rezende
Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília - UNB - Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura de Chaves Públicas ICP-Brasil
Paulo Mora de Freitas
Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole Polytechnique, Palaiseau, França
José Ricardo Figueiredo
Professor Dr. do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Campinas - UNICAMP
Aldo Novak
Editor do jornal eletrônico Relatório Alfa
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livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída, com um link ativo para o site Relatório Alfa.
Mentira deslavada, elas tem o software básico “extremamente confiável” Windows (até onde sei, a Microsoft é americana) e o aplicativo das 75 mil urnas compradas este ano feito pela Procomp, empresa que pertence a americana Diebold, esta fundada em 1859 em Cincinnati, Ohio. Talvez haja uma cidade brasileira chamada Cincinnati e um Estado de Ohio, que eu desconheça.
A Diebold (na verdade, sua subsidiária Diebold Election Systems, Inc) é a mesma empresa que hoje, dia 11 de outubro, publicou um press release garantindo que não terá perdas financeiras, devido ao decreto do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, que proibiu o uso de urnas eletrônicas que não tenham voto impresso, para evitar fraudes. As próximas eleições americanas, em 2006, terão que ter uma impressora de votos que serão vistos pelo eleitor e usados em uma possível recontagem.
Pior. De acordo com um estudo feito pelas Universidades americanas Johns Hopkins e Rice, em 2003, qualquer hacker esperto poderia quebrar os códigos do sistema da Diebold e provocar votos múltiplos. Os pesquisadores descobriram que é teoricamente possível inserir “back doors” dentro do software de forma que os hackers (ou pessoal interno) pudessem mudar as escolhas futuras de eleitores, provocando resultados que desejarem. Há mais informações neste comunicado a imprensa (http://www.jhu.edu/news_info/news/home03/jul03/rubin.html) distribuido pela Johns Hopkins University sobre as máquinas feitas pela Diebold.
Não é apenas isso. A Advocacia Geral da Califórnia, por meio do advogado Bill Lockyer, informou, dia 7 do mês passado, que o governo da California vai processar a fabricante de urnas eletrônicas Diebold Inc. por ter “fraudado o Estado da Califórnia, ao fazer falsas afirmativas sobre seus produtos”
Os investigadores do governo da Califórnia, pediram uma investigação criminal contra a Diebold. O Vice Presidente da empresa, Thomas Swidarski, disse que tudo isso é bom, porque provará que a Diebold é confiável.
Esta é a mesma empresa responsável pelas 75 mil urnas brasileiras. Aquelas 100% brasileiras. Digo, 100% montadas no Brasil.
A Procomp vai dizer que as máquinas no Brasil são diferentes. E são. Quer dizer que são melhores do que as americanas? Mais confiáveis? Você responde, leitor. Elas são montadas no Brasil, segundo especificações do TSE, claro. Muitos materiais são comprados no Brasil. Mas o software é feito sobre o Windows. E o aplicativo? O programa que roda nas máquinas? o cérebro? ele é feito por uma empresa pertencente a outra, americana. Pouco importa que esteja dentro do Brasil, já que os reais proprietários estão fora. A placa mãe usa um chip da National/AMD de 200 MHz, memória RAM de 64 Mbytes e duas memórias flash com capacidade de 32 Mbytes. De onde? Do rio Araguáia?
Mas o mais inaceitável é que os votos não podem ser conferidos. Enquanto isso, a propaganda das urnas continua firme e forte, garantindo que são o supra sumo da democracia.
Repita uma mentira milhares de vezes e… você já sabe como isso termina.
Insegurança na Urna Eletrônica
A Lei 10.740/03 que torna nossas eleições inauditáveis foi aprovada em 1º de outubro de 2003 na Câmara, na calada da noite, sem qualquer discussão técnica, tal como o TSE recomendou, e foi sancionada minutos depois. Mas a luta continua, com redobrado vigor. Agradecemos a colaboração e vamos continuar colhendo assinaturas aqui ( http://www.votoseguro.com/alertaprofessores ). Você, que se preocupa com a lisura das eleições, divulgue o Manifesto, promova palestras em sua faculdade, em seu local de trabalho e obtenha mais adesões.
Manifesto dos Professores e Cientistas
ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO
Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos resultados.
Cidadão brasileiro,
Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03. Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1) elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o por um “voto virtual cego”, cujo conteúdo o eleitor não tem como verificar; (2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha programas de computador fechados, ou seja, secretos.
O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado por estes durante a votação no Senado.
As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em Informática e Segurança de Dados foi realizada.
Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo em xeque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos necessários.
A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções, omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa preocupação.
A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem, transformando-se o voto secreto em mera concessão.
Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, “Sistema sem fiscalização é sistema inseguro”. Muitas das fraudes que ocorriam quando o voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem descobertas.
Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto, procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na contramão da história.
De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado? Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência da fiscalização.
Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a convicção, que o sistema eleitoral informatizado é “100% seguro” e “orgulho da engenharia nacional”, externando inverdades em áreas que não dominam, alheias ao seu campo de conhecimento específico.
Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para “eleger” desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de fazer isto adequadamente.
O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente, foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.
A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação, fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os candidatos forem pequenas.
Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado, fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.
Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação de leis que comprometam a transparência do processo.
A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.
Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.
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Pedro Dourado Rezende
Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília - UNB - Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura de Chaves Públicas ICP-Brasil
Paulo Mora de Freitas
Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole Polytechnique, Palaiseau, França
José Ricardo Figueiredo
Professor Dr. do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Campinas - UNICAMP
Aldo Novak
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livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída, com um link ativo para o site Relatório Alfa.
Veneno na Torneira
Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente na água que você bebe medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.
A maioria de nós conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas das crianças ao dentista. Contudo, na história do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.
Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado a um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.
Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.
Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor, tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.
A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.
Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?
Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.
Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?
Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.
Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.
A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.
Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.
À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.
TESTEMUNHA
Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto:
"Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."
Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?
DESAFIANDO O PARLAMENTO
Peter Robinson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".
Com a ajuda da National Pure Water Association. Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
RECONHECIMENTO OFICIAL
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve um indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.
REALIDADES DO FLÚOR
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.
A maioria de nós conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas das crianças ao dentista. Contudo, na história do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.
Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado a um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.
Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.
Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor, tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.
A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.
Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?
Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.
Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?
Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.
Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.
A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.
Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.
À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.
TESTEMUNHA
Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto:
"Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."
Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?
DESAFIANDO O PARLAMENTO
Peter Robinson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".
Com a ajuda da National Pure Water Association. Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
RECONHECIMENTO OFICIAL
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve um indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.
REALIDADES DO FLÚOR
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.
Quem realmente governa o mundo?
David Icke
Eu sou um ex-jornalista e apresentador de televisão da Inglaterra que passou os últimos dez anos descobrindo o maior segredo - quem realmente controla o mundo e tem feito assim por milhares de anos.
Eu escrevi dez livros, inclusive "O Maior Segredo", " ...e a verdade o libertará", e "Eu Sou Eu, Eu Sou Livre". Bridge of love Publications, minha editora, também produziu vários vídeos inclusive "A Estrada da Liberdade", "Mudando o Curso", "Revelações de uma Deusa Mãe", e "A Agenda Reptiliana".
Eu revelo como uma sociedade secreta global chamada Illuminati ("Os Iluminados" como eles se chamam) tem segurado as rédeas do poder no mundo desde tempos antigos, expandindo o seu poder pra fora do Oriente Médio e Próximo Oriente (e outros centros) para controlar primeiro a Europa e então, graças ao Império britânico e outros impérios europeus, assumir o controle das Américas, África, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, e em outros lugares.
Quando esses impérios pareceram se retirar destas regiões, a Illuminati deixou para trás as redes de sociedade secretas e a sua linhagem genética e estes continuaram a controlar e orquestrar eventos desde então. Há dois tipos de prisões ou ditaduras. Há a variedade pública, que são ditaduras claras (comunismo, fascismo, etc) e então há a variedade mais efetiva de todas - a ditadura coberta, a que se mascara de liberdade.
As pessoas não se rebelam contra o fato de não serem livres quando elas pensam que são!
A Illuminati têm trabalhado para uma agenda longamente planejada e coordenada para criar um governo mundial, um banco central, um exército, e uma população micro-controlada ligada a um computador global. Qualquer um com um cérebro operacional pode ver que todas estas coisas estão emergindo agora, sempre mais rapidamente.
Debaixo deste edifício de poder global, super estados são projetados como a União européia (evoluída da CEE), a União Americana (a ser evoluída do NAFTA), e a União do Pacífico (a ser evoluída da APEC). a OTAN (fundindo-se com a operação de pacificação da ONU) é planejada para ser o exército mundial, a força policial mundial, para manter na linha os países que não desejam conceder sua soberania ao governo mundial da Illuminati, o qual é planejado para evoluir através das Nações Unidas.
A estrutura de controle global consiste em pirâmides dentro de pirâmides. Muito parecido com bonecas russas, uma boneca dentro da outra. Se você olhar para qualquer organização hoje você verá que é estruturada como uma pirâmide. Aqueles na base da pirâmide não têm nenhuma idéia do que a organização para a qual eles trabalham está realmente fazendo. Eles apenas fazem o seu trabalho e vão para casa todo dia. Eles não sabem como o que eles fazem se conecta com a contribuição de outras pessoas para criar um padrão e direção muito óbvio e sinistro. Só os poucos no topo sabem disso. Desse modo, poucos podem manipular milhares em uma organização para avançar uma agenda que esses milhares nem sabem que existe. Há uma versão global disto que manipula bilhões da mesma maneira.
Essas organizações "individuais", sejam elas bancos, corporações trans-nacionais, impérios de mídia, OTAN, etc., ajustam-se então em pirâmides até mesmo maiores. assim, por exemplo, você descobre que no topo da pirâmide bancária global, todos os bancos são, no final das contas, controlados pelas mesmas pessoas - os Illuminati. O mesmo com as corporações transnacionais, mídia, e assim por diante. Há uma pirâmide global que cerca as pirâmides dos bancos, dos negócios, da mídia, do exército, da política, e das outras instituições que movem o planeta. No topo desta pirâmide você encontra a elite da Illuminati que orquestra a sua agenda para o controle global através de todas as suas organizações aparentemente desconectadas.
É por isso que houve um movimento incessante para a centralização do poder global em todas as áreas de nossas vidas, bancos, negócios, mídia, política, o que quer que seja. Isto é orquestrado pelas MESMAS pessoas em conformidade com a MESMA agenda. Você achará uma corrente de artigos neste site que lhe dará um pano de fundo detalhado para esta agenda e há informações infinitas em meus livros que você poderá encomendar do meu website.
A Illuminati manipula a humanidade pela mente e pelas emoções. Há muitas pessoas e poucos Illuminati para controlá-las fisicamente, exceto em uma escala pequena. Eles têm que manipular o modo que as massas pensam e sentem, assim nós vivemos nossas vidas e vemos o mundo do modo que a Illuminati quer que nós vejamos. Por exemplo, a mais poderosa das técnicas de manipulação é uma que eu chamo Problema-Reação-Solução. Ela funciona assim:
Você quer introduzir algo que você sabe que as pessoas não vão gostar. Esse algo pode ser mais poder para a polícia, uma erosão adicional de liberdades básicas, até mesmo uma guerra. Você sabe que se você oferecer estas políticas abertamente as pessoas reagirão contra elas. Assim você cria primeiro um PROBLEMA, uma taxa de crime ascendente, mais violência, um atentado terrorista, um colapso do governo, ou você pega uma de suas marionetes, como Saddam Hussein, para ir à guerra.
Você assegura-se que outra pessoa seja culpada por este problema e não você (que na verdade é quem está por trás de tudo). Assim você cria um "bode expiatório", como eles os chamam na América, um Timothy McVeigh ou um Lee Harvey Oswald. Então, você usa sua mídia para dizer as pessoas o que eles devem pensar sobre seu evento fabricado e quem eles devem culpar por isto. Isto nos traz para o estágio dois, a REAÇÃO das pessoas: "Isso não pode continuar, o que ELES vão fazer sobre isto?
Então, isto permite que ELES ofereçam abertamente a SOLUÇÃO aos problemas que eles criaram - nova legislação que avança a agenda deles de centralização do poder global ou a erosão de mais liberdades básicas. Esta técnica está sendo usada todo o tempo na mente e nas emoções humanas, não menos com uma corrente de crianças e adultos mente-controlados que enlouquecem com armas ao redor do mundo e imediatamente incitam leis de controle de armas.
Eu digo isto como alguém que não tem armas e acredita apaixonadamente em não-violência. Mas se nós vamos ser sábios, nós precisamos olhar além de nossas próprias convicções e perceber que a Illuminati está buscando sistematicamente desarmar aqueles que USARIAM armas contra eles. Logo antes de Adolf Hitler começar a encher os campos de concentração ele introduziu a mesma legislação anti-arma que nós estamos vendo hoje no mundo inteiro.
Nós estamos agora em um momento crucial na história desta agenda. Tantas cartas estão esperando para serem jogadas pela Illuminati nos próximos 12 meses. Nós estamos em uma encruzilhada na história humana. Nós podemos escolher liberdade ou cair sobre o controle de um estado global fascista, uma versão global da Alemanha nazista.
Isto não tem que acontecer, mas para parar isto muitos traseiros precisam ser removidos de muitas cadeiras. Este website e os meus livros lhe darão o pano de fundo detalhado de tudo isso, com o qual escolhas informadas podem ser feitas.
O que você leu aqui é uma mera fração do que há para saber e o quadro é de longe maior e mais extraordinário do que este breve esboço pôde detalhar. Olhe em qualquer lugar neste site ou em meus livros e você verá o que eu quero dizer!
Fonte: http://www.davidicke.com/icke/visitor.html
Eu sou um ex-jornalista e apresentador de televisão da Inglaterra que passou os últimos dez anos descobrindo o maior segredo - quem realmente controla o mundo e tem feito assim por milhares de anos.
Eu escrevi dez livros, inclusive "O Maior Segredo", " ...e a verdade o libertará", e "Eu Sou Eu, Eu Sou Livre". Bridge of love Publications, minha editora, também produziu vários vídeos inclusive "A Estrada da Liberdade", "Mudando o Curso", "Revelações de uma Deusa Mãe", e "A Agenda Reptiliana".
Eu revelo como uma sociedade secreta global chamada Illuminati ("Os Iluminados" como eles se chamam) tem segurado as rédeas do poder no mundo desde tempos antigos, expandindo o seu poder pra fora do Oriente Médio e Próximo Oriente (e outros centros) para controlar primeiro a Europa e então, graças ao Império britânico e outros impérios europeus, assumir o controle das Américas, África, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, e em outros lugares.
Quando esses impérios pareceram se retirar destas regiões, a Illuminati deixou para trás as redes de sociedade secretas e a sua linhagem genética e estes continuaram a controlar e orquestrar eventos desde então. Há dois tipos de prisões ou ditaduras. Há a variedade pública, que são ditaduras claras (comunismo, fascismo, etc) e então há a variedade mais efetiva de todas - a ditadura coberta, a que se mascara de liberdade.
As pessoas não se rebelam contra o fato de não serem livres quando elas pensam que são!
A Illuminati têm trabalhado para uma agenda longamente planejada e coordenada para criar um governo mundial, um banco central, um exército, e uma população micro-controlada ligada a um computador global. Qualquer um com um cérebro operacional pode ver que todas estas coisas estão emergindo agora, sempre mais rapidamente.
Debaixo deste edifício de poder global, super estados são projetados como a União européia (evoluída da CEE), a União Americana (a ser evoluída do NAFTA), e a União do Pacífico (a ser evoluída da APEC). a OTAN (fundindo-se com a operação de pacificação da ONU) é planejada para ser o exército mundial, a força policial mundial, para manter na linha os países que não desejam conceder sua soberania ao governo mundial da Illuminati, o qual é planejado para evoluir através das Nações Unidas.
A estrutura de controle global consiste em pirâmides dentro de pirâmides. Muito parecido com bonecas russas, uma boneca dentro da outra. Se você olhar para qualquer organização hoje você verá que é estruturada como uma pirâmide. Aqueles na base da pirâmide não têm nenhuma idéia do que a organização para a qual eles trabalham está realmente fazendo. Eles apenas fazem o seu trabalho e vão para casa todo dia. Eles não sabem como o que eles fazem se conecta com a contribuição de outras pessoas para criar um padrão e direção muito óbvio e sinistro. Só os poucos no topo sabem disso. Desse modo, poucos podem manipular milhares em uma organização para avançar uma agenda que esses milhares nem sabem que existe. Há uma versão global disto que manipula bilhões da mesma maneira.
Essas organizações "individuais", sejam elas bancos, corporações trans-nacionais, impérios de mídia, OTAN, etc., ajustam-se então em pirâmides até mesmo maiores. assim, por exemplo, você descobre que no topo da pirâmide bancária global, todos os bancos são, no final das contas, controlados pelas mesmas pessoas - os Illuminati. O mesmo com as corporações transnacionais, mídia, e assim por diante. Há uma pirâmide global que cerca as pirâmides dos bancos, dos negócios, da mídia, do exército, da política, e das outras instituições que movem o planeta. No topo desta pirâmide você encontra a elite da Illuminati que orquestra a sua agenda para o controle global através de todas as suas organizações aparentemente desconectadas.
É por isso que houve um movimento incessante para a centralização do poder global em todas as áreas de nossas vidas, bancos, negócios, mídia, política, o que quer que seja. Isto é orquestrado pelas MESMAS pessoas em conformidade com a MESMA agenda. Você achará uma corrente de artigos neste site que lhe dará um pano de fundo detalhado para esta agenda e há informações infinitas em meus livros que você poderá encomendar do meu website.
A Illuminati manipula a humanidade pela mente e pelas emoções. Há muitas pessoas e poucos Illuminati para controlá-las fisicamente, exceto em uma escala pequena. Eles têm que manipular o modo que as massas pensam e sentem, assim nós vivemos nossas vidas e vemos o mundo do modo que a Illuminati quer que nós vejamos. Por exemplo, a mais poderosa das técnicas de manipulação é uma que eu chamo Problema-Reação-Solução. Ela funciona assim:
Você quer introduzir algo que você sabe que as pessoas não vão gostar. Esse algo pode ser mais poder para a polícia, uma erosão adicional de liberdades básicas, até mesmo uma guerra. Você sabe que se você oferecer estas políticas abertamente as pessoas reagirão contra elas. Assim você cria primeiro um PROBLEMA, uma taxa de crime ascendente, mais violência, um atentado terrorista, um colapso do governo, ou você pega uma de suas marionetes, como Saddam Hussein, para ir à guerra.
Você assegura-se que outra pessoa seja culpada por este problema e não você (que na verdade é quem está por trás de tudo). Assim você cria um "bode expiatório", como eles os chamam na América, um Timothy McVeigh ou um Lee Harvey Oswald. Então, você usa sua mídia para dizer as pessoas o que eles devem pensar sobre seu evento fabricado e quem eles devem culpar por isto. Isto nos traz para o estágio dois, a REAÇÃO das pessoas: "Isso não pode continuar, o que ELES vão fazer sobre isto?
Então, isto permite que ELES ofereçam abertamente a SOLUÇÃO aos problemas que eles criaram - nova legislação que avança a agenda deles de centralização do poder global ou a erosão de mais liberdades básicas. Esta técnica está sendo usada todo o tempo na mente e nas emoções humanas, não menos com uma corrente de crianças e adultos mente-controlados que enlouquecem com armas ao redor do mundo e imediatamente incitam leis de controle de armas.
Eu digo isto como alguém que não tem armas e acredita apaixonadamente em não-violência. Mas se nós vamos ser sábios, nós precisamos olhar além de nossas próprias convicções e perceber que a Illuminati está buscando sistematicamente desarmar aqueles que USARIAM armas contra eles. Logo antes de Adolf Hitler começar a encher os campos de concentração ele introduziu a mesma legislação anti-arma que nós estamos vendo hoje no mundo inteiro.
Nós estamos agora em um momento crucial na história desta agenda. Tantas cartas estão esperando para serem jogadas pela Illuminati nos próximos 12 meses. Nós estamos em uma encruzilhada na história humana. Nós podemos escolher liberdade ou cair sobre o controle de um estado global fascista, uma versão global da Alemanha nazista.
Isto não tem que acontecer, mas para parar isto muitos traseiros precisam ser removidos de muitas cadeiras. Este website e os meus livros lhe darão o pano de fundo detalhado de tudo isso, com o qual escolhas informadas podem ser feitas.
O que você leu aqui é uma mera fração do que há para saber e o quadro é de longe maior e mais extraordinário do que este breve esboço pôde detalhar. Olhe em qualquer lugar neste site ou em meus livros e você verá o que eu quero dizer!
Fonte: http://www.davidicke.com/icke/visitor.html
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