quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Estátua

Há alguns anos atrás, um casal do Estado de Oklahoma, EUA, decidiram tirar uma noite de descanço. Resolveram sair para jantar na cidade. Como eles eram pais de duas crianças e as leis americanas são rígidas em relação ao abandono de menores, eles chamaram sua babá de maior confiança. Quando a babá chegou, os pequenos já estavam dormindo. Então a babá se sentou perto delas e verificou se tudo estava bem. Mais tarde nessa noite ela ficou com tédio e foi ver TV, mas ela não conseguiu ver na sala porque não havia TV a cabo (os pais não queriam que as crianças ficassem vendo qualquer coisa na TV). Então ela ligou para os pais e perguntou se ela poderia ver TV no quarto do casal. Obviamente, os pais permitiram, mas a babá tinha um pedido final…. ela perguntou se poderia cobrir a estátua de anjo que estava no quarto das crianças com alguma toalha ou cobertor, porque ela a deixava nervosa. O telefone ficou em silêncio por um momento, e o pai que estava no telefone com a babá falou desesperado: ”..Leve as crianças para fora de casa agora!!! Nós estamos chamando a polícia! Não temos nenhuma estátua de anjo!” A polícia achou os três corpos dos ocupantes da casa mortos depois de cinco minutos da chama. Nenhuma estátua foi encontrada. Nenhum vestígio de invasão. Nenhuma evidência, exceto que as vítimas morreram por causa de golpes com um objeto perfurante. O caso não foi solucionado e acabou virando uma lenda urbana.

domingo, 1 de julho de 2012

10 fenômenos inexplicáveis

Já aconteceu você estar pensando em alguém e, de repente, essa pessoa ligar pra você ou chegar em sua casa? Veja, a seguir, fenômenos que confundem até os cientistas: 1 – CONEXÃO ENTRE MENTE E CORPO
Somente nos anos mais recentes os cientistas começaram a compreender um pouco mais sobre a forma como a mente influencia o corpo. O placebo é um excelente exemplo. Placebo é um “remédio” que não passa de uma pílula de farinha. Pode acontecer que alguém, com uma terrível dor de cabeça, tome uma dessas pílulas e sinta que a dor está passando, por achar que tomou um analgésico poderoso. A capacidade do corpo de “se curar” ainda é um grande mistério. 2 – PODERES PSÍQUICOS E PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL
Energias psíquicas e percepção extra-sensorial (PES) se incluem nesta relação porque não é apenas meia dúzia de pessoas que acredita nisso, mas há casos no mundo todo, há muito tempo. Talvez o Padre Quevedo não concorde e diga que “Isto non ekziste!”, mas muitas pessoas sabem que a intuição é um poder psíquico real que permite que alguém acesse conhecimentos fora do alcance de pessoas comuns. 3 – EXPERIÊNCIAS DE QUASE-MORTE E VIDA APÓS A MORTE
De que maneira é possível provar que existe vida após a morte se ninguém que morre consegue voltar para contar? Algumas pessoas dizem ter passado por isso – experiências de quase-morte. Seus relatos falam desde túneis de luz até conversas com outros mortos enquanto elas passavam por problemas de saúde no mundo físico, como paradas cardíacas e outras complicações. Mas ninguém ainda trouxe alguma informação ou prova indiscutível de que esteve “do outro lado”. Os descrentes afirmam que essas experiências são facilmente explicadas por alucinações ou traumas no cérebro que uma pessoa que está quase morrendo teria. Mas eles também não conseguem provar sua teoria. E agora?… 4 – Objetos voadores não identificados – OVNIS
Não há mais muitas dúvidas de que OVNIS existem. A sigla OVNI significa Objeto Voador Não Identificado, como você deve ter aprendido em algum filme de ficção. O que quer dizer que um OVNI pode ser um cometa, um avião que foi visto de relance, um balão e por aí vai. Se eles são ou não naves alienígenas é outra história. Mesmo assim, há muitos relatos de pessoas que testemunharam a aparição de supostas naves extraterrestres que podem ser consideradas plausíveis – como Roswell, nos EUA, caso em que toda uma comunidade inteira diz ter presenciado ocorrências estranhas. Aqui no Brasil podemos citar o ET de Varginha. Mas, sem provas concretas, esses casos jamais serão confirmados. 5 – DèJá VU
“Dèjá vu” é uma expressão francesa que significa, literalmente, “Já visto”. Você acha que já leu esse artigo anteriormente? Lembra de estar sentado na frente de seu computador exatamente da mesma forma, enquanto se surpreendia com os fenômenos aqui relatados? Isso pode estar acontecendo, não porque este artigo foi publicado duas vezes, mas porque você pode estar tendo um Dèjá vu – uma experiência de que o momento que você está vivendo agora já aconteceu antes. Isso acontece frequentemente com grande parte das pessoas. Você pode entrar em um prédio, numa cidade em que nunca esteve, e sentir-se familiarizado com o ambiente. Mas se você nunca esteve na cidade, porque isso acontece? Algumas pessoas atribuem os Dèjá vu a experiências de premonição ou então a flashbacks que teríamos de vidas passadas. A psicologia pode oferecer explicações mais científicas, mas não consegue provar definitivamente a fonte nem a causa desse fenômeno. 6 – FANTASMAS
Aparições de espíritos são mencionadas em todas as culturas do mundo, seja em casas mal-assombradas, assustando os vivos, ou espíritos bons, que trazem mensagens positivas através de médiuns. A prova definitiva da existência dos fantasmas ainda não foi encontrada, apesar de várias testemunhas e fotos nos deixarem em dúvida. 7 – DESAPARECIMENTOS MISTERIOSOS
As pessoas podem desaparecer por várias razões, como fuga, sequestro ou morte, mas, eventualmente, as pessoas – ou, nos casos mais trágicos, os corpos – são encontrados. Porém muita gente desaparece da face da Terra sem deixar nenhum vestígio. Alguns exemplos são a piloto americana Amelia Eerheart, a princesa russa Anastácia Romanov e os aviões e barcos do Triângulo das Bermudas. Nenhuma explicação convincente até hoje. 8 – INTUIÇÃO
Há quem chame de “sexto sentido”, mas muitos de nós nos encontramos diante de situações que nos provocam um sentimento que só pode ser explicado como “intuição”, na falta de palavra mais adequada. Não estamos falando de palpites que, na maioria das vezes, estão errados. Mas, algumas vezes, “algo” nos diz que alguma coisa vai acontecer e acontece de verdade. Psicólogos acreditam que nosso subconsciente capta informações do nosso ambiente e deduz, sem que estejamos conscientes disso, que algo pode acontecer. Temos aquele sentimento, mas não sabemos de onde ele veio. Casos de intuição são difíceis de serem provados porque, quase sempre, só percebemos que tivemos uma intuição depois do fato ter ocorrido. 9 – O PÉ-GRANDE E O CHUPA-CABRAS
Monstros que aparecem não para uma, mas para várias pessoas. Seria um delírio coletivo? Os chupa-cabras, por exemplo. Se todos os que foram vistos nos últimos anos realmente existissem, teríamos uma verdadeira população desses animais e alguma evidência mais clara de sua existência – um corpo de um, por exemplo – já teria sido achada. Mesmo assim, não é possível dizer que eles não existem. É como os casos do monstro do Lago Ness, do Pé Grande etc. Pessoas dizem que os viram, mas não há provas de que eles existam – daí não dá para garantir que eles existem nem que não existem. 10 – O MURMÚRIO DE TAOS
Moradores e visitantes da cidade de Taos, no México, garantem ter ouvido um murmúrio baixo, que é trazido pelo vento do deserto. Somente 2% das pessoas naturais da cidade dizem ter ouvido o barulho – alguns acham que a cidade tem uma acústica estranha ou que o barulho seja fruto de simples histeria. Outros acreditam que é algo mais sinistro – mas não sabem exatamente o quê. Alguns o descrevem como um murmúrio, outros como um zumbido, mas se a origem do som é natural ou psicológica, ninguém ainda conseguiu provar.

Criança que morreu em 1920 continua completamente intacta

Rosalia Lombardo é uma criança de 2 anos de idade que morreu de pneumonia, tirada em 2007. Até aí nada de especial se não fosse que ela morreu em 1920. Mas seu corpo, ao ser descoberto nas Catacumbas Capuchinhas de Palermo estava intacto, como uma boneca. O pai de Rosalia, consternado com a morte da filha, chamou o mais famoso embalsamador da época, o Dr. Alfredo Salafia, para cuidar para que o corpo da menina fosse preparado. Graças às técnicas até então misteriosas de mumificação do Dr. Salafia, Rosalia permanece intacta até hoje, tanto que a menina, ao ser descoberta recentemente pelos locais moradores da cidade, era tida como uma boneca de porcelana que havia sido colocada lá, talvez a pedido de alguma família, para simbolizar a morte de Rosalia. Mas descobriu-se que aquela “boneca”, era na verdade o próprio corpo. Isso porque, em uma catacumba cheia de cadáveres decompostos, aquela pequena menina era a única intacta. A fórmula para mumificação do Dr. Salafia permaneceu um mistério, até que pesquisadores a descobriram nas suas anotações pessoais, em poder da família: um composto de formol para matar as bactérias, álcool para desidratar o corpo, glicerina para evitar que ressecasse, ácido salicílico para matar os fungos, e o mais importante de todos, sais de zinco para dar ao corpo rigidêz. Exames de raio-X e ultrassonografias revelam que além da aparência externa, todos os órgão internos permanecem intactos. Descobriu-se depois que o Dr. Salafia havia viajado ao Egito para aprender técnicas de mumificação, estudando as tumbas faraônicas e realizando pesquisas com médicos locais. O corpo de Rosalia está hoje em exposição em uma pequena capela ao fim do trajeto turístico da catacumba descoberta, e permanece em seu pequeno caixão com uma tampa de vidro, em um pedestal de mármore. Até recentemente era um mistério o porque de Rosalia Lombardo não entrar em decomposição como os demais corpos das catacumbas vizinhas. A menina permanece do mesmo modo que foi armazenada num caixão com tampa de vidro desde o dia de sua morte. Por muitos e muitos anos, a fórmula de preservação usada para manter o corpo da menina permaneceu um mistério. Só recentemente uma equipe de especialistas da National Geographic Magazine teve acesso ao corpo e usando métodos científicos conseguiu determinar a formulação desenvolvida por Alfredo Salafia, um taxidermista que preparou o corpo da menina para que nunca perdesse sua beleza. Descobriu-se que o preparador do corpo havia injetado na menina uma mistura de formol, sais de zinco, álcool e acredite se quiser: ASPIRINA, além de glicerina. Aparentemente foram os sais de zinco que a mantiveram bem preservada, e adicionalmente petrificaram seu corpo como uma estátua de carne e ossos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Os 10 experimentos científicos que ficaram entre os mais cruéis e estranhos da História

Corria o ano de 1962. Tusko, o elefante, vivia tranqüilo no zoológico de Lincoln Park, em Oklahoma, quando Warren Thomas, diretor do zôo injetou-lhe uma seringa cheia de LSD pensando que faria uma grande contribuição à ciência. Depois de alguns minutos, Tusko balançava a tromba para todos os lados, furioso, antes de cair rendido como se tivesse recebido um disparo. Uma hora mais tarde estava morto. Thomas e seus colegas concluíram então que “… os elefantes são altamente sensíveis aos efeitos do LSD”. 40 anos depois o pobre Tusko foi reconhecido por seu lugar na história da ciência, com o primeiro lugar na lista dos experimentos científicos mais estúpidos da história, compilados pela revista New Scientist. Confira: 1. O elefante e o ácido. Este é o comentado anteriormente no qual Warren Thomas injetou 297 mg de LSD num elefante, que é 3 mil vezes a dose humana. Queria saber se com esta droga alucinógena podia induzir ao “musth”, um estado dos elefantes que acontece uma vez ao ano, quando têm um incremento da excitação sexual, o que os torna muito agressivos.O resultado foi um desastre, já que matou o elefante. Alegaram em sua defesa que não esperavam que pudesse acontecer isso, já que eles também tinham provado o ácido. Bando de loucos!!! 2. Terror nos céus Também nos anos 60, dez soldados num treinamento de vôo foram informados pelo piloto de que o avião não funcionava bem e teriam que pousou no oceano. Depois deu-lhes um formulário do seguro de vida antes do acidente, para que o exército não fosse responsável pelas mortes ou ferimentos.Mas na realidade aquilo era nada mais que parte de uma experiência, não tinha acontecido nada com o avião, senão que um grupo de cientistas queria saber se os soldados cometeriam mais erros ao preencher um formulário se sua vida estivesse em perigo. 3. Cócegas Nos anos 30, o professor de psicologia Clarence Leuba, de Ohio, acreditava que o riso não era algo nato, ele cria na hipótese de que as pessoas aprendiam a rir quando alguém lhe faziam cócegas. Tentou comprová-la em seu próprio filho, proibindo que toda a família fizesse cócegas na criança quando este nasceu. Mas a experiência resultou frustrada quando descobriu a sua esposa brincando com o menino que ria sem parar somente com as palavras e brincadeiras da mãe. Leuba, não desistiu e voltou a provar com sua irmã… 4. Caras pintadas e ratos sem cabeça Em 1924 Carney Landis, da Universidade de Minnesota, quis pesquisar as expressões faciais de desgosto. Para poder exagerar as expressões, desenhou linhas nos rostos dos voluntários com um rolha queimada, antes de pedir para que eles cheirassem amoníaco, que escutassem jazz, que olhassem fotografias ou colocassem a mão num balde cheio de sapos.Depois pedia ao voluntário que decapitasse um ratinho. Apesar de que todos duvidavam, e alguns amaldiçoavam ou choravam, a maioria aceitava fazer, mostrando o quão fácil é que muitas pessoas se inclinam ante a uma autoridade. Boese contava:”Parecem membros de um culto preparando-se para fazer um sacrifício ao grande deus da experiência”. 5. Os mortos vivos Robert Cornish, da Universidade da Califórnia, acreditava, nos anos 30, que tinha descoberto uma forma de fazer levantar os mortos. A experiência incluía um aparato para fazer circular o sangue, enquanto adrenalina e anticoagulantes eram injetados na corrente.Depois de “aparentes sucessos” experimentando com cães estrangulados, conseguiu um prisioneiro condenado a morte, Thomas McMonigle. Mas o estado da Califórnia negou a permissão a Cornish, por medo que tivessem que liberar McMonigle se a técnica funcionasse. 6. Comida de unhas subliminar Em 1942, Lawrence LeShan tentou influenciar a um grupo de jovens de forma subliminar para que deixassem de roer as unhas. Enquanto dormiam, tocava um disco com uma voz dizendo: “Minhas unhas são terrivelmente amargas”. De tanto tocar o toca-discos, caro para a época, se quebrou, assim que ele mesmo dizia a frase todas as noites, a noite inteira. A experiência parece ter funcionado, já que no final do verão 40% cento dos jovens tinha deixado de roer as unhas. 7. Perus fêmeas com cabeça no pau Martin Schein e Edgar Hale, da Universidade de Pensilvânia, dedicavam-se a estudar o comportamento sexual dos perus lá pelos anos 60. Descobriram que as aves não são muito exigentes à hora de escolher o parceiro. Estranho é como chegaram a essa conclusão: pegaram uma fêmea e foram cortando partes do corpo até que o peru macho perdesse o interesse. Inclusive quando somente restava a cabeça espetada num pau, os perus machos ainda estavam lá doidões e excitados. Sadismo animal? 8. Cães de duas cabeças O cirurgião soviético Vladimir Demikhov criou um cão de duas cabeças em 1954. Uniu a cabeça de um cachorrinho ao pescoço de um pastor alemão. A segunda cabeça podia tomar leite, conquanto não precisasse, mas o fato era que a mesma jorrava pelo pescoço, já que o esôfago não fora conectado. Ambos animais morreram por culpa da rejeição de tecidos, mas isso não deteve a Demikhov para criar outros 19 animais bicéfalos nos seguintes 15 anos. 9. O doutor que tomava vômitos Segundo Stubbins Firth, médico de Filadélfia em 1800, a febre amarela não era uma doença infecciosa, e o comprovou em si mesmo. Primeiro jogou vômito em feridas abertas, depois tomou-o. Não ficou doente, mas não porque a febre amarela não fosse infecciosa. Depois foi descoberto que devia ser injetada à corrente sanguínea, que costumava ser pela picada de um mosquito. 10. Olhos bem abertos Ian Oswald, da Universidade de Edimburgo, quis estudar condições extremas para fazer dormir em 1960. Para isso pôs fita nos olhos dos voluntários enquanto colocava um banco de lâmpadas flash a 50 cm na frente deles, e também prendia eletrodos a suas pernas por onde a administrava choques elétricos. Em conjunto colocava música num volume muito alto.Os três sujeitos da experiência dormiram em 12 minutos. Oswald especulou que a chave de tudo era o estímulo monótono e regular…