quinta-feira, 17 de maio de 2012

Mistério da Planície dos Jarros

LAOS - Neste país asiático localizado na região chamada Indochina, a planície de Xieng Khouang é conhecida como A Planície dos Jarros. O nome procede. Ali a paisagem é dominada por uma estranha coleção de gigantescos jarros de pedra; pedra constituída de arenito, granito e coral calcificados. O lugar também é chamado de Stonehenge asiática. Mistério fascinante para arqueólogos e outros cientistas, o local foi descoberto no final dos anos de 1920. Os vasos pesam até 13 toneladas e têm entre 1 a 3 metros de altura. Foram datados em cerca de 200 anos a 300 anos passados e seu propósito é completemente desconhecido dos estudiosos. [Há quem diga que os jarros têm milênios de idade]. A arqueóloga francesa Madeleine Colani que estuda há algum tempo o enigma da planície acredita que esses megalitos foram confeccionados/modelados por uma civilização ou nação já extinta e que os jarros, possivelmente, foram usados como crematórios não se sabe exatamente de quê. A arqueóloga ainda chama a atenção para o fato deque os jarros estão dispostos segundo um padrão que segue uma antiga rota de comércio. A Planície dos Jarros é bastante vasta porém nem todas as áreas são abertas ao público. Infelizmente, o sítio arqueológico, embora remoto, não escapou da guerra do Vietnã. Durante os anos de 1960 e 1970, o Laos foi o país mais bombardeado do mundo. Muitas das gigantescas peças foram danificadas. Crateras foram abertas na planície e, pior, muitas das bombas lançadas, não explodiram e são um perigo para visitantes, um perigo que só não é maior do que o das minas terrestres que também infestam, silenciosas e letais, enterradas, o subsolo da região.

Jack, o Estripador pode ter sido uma mulher

No distrito de Whitechapel, em East End, Londres, cinco prostitutas foram assassinadas no outono de 1888. A assinatura de uma carta recebida durante a onda de assassinatos deu um nome ao monstro que supostamente os cometeu: Jack, o Estripador. O médico da Rainha Vitória Sir William Gull, o pintor impressionista Walter Sickert, o criador de “Alice no País das Maravilhas” Lewis Carroll, o pai de Winston Churchill Lord Randolph, o príncipe Albert Victor, Duque de Clarence, filho mais velho do futuro Eduardo VII e segundo na linha sucessória do trono, o comerciante de algodão James Maybrick, o advogado Montague John Druitt e Elizabeth Williams. O que todas essas pessoas têm em comum, famosas ou não? Todas foram suspeitas de terem sido Jack, o Estripador. Mais de 100 homens já foram acusados dos assassinatos, mas, pela primeira vez, uma mulher está na mira dos estudiosos. A polícia nunca foi capaz de capturar Jack. Mesmo depois de mais três anos de investigação, sua verdadeira identidade permanecia um mistério e o caso foi oficialmente encerrado em 1892. A mídia falou muito desse serial killer. Mesmo hoje, ele ainda é um “ícone” de um gênio do mal que conseguiu passar despercebido. Tantos livros e filmes sobre ele foram escritos que ninguém sabe mais o que é verdade e o que é ficção. Todo um ramo de estudo – Estripadologia – foi criado para tentar decifrar a matança das prostitutas, cenas agressivas, em que até mesmo seus úteros foram resolvidos (reza a lenda que os úteros de três mulheres foram retirados). Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly, todas prostitutas de East End, foram mortas pelo Estripador. Ou Estripadora? Elizabeth “Lizzie” Williams, nascida em 7 de fevereiro de 1850, morreu em 1912 sem nunca ter sido questionada pela polícia. Seu marido, John Williams, tinha uma clínica de aborto em Whitechapel e foi considerado um suspeito na época dos assassinatos. Segundo o livro “Uncle Jack” (“Tio Jack”, em tradução literal, 2005), diz que John era obstetra da família real britânica, e conhecia as vítimas pessoalmente. Ele teria matado e mutilado as prostitutas em uma tentativa de investigar as causas da infertilidade. Mas o livro possui falhas e falta comprovação para algumas afirmações (como de que ele conhecia todas as vítimas). Parece que John foi descartado pela polícia porque estava trabalhando durante os assassinatos. E porque sua mulher se tornou alvo de suspeita agora? O caso Lizzie Williams Um livro recentemente lançado, “Jack The Ripper: The Hand Of A Woman” (“Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher”, em tradução literal), de John Morris, um ex-advogado irlandês, propaga a ideia de que Lizzie matou as cinco mulheres num frenesi descontrolado de raiva. Ela estava presa em um casamento ruim por causa de dinheiro, e não podia ter filhos. Eis a sugestão de que ela tenha matado as mulheres por inveja, e retirado seus úteros. Também, John Morris diz que o marido de Lizzie estava tendo um caso com Mary Jane Kelly, e por isso ela foi a última a ser morta, encerrando o ciclo de assassinatos, no fim do qual Lizzie teria tido um “colapso nervoso”. Morris aponta como “provas” de que Lizzie era o Estripador o fato de que as mulheres não foram estupradas ou atacadas sexualmente (mas isso não quer dizer nada, afinal, existem homens serial killers que matam mulheres, mas não as estupram), e também os sinais de que havia uma mulher nas cenas dos crimes. Por exemplo, três pequenos botões de uma bota de uma mulher foram encontrados próximos ao sangue de Catherine Eddowes, e restos de roupas femininas – uma capa, saia e chapéu – foram encontrados nas cinzas da lareira de Mary Kelly. Essas roupas e botões não pertenciam as vítimas. Morris também afirma, de acordo com relatórios da mídia, que itens pessoais foram deixados aos pés de outra vítima, Annie Chapman, dispostos de “uma forma tipicamente feminina”. Também, o legista Wynne Baxter disse no seu inquérito: “A conclusão de que o desejo era possuir a parte (do corpo) em falta parece esmagadora”. “As evidências para uma assassina são enormes, mas infelizmente as pessoas não se sentem bem porque a teoria voa na cara de antigas crenças”, disse Morris. “Não há absolutamente nenhuma dúvida que o Estripador era uma mulher. Mas, porque todo mundo acredita que o assassino era um homem, toda a evidência que aponta para uma mulher tem sido ignorada”, complementa. Muitos estripadorólogos não concordam. Um dos principais experts no caso do Estripador, Paul Begg, que já escreveu vários livros sobre o assunto de sua identidade, acha o caso de Lizzie Williams fraco. “O livro original [“Uncle Jack”] colocando John Williams como suspeito era ruim, mas este é ainda pior”, disse Begg. 124 anos depois da famosa série de assassinatos, Jack, o Estripador é um assunto atual. Caso encerrado? Muito longe disso.[LiveScience, DailyTelegraph, Express]

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ressuscitação de uma criança há 7 dias

A revista “Planeta” publicou em março de 1978 uma reportagem do jornalista francês Robert Grainville que participou no Daomé (África) de um dos mais impressionantes rituais de iniciação da Magia Negra. Diante dos seus olhos, uma moça que estava clinicamente morta há sete dias foi ressuscitada pelos sacerdotes do orixá Sapata, o deus da terra e da varíola. O relato do jornalista é demonstrado a seguir: Um grito de dor, após o ritual em homenagem ao orixá Sapata. A moça, que estava clinicamente morta, volta à vida. Marcando o ponto culminante da festa da ressurreição, uma das cerimônias mais importantes entre os f fons do Daomé. Um povoado africano, em meio à densa floresta tropical do Daomé. As casas circundam um espaço vazio, espécie de praça central. Tudo é ainda silêncio, e ninguém permanece na praça. Mas o dia de hoje não é como os outros. De repente, do interior de uma das casas maiores, uma espécie de convento, ouvem se gritos lancinantes de mulheres. Como que despertados por esses gritos, os atabaques começam a tocar. É preciso esperar. Eu, europeu, e os demais habitantes não iniciados temos que aguardar o término da cerimônia de adoração do orixá, feita no interior do convento, e assistida apenas pelos sacerdotes e sacerdotisas. Logo após, no meio da praça, todos assistiremos à demonstração do poder de Sapata (deus da terra e da varíola, correspondente a Omulu e Abaluaé nos cultos afrobrasileiros). Sapata vai ressuscitar uma jovem, clinicamente morta há sete dias. Chegar até este povoado, e conseguir autorização para presenciar e fotografar a cerimônia, custou me meses de trabalho e dedicação. Estou aqui graças à bondade do chefe do povoado de Aliada, que é também o líder de todos os rituais religiosos dos fons (a principal etnia do Daomé, que vive ao sul do país). Consegui convencer esse chefe do meu interesse a tudo que concerne ao vodum, a religião dos fons, e ele me convidou a assistir à festa da ressurreição. Entregou me aos cuidados de um de seus filhos, que me explicou cada fase do complexo ritual. Num instante, os atabaques param de tocar. Cadeiras e bancos são trazidos para a praça central, e os habitantes reúnem se em círculos. Entre eles encontram se os familiares da jovem morta, que trouxeram oferendas a Sapata, a fim de que este traga sua filha de volta de seu reino. O lento despertar do reino da morte Os músicos dos atabaques já saíram do convento, e tomaram lugar entre as cadeiras, com seus instrumentos seguros entre as pernas. Recomeçaram a tocar, mantendo o mesmo ritmo, constituindo um estranho e estimulante fundo musical. Agora são as sacerdotisas que chegam, facilmente reconhecidas pelas inúmeras cicatrizes que ornam sua pele. Com a cabeça raspada, elas se enfeitam com braceletes e colares feitos principalmente de cauris (pequenas conchas, conhecidas no Brasil como búzios e que serviam antigamente de moeda). Além de enfeites, esses objetos têm um importante significado ritualistico. Todas trazem na fronte uma fita ornada com plumas de papagaio: sinal que distingue as sacerdotisas de Sapata. Depois, são os vodum non, feiticeiros, que entram na praça. Em seguida, chega o corpo da jovem morta enrolado num lençol imaculado, carregado por quatro homens. No centro da massa humana reunida, foi deixado um espaço livre sobre o qual ninguém pisa. Nesse espaço o corpo é depositado, e desnudado. A jovem não apresenta nenhuma manifestação de vida. Não respira, não se move. A pele adquiriu uma tonalidade cinza, e apresenta diversas feridas purulentas. Os sacerdotes trazem uma grande cabaça cheia de água, na qual foram mergulhadas diversas plantas. O canto das mulheres recomeça, monocórdico. Lava se o corpo da jovem com a água da cabaça. Ao mesmo tempo, as sacerdotisas libertam se de seus atributos, e começam a massagear o corpo. O lençol é umedecido, e usado por momentos como sudário. O trabalho de massagem dura cerca de duas horas, onde se repetem os mesmos gestos e cantos. Algumas pessoas jogam moedas sobre o lençol. Ninguém fala. Pouco a pouco o corpo retoma sua cor normal, negra, mas permanece sempre inerte. A certo ponto, o silêncio se faz mais profundo. As sacerdotisas se afastam. Chega o lider dos feiticeiros, que se ajoelha ao lado da jovem, inclina se sobre seu ouvido, e grita seu nome com todas as forças. “Ele deve chamá la sete vezes”, diz meu guia e companheiro. E, fora esse grito que se repete, nenhum outro ruído afasta o pesado silêncio. Sete vezes, e nada acontece! Um sobressalto percorre a multidão. Um oitava vez o nome da jovem é gritado pelo feiticeiro. E, então, ela gemeu! Todos nós somos testemunhas: ela gemeu. O atabaques e os cantos se desencadeiam: Sapata aceitou que a jovem se torne mais uma de suas sacerdotisas. Imediatamente, a rapariga tem sua cabeça coberta, e é retirada para o interior do convento. Sua iniciação começou, e ela não deverá ver o mundo exterior. No povoado a festa vai continuar durante todo o dia e toda a noite. Todos vão comer, beber, dançar e rir muito, contagiados pela típica alegria africana, um estado de espírito que tudo arrasta à sua passagem. O ritual para ressuscitar é apenas uma parte ínfima dos complexos processos de iniciação ao culto de Sapata, que dura pelo menos três anos. Período durante o qual os jovens discípulos são completamente isolados do mundo exterior. A cerimônia da ressurreição é, de fato, primordial. O chamado ao novo “filho” do orixá é feito pela própria entidade (que se apodera de seu corpo provocando profundos transes mediúnicos), ou decidido pelos familiares ou pelos outros sacerdotes. A idade média de iniciação, tanto para moças como para rapazes, varia de oito a dezesseis anos. Os dois sexos, se bem que em habitações diferentes, seguem mais ou menos os mesmos ritos e etapas iniciáticas. Desde sua entrada, o jovem discipulo entra num estado de morte aparente, onde cessam todas as suas funções vitais. Durante sete dias, ele vai permanecer no local sem receber nenhuma alimentação, bebida, ou cuidado. Já nesta primeira etapa, ocorre uma seleção natural: alguns, após sete dias, despertam, e outros, não. Estes últimos Sapata não os quer para servi lo neste mundo, e por isso os guarda junto de si. Três anos, e Sapata tem mais um sacerdote Após serem cuidados, e postos em boas condições físicas, os jovens escolhidos irão aprender a linguagem secreta dos iniciados, os cantos, danças, as diversas operações mágicas. Serão feitas cicatrizes em seu corpo, principalmente na fronte, costas, ventre e braços. A cada corte que produzirá uma cicatriz, será proferida uma prece, e um pouco de pó à base de plantas carbonizadas será depositado no interior da carne. Cada uma delas destina se a proteger o iniciado contra a feitiçaria, os inimigos, e também a lhes dar poder e direta ligação com o grande orixá. Os discípulos deverão também aprender as propriedades de cada planta mágica ou medicinal, propriedades que tanto podem ser boas como maléficas. Os remédios, as poções, amuletos, não mais terão segredos para eles. Entre essas operações, uma das mais respeitadas e temidas é a cultura do vírus da varíola. Eles conhecerão cada deus animista, cada ser da natureza, e as cerimônias a eles relacionadas. Mais tarde, para os rapazes, após passarem outras temporadas em reclusão, será permitido servir também a outros desses deuses. Ao término da iniciação, rapazes e moças retomarão sua vida normal, mas estarão sempre à disposição do grande feiticeiro para os rituais. Periodicamente, retornarão aos conventos durante algumas semanas. Existem muitas coisas para se descobrir nos meios vodum do Daomé. Os fons constituem uma das últimas etnias que conservam de forma cuidadosa e ciumenta suas tradições religiosas. Foram eles, junto a outras raças africanas, que introduziram o culto dos orixás no Brasil e no Haiti, por intermédio da escravidão. Se bem que possa haver charlatanismo em algumas dessas festas, a sinceridade e autenticidade dessas crenças, o perfeito conhecimento das propriedades das plantas, a força mística dos chefes de culto são elementos dignos de serem aprofundados. Estudiosos acreditam que a moça se encontrava em um estado chamado “Suspensão de vida” – uma técnica bastante incomum, utilizada por algumas tribos africanas e dominada por monges tibetanos, onde todos os órgãos trabalham com pouquíssimo oxigênio e os batimentos do coração acabam sendo reduzidos a quase zero. Entretanto, embora pesquisas já tenha sido realizadas nessa área, os pesquisadores não consegue explicar como uma pessoa consegue dominar o corpo dessa maneira. Há relatos de monges tibetanos que conseguem ficar nessa estado durante 20 a 30 dias, o que significa que não precisam comer e beber.

O mistério de Palenque

Um dos mistérios mais intrigantes que envolve toda a humanidade são a presença de OVNI’s por toda a terra. Há muita especulação a respeito do assunto, mas a grande verdade é que um documento perturbador que diz respeito ao tema encontra-se no México. Em Yucatan foi descoberto no dia 15 de junho de 1952, por Alberto Ruz Lhuillier e uma equipe de arqueólogos um magnífico monumento de forma piramidal, considerado o mais belo de todo o Estado de Chiapas. Era um túmulo secreto sob o qual repousavam os restos dos Maias da época, que eram seus contemporâneos. Sua atura, 1,70 m, ultrapassava os vinte centímetros a altura média dos indígenas que não nunca ultrapassam os 1,54 m. No interior da pirâmide, descobriram um sarcófago inviolado, recoberto por uma laje esculpida. Esta pedra, com o comprimento de 3,80 m e largura de 2,20 m, tinham a espessura de 25 cm. Para quem olha esta escultura com um pouco de atenção, é possível ver nela o esquema de uma máquina voadora pilotada por um homem ou uma mulher. Esta escultura é uma das mais belas e das mais finas de toda a arte pré-colombiana conhecida. Esses hieróglifos explicam certamente as condições de pilotagem de uma “vimana”. Os “vimanas”, conta-nos a tradição hindu, eram engenhos voadores aperfeiçoados suscetíveis de realizar fantásticas viagens cósmicas. O motivo central que representa o “piloto” permite-nos constatar, que este último traz um capacete e observar a parte dianteira do aparelho. Suas duas mãos estão ocupadas, elas parecem manobrar alavancas. A cabeça do indivíduo repousa sobre um suporte, e um tubo inalador penetra-lhe o nariz. No conceito maia, o papagaio simboliza o disfarce do deus solar. É este pássaro que se vê sobre o enigma de Palenque. Ele agarra-se à frente do veículo cósmico, e o “disfarce” do “deus solar” torna-se ENERGIA.